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A verdadeira crítica

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Francisney Liberato

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A verdadeira crítica não existe na concepção divina. Se em tudo que vemos temos algo a acrescentar, quanto mais em nossa vida, que realmente trará as mudanças que desejamos para o outro.

 

Criticar é algo muito simples, e qualquer pessoa pode fazer isso de modo muito tranquilo. Não há necessidade de esforços ou conhecimentos, para lançá-la. Quem nunca criticou? Creio que todos, por mais sensatos e bem-intencionados.

 

A crítica é o ato de alguém que, por não concordar com o comportamento do outro, se acha no direito de colocar as suas posições e entendimentos acerca de determinada situação, muitas vezes, sem tal opinião ser solicitada. O crítico é um verdadeiro enxerido. Um atravessador de opiniões.

 

O emissor, ou seja, o crítico, diz o que pensa, independentemente de como o outro receberá aquela opinião, se de forma positiva ou não. Às vezes, a opinião alheia, ofende mais do que acaricia o ego da pessoa criticada.

 

Há anos, os críticos, inventaram o tal de crítica construtiva, para saciarem a sua forma de continuar emitindo pareceres da vida alheia, sem olharem para o próprio umbigo. Seria até interessante se a crítica fosse construtiva, entretanto, a depender do controle emocional do outro, mesmo que a intenção seja boa, o efeito, provavelmente, não será favorável.

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É necessário se reavaliar sobre a crítica, de um modo geral, como também sobre a crítica construtiva, para saber se realmente isso estará construindo para você, novos laços de amizade, carinho, amor, aceitabilidade e etc. ou, simplesmente, estará gerando em você um péssimo hábito de ficar de olho na vida do outro

A proposta que lhe faço sobre a crítica, é fazer uma analogia ao que Cristo nos ensinou quando esteve neste mundo, que é o de não julgar o próximo. Mateus 7:1 e 2, diz: “Não julguem os outros para que vocês não sejam julgados por Deus. Porque Deus julgará vocês do mesmo modo que vocês julgarem os outros e usará com vocês a mesma medida que vocês usarem para medir os outros”.

 

O cerne da crítica da proposta a qual menciono, é a de julgador. Quem somos nós para julgar um irmão? Quem somos nós para emitir opiniões sobre a vida alheia? Será que temos a capacidade para fazer isso? Temos todas as informações e dados necessários para julgar ou emitir uma opinião sobre alguém? Pense a respeito disso, se ainda lhe restar alguma dúvida sobre algum procedimento, recomendo não fazer críticas nas vidas das pessoas.

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Se criticamos e julgarmos, saiba que Deus medirá a nossa vida, com a mesma régua que utilizamos com os outros. Se for assim, será que seremos aprovados na régua divina?

 

Que possamos ter sabedoria e coração contrito, a buscar orientação divina, para que, mesmo que sobrevenha o ímpeto de nos intrometermos na vida alheia, possamos repensar a forma de viver e não criticar ninguém, por mais próxima que a pessoa esteja de nós.

 

Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

 

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Série Governantes: Faça a sua parte

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Por Francisney Liberato

“Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país.” John F. Kennedy

Uma das características mais marcantes do brasileiro é a sua criatividade. Ele consegue desenvolver e pôr em prática várias habilidades como: ideias, pensamentos, empreendedorismo, visando o seu bem-estar e o seu conforto, como também o de sua família.

Segundo o site “Terra”, em 30/09/2019, é apresentada uma pesquisa a qual conclui: “A pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER) revela que 56% dos brasileiros desejam ser donos do seu próprio negócio. Destes, 74% são jovens entre 18 e 35 anos. O índice do Brasil é maior que a média global, que está em 47%”.

Vejam que no Brasil os jovens desejam criar e empreender, eles querem ter o seu próprio negócio. Isso é muito positivo para nossa nação. Infelizmente, uma coisa é desejar e querer ser um empresário, outra, bem diferente, é efetivar esse desejo.

Não podemos permitir que o conceito autocrático, isto é, esperar que as ideias, iniciativas e as respostas sejam exclusivamente do chefe, do líder, do diretor escolar, do pai e da mãe, do governante, do presidente, uma vez que, se agirmos dessa maneira, veremos falecer a nossa liberdade de criar.

É fundamental para todos que tenham uma mentalidade aberta e moderna que as pessoas criem e empreendam mais, pois é por intermédio disso que é gerada riqueza para o nosso país.

Você deve olhar para dentro de si e se perguntar: Qual é a sua vocação para melhorar a sua vida, a vida da sua família, dos seus entes queridos e do país onde reside? Essa reflexão é de extrema importância.

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A responsabilidade é única e exclusivamente sua. Aqui existe um conceito fundamental que devemos ter como prisma em nossas vidas, que é chamado de Autorresponsabilidade. Em síntese, é necessário trazer para si a responsabilidade, e não a de colocar sobre o encargo do outro, como: os seus pais, seus familiares, seus empregadores e seus governantes. Em outras palavras, o sucesso ou fracasso da sua vida está em sua alçada.

Se pensarmos a vida dessa forma, saiba que teremos uma nação moderna e próspera, com índices de desenvolvimento econômico e humano semelhantes aos de países do primeiro mundo.

Entretanto, muitos indivíduos têm dificuldades de entender o seu propósito para esta vida. Muitos estudantes que estão cursando uma faculdade já pensam em desistir, por entender que não é bem isso o que sonham para sua vida. Enquanto existem muitos indivíduos desejando crescer evoluir, por outro lado, têm, infelizmente, os que esperam “a comida, o emprego, o dinheiro caírem do céu”.

John Fitzgerald Kenedy ou JFK foi um político norte-americano que governou os Estados Unidos (1961-1963), o seu nome está registrado como o 35° presidente daquela nação. Ele é considerado uma das grandes personalidades do século XX.

Kennedy se tornou o segundo presidente mais jovem do seu país, depois de Theodore Roosevelt. Infelizmente, não conseguiu terminar o seu mandato, uma vez que foi assassinado em 1963.

O presidente John Kennedy proferiu uma célebre frase que ainda tem uma enorme relevância para os nossos dias: “Não pergunte o que seu país pode fazer por você. Pergunte o que você pode fazer por seu país”.

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Podemos parafrasear essa afirmação do ex-presidente americano para o nosso contexto: o que nós brasileiros podemos fazer pelo Brasil? O que estamos fazendo para melhorar o nosso país? Qual tem sido a minha e sua contrapartida para desenvolver e aperfeiçoar esta nação? Como podemos abandonar determinadas atitudes paternalistas e viver de forma mais racional, visando o bem comum? O Estado pertence a todos nós. Devemos fazer a nossa parte, e não exigir que Estado seja o responsável e provedor por tudo.

Nosso país é formado pela diversidade cultural, étnica e social de milhares de brasileiros, que nem sempre concordam com as decisões dos nossos governantes, mas todos fazemos parte da nação, e devemos caminhar em um mesmo sentido. A nossa Constituição de 1988 dispõe que todo poder se origina do povo. O poder está nas mãos de cada ser habitante deste país. Nós podemos e devemos fazer o melhor pelo Estado, independentemente de questões políticas e partidárias.

Não diga o que o país deve fazer por você, use a sua criatividade, empreendedorismo, e faça o seu melhor na medida de suas condições, e de acordo com as suas circunstâncias. Seja presente e deixe o seu legado para esta nação. A responsabilidade pelo sucesso ou fracasso do Brasil está em nossas mãos. Está disposto a tomar uma iniciativa para contribuir com a República Federativa do Brasil?

Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

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