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SP faz operação de transporte especial para o Lollapalooza 2025

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Linha 9-Esmeralda, em São Paulo
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Linha 9-Esmeralda, em São Paulo

A ViaMobilidade, concessionária da Linha 9-Esmeralda, anunciou uma operação especial para facilitar o acesso ao Lollapalooza Brasil 2025. O festival ocorre nos dias 28, 29 e 30 de março no Autódromo de Interlagos, reunindo mais de 100 mil pessoas por dia.

O Expresso Lollapalooza Brasil 2025 fará viagens diretas das estações Pinheiros e Morumbi-Claro até a estação Autódromo, com menos paradas e tempo reduzido. O percurso durará cerca de 30 minutos, evitando o trânsito intenso na região do evento e garantindo mais conforto aos passageiros.

A concessionária também reforçará o atendimento com equipes bilíngues, segurança ampliada, monitoramento em tempo real e sinalização especial nas estações. Informações sobre embarque e serviços serão divulgadas pelos canais oficiais da ViaMobilidade.

“O Expresso Lollapalooza Brasil 2025 é uma solução eficiente para o deslocamento do público e contribui para a mobilidade da cidade. Com planejamento adequado, garantimos conforto e segurança aos passageiros sem interferir no funcionamento regular da linha”, afirmou André Costa, diretor da ViaMobilidade Linhas 8 e 9.

Os bilhetes para o Trem Expresso estão à venda no site Passaporte Mobilidade, ao preço de R$ 30 (ida e volta). O embarque será feito em plataformas exclusivas, sem afetar a circulação dos demais passageiros da Linha 9-Esmeralda.

Quem optar pelo transporte regular pode utilizar as linhas da ViaQuatro (Linha 4-Amarela), ViaMobilidade (Linha 5-Lilás), Metrô e CPTM, que funcionarão normalmente. A tarifa integrada até a Estação Autódromo é de R$ 5,20, seguida de uma caminhada de dez minutos até os portões do festival.

Expresso Lollapalooza Brasil 2025

Datas: 28, 29 e 30 de março de 2025
Origem: Estações Pinheiros e Morumbi
Destino: Estação Autódromo (Linha 9–Esmeralda)
Bilhetes: R$ 30,00 (ida e volta)
Vendas: Exclusivamente pelo site Passaporte Mobilidade

Horários do Expresso Lollapalooza Brasil 2025

Ida na sexta-feira, 28 de março

  • Est. Pinheiros: 11h, 12h, 13h, 14h, 15h
  • Est. Morumbi-Claro: 11h12, 12h12, 13h12, 14h12, 15h12

Volta na sexta-feira, 28 de março

  • Est. Autódromo: 0h, 0h30, 1h, 1h30, 2h, 2h30

Ida no sábado, 29 de março

  • Est. Pinheiros: 11h, 12h, 13h, 14h, 15h, 16h
  • Est. Morumbi-Claro: 11h12, 12h12, 13h12, 14h12, 15h12, 16h12

Volta no sábado, 29 de março

  • Est. Autódromo: 0h, 0h30, 1h, 1h30, 2h, 2h30

Ida no domingo, 30 de março

  • Est. Pinheiros: 11h, 12h, 13h, 14h, 15h, 16h
  • Est. Morumbi-Claro: 11h12, 12h12, 13h12, 14h12, 15h12, 16h12

Volta no domingo, 30 de março

  • Est. Autódromo: 0h, 0h30, 1h, 1h30, 2h, 2h30

Fonte: Turismo

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barra do garcas

Mato Grosso aposta no turismo ufológico para diversificar e atrair novos visitantes

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Relatos de fenômenos aéreos não identificados, lendas regionais, paisagens naturais e narrativas cercadas de mistério têm contribuído para a consolidação de um novo nicho turístico em Mato Grosso: o ufoturismo. Embora ainda esteja em processo de estruturação, o segmento vem atraindo a atenção de pesquisadores, gestores públicos e empreendedores do setor como uma oportunidade de diversificação da oferta turística do Estado.

O tema esteve presente na programação da FIT Pantanal 2026, realizada entre os dias 3 e 7 de junho, em Cuiabá. A feira sediou a II Jornada Brasileira de Ufoturismo, com palestras voltadas à discussão do potencial turístico dos fenômenos ufológicos e das novas oportunidades relacionadas ao segmento. Além dos debates, municípios como Barra do Garças e Tesouro utilizaram o evento para promover atrativos ligados ao turismo místico e ufológico. A Chapada dos Guimarães também foi destacada entre os destinos associados a esse universo.

Presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP), Ataíde Ferreira da Silva Neto afirma que Mato Grosso reúne características que o colocam em posição de destaque dentro do cenário nacional. “O Estado é rico em acontecimentos ufológicos. Temos um grande acervo de filmagens e registros desses fenômenos, o que desperta a curiosidade do público e atrai interessados por essa temática”, afirma.

Segundo ele, a relação de Mato Grosso com o tema remonta ao século XIX. Um dos registros mais antigos ocorreu em 1846, quando o militar e engenheiro Augusto Leverger relatou ter observado um objeto luminoso no céu enquanto navegava pelo Rio Cuiabá. O episódio foi publicado na Gazeta Oficial do Império do Brasil e é apontado por pesquisadores como a primeira notícia sobre avistamento de um objeto voador não identificado divulgada pela imprensa brasileira.

Para Ataíde, a combinação entre natureza e mistério é um dos fatores que despertam o interesse dos visitantes. “Nós temos a Chapada dos Guimarães, a Serra do Roncador, em Barra do Garças, além de lendas e histórias que atravessam gerações. São lugares que unem belezas naturais e uma história cheia de enigmas e mistérios”, destaca.

Entre os destinos mais conhecidos está Barra do Garças, município que concentra parte significativa das narrativas relacionadas ao tema. A cidade abriga a Serra do Roncador, frequentemente associada a relatos de fenômenos inexplicáveis, e também o Discoporto, estrutura criada a partir de uma lei municipal aprovada em 1995 que reservou uma área no Parque Estadual da Serra Azul para a implantação de um espaço destinado simbolicamente ao pouso de objetos voadores não identificados.

Jornalista, artista plástico e assessor da Secretaria Municipal de Turismo de Barra do Garças, Genito Santos explica que a cidade transformou sua relação histórica com o tema em um atrativo turístico.

“Barra do Garças é considerada um dos pontos de maior incidência de casuísticas ufológicas do Centro-Oeste brasileiro. Temos dois ícones importantes desse segmento: a Serra do Roncador e o Discoporto, que é o único lugar do mundo credenciado por lei para receber naves de outros planetas”, afirma.

De acordo com Genito, o turismo ufológico e o turismo místico caminham lado a lado na região. “Barra do Garças recebe visitantes de várias partes do Brasil e do exterior que buscam conhecer a Serra do Roncador, suas histórias, seus mistérios e as narrativas relacionadas aos avistamentos de discos voadores”, diz.

Além de Barra do Garças, outras localidades mato-grossenses também integram esse circuito de interesse. Entre elas estão o Morro do Pião, em Tesouro, e a Caverna Aroe Jari, em Chapada dos Guimarães, locais frequentemente citados em relatos e narrativas associadas ao imaginário ufológico e místico.

Para os pesquisadores do setor, o interesse crescente por experiências temáticas e pelo chamado turismo de nicho abre espaço para a consolidação do ufoturismo como produto turístico organizado. Segundo Ataíde Ferreira, o segmento ainda se desenvolve de forma gradual no Estado, mas começa a ganhar estrutura e visibilidade.

“O Estado tem percebido a importância desse nicho de interessados e começado a formar oficialmente iniciativas que atraem esse público. A inclusão do tema na FIT Pantanal demonstra esse movimento”, avalia.

Na mesma linha, Genito Santos destaca que o segmento avança em direção ao reconhecimento formal dentro do mercado turístico brasileiro. “É uma modalidade que vem se organizando e ganhando visibilidade. Mato Grosso tem potencial para se tornar uma referência nacional nesse tipo de turismo”, afirma.

Combinando patrimônio natural, histórias locais e experiências voltadas ao imaginário e ao desconhecido, o ufoturismo passa a integrar o conjunto de segmentos que podem contribuir para ampliar o fluxo de visitantes e diversificar a atividade turística em Mato Grosso.

 

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