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Saúde

SES investe R$ 13 milhões em equipamentos para os Hospitais Regionais

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) adquiriu dezenas de equipamentos, como microscópio cirúrgico, ventiladores pulmonares, mesas cirúrgicas e foco cirúrgico para modernizar os Hospitais Regionais do Estado. Ao todo, foram investidos mais de R$ 13 milhões para a modernização das unidades.

“O investimento da Secretaria para a aquisição de equipamentos é fundamental para modernizar as unidades hospitalares do Estado, para que tenham tudo o necessário para prestar um atendimento de excelência aos usuários do Sistema Único de Saúde [SUS]. Essa é uma marca do Governo de Mato Grosso para aprimorar a saúde pública”, avaliou o secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Segundo o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, foram compradas 99 unidades de ventilador pulmonar, sendo 30 para o Hospital Regional de Sorriso, 30 para o Hospital Regional de Colíder, 25 para o Hospital Regional de Alta Floresta e 14 para o Hospital Regional de Sinop.

“O trabalho contínuo para modernizar a estrutura física dos hospitais e trazer tecnologia de ponta para a saúde pública é um compromisso da gestão estadual. Estes novos ventiladores pulmonares vão garantir a assistência necessária aos pacientes com dificuldades respiratórias nas Unidades de Terapia Intensiva [UTI]”, afirmou.

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Conforme a diretora do Hospital Regional de Sorriso, Ione Carvalho, a unidade recebeu ainda um microscópio cirúrgico, em investimento de cerca de R$ 1,7 milhão focado em salvar vidas.

“O Hospital Regional dá um passo importante na modernização do seu centro cirúrgico. Mais do que tecnologia, ganhamos uma ferramenta que vai elevar o nível da nossa assistência, garantindo que procedimentos complexos sejam feitos com o máximo de precisão e segurança. Esse equipamento é um divisor de águas para a nossa Neurocirurgia. Nossa equipe já está treinada e pronta para começar a utilizá-lo”, afirmou a diretora.


Além dos novos ventiladores pulmonares, o Hospital de Alta Floresta recebeu também sete mesas cirúrgicas, ao custo total de R$ 685 mil, e oito unidades de foco cirúrgico, por R$ 512 mil.

Fonte: Governo MT – MT

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Saúde

Novas máquinas de hemodiálise contínua entram em operação no Hospital Central de Mato Grosso

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O Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso é a primeira unidade do Sistema Único de Saúde (SUS) do estado com equipamentos de hemodiálise contínua em operação. O uso dessas máquinas visa garantir mais estabilidade aos pacientes com quadros graves que passaram por procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas e neurocirurgias.

Ao todo, a unidade conta com cinco equipamentos – dois na UTI Pediátrica e três na UTI Adulta -, responsáveis por assumir temporariamente o trabalho dos rins quando eles deixam de funcionar adequadamente, ajudando a manter o organismo em equilíbrio. Porém, o que uma máquina convencional faz num período curto, de cerca de 4h, os novos equipamentos do Hospital Central realizam por prazos de até 72 horas, de forma contínua. Esse período mais longo dá mais estabilidade ao organismo do paciente, o que contribui para uma recuperação mais assertiva.

“Quando você retira muito rápido sangue e toxinas do organismo, o estado de saúde do paciente grave pode piorar e, muitas vezes, é preciso interromper o tratamento. Com essa máquina, é possível fazer essa retirada de forma mais lenta e segura. Isso dá tempo para que os antibióticos façam efeito e para que a equipe consiga estabilizar o organismo do paciente, aumentando as chances de ele atravessar esse período crítico com mais segurança”, esclarece o coordenador médico da UTI Adulta, Eduardo Gomes.

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O procedimento de hemodiálise pode, por exemplo, causar pressão baixa nos pacientes, dentre outras variáveis que descompensam o organismo. No caso de pacientes em quadro crítico, perfil atendido pelo Hospital Central, alterações dessa natureza, quando acontecem de forma mais abrupta, podem tornar o caso ainda mais grave, ampliando o risco. Já com as máquinas de diálise contínua, a chance de instabilidade diminui.

“O paciente no pós-operatório de uma cirurgia cardíaca, por exemplo, já passou por um procedimento complexo e de alto risco. Quando os rins não conseguem funcionar adequadamente, fazer a diálise de forma convencional pode ser mais difícil, porque ele ainda está em um momento de grande fragilidade. Com esse equipamento, a retirada de líquidos acontece de maneira lenta e contínua, o que traz mais segurança durante o tratamento”, acrescenta Eduardo Gomes.

O equipamento também pode auxiliar na retirada do excesso de gás carbônico do organismo. O recurso é importante para pacientes com problemas pulmonares graves, nos quais os pulmões não conseguem eliminar adequadamente esse gás, que se acumula no sangue e agrava o quadro clínico. Com a nova tecnologia, essa remoção pode ser feita de forma contínua e controlada, ampliando o suporte oferecido aos pacientes em estado crítico.

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Para a entrada em funcionamento dos equipamentos, profissionais do Hospital Central passaram por uma qualificação técnica, com a fabricante, e com a equipe do Einstein Hospital Israelita, organização filantrópica responsável pela gestão da unidade pública

“Preparamos os profissionais para utilizar os novos equipamentos e, também, para aplicar protocolos e práticas assistenciais já adotados pelo Einstein. O objetivo foi padronizar o cuidado e garantir aos usuários do SUS de Mato Grosso o mesmo padrão de excelência assistencial que orienta a atuação da organização”, frisa a diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor.

O Hospital Central de Alta Complexidade é uma unidade pública de saúde que atende pacientes do SUS de Mato Grosso, encaminhados pela Central Estadual de Regulação.

Confira neste link um vídeo sobre o funcionamento do equipamento.

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