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Senador Wellington Fagundes deixa hospital e vota cobertura ampla de planos de saúde

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O Senado aprovou nesta segunda-feira, 29, o projeto de lei 2.033/2022, que acaba com o caráter taxativo do rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde (ANS) e amplia a cobertura dos planos de saúde sobre exames, medicamentos, tratamentos e hospitais. O senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, deixou o hospital, onde estava internado com uma crise de diverticulite, para encaminhar a votação favorável. O projeto vai à sanção. 

“Fiz questão de estar aqui. Pedi até para que o meu médico me liberasse um pouquinho mais cedo. Estou aqui com a certeza de que nós estamos fazendo justiça a mais de 50 milhões de pessoas” – acentuou o parlamentar. 

O projeto de lei, de autoria do deputado Cezinha Madureira (PSD-SP), relatado pelo senador Romário (PL-RJ), derrubou a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que limitava o acesso a exames, medicamentos, tratamentos e hospitais. Na época da decisão, Fagundes protestou, já que a medida passaria a afetar 50 milhões de pessoas que detém um plano de saúde. O PL aprovado, segundo Wellington, permite que todo segurado “tenham acesso quando precisarem do médico, quando precisarem do hospital, para terem um tratamento igualitário e justo”.

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Emocionado, Fagundes fez uma reflexão sobre “o que é a vida”. Durante pronunciamento, contou que no período em que ficou em recuperação, desde a tarde de quinta-feira, estava  ao lado de uma enfermaria. Dali, pôde observar as dificuldades mesmo de quem conta com cobertura privada em assistência de saúde.

“Era um hospital privado, que só trata de plano de saúde. Mas a gente vê o sofrimento das pessoas, principalmente dos mais carentes, e é de acordo com o plano de saúde que é também o tratamento. Infelizmente é assim a realidade da situação brasileira” – disse.

O senador do PL de Mato Grosso relatou ainda, sensibilizado, o diálogo que manteve com um amigo, Emival Pontes, portador de uma doença rara, autoimune, reumatológica, que atinge toda a respiração e que necessita de medicamentos de alto custo. “Então, tudo isso é um cuidado que nós devemos ter com as pessoas” – frisou. 

Ao finalizar, Wellington Fagundes também defendeu a aprovação do PL sem alterações e evitar que o projeto retornasse à Câmara dos Deputados.  “Nós temos que ter essa decisão, sobretudo porque isso aqui toca no cuidado das pessoas idosas, das pessoas com deficiência física, dos autistas, das pessoas com doenças raras, daquelas pessoas que estão sofrendo com quimioterapia, e que às vezes não têm o tratamento, que às vezes lhes é negado pelo plano de saúde” – acentuou.

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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), fez questão de cumprimentar o senador mato-grossense. Ele se disse feliz ao ver Fagundes recuperado e já trabalhando normalmente aqui na sessão do Senado. “E desejamos melhoras rápidas.  O Senado precisa de Vossa Excelência” – disse.

 

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Em sessão de homenagem ao Lions, Jayme Campos destaca legado de Whady Lacerda

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Senador Jayme Campos

A memória de Whady Lacerda, falecido no último dia 2 de abril, aos 86 anos, foi destacada pelo senador Jayme Campos (União-MT), durante sessão especial realizada pelo Senado Federal em referência ao Dia do Leonismo Nacional. Lacerda presidiu por muitos anos o Instituto Lions da Visão e era associado fundador e presidente do Lions Clube Cuiabá Visão Solidária e, segundo o senador, “deixou um ‘legado extraordinário’ de humanismo.

Procurador-geral do Estado durante seu Governo, na década de 1990, Jayme Campos ressaltou que Wady Lacerda se caracterizou ao longo do tempo por se constituir em liderança comprometida com causas coletivas. Ele ressaltou que Lacerda “compreendeu que devolver ou preservar a visão de uma pessoa é mais do que um gesto médico ou assistencial: é devolver autonomia, dignidade, esperança e futuro”.

“Em sua caminhada, o voluntariado não foi ornamento; foi missão. A solidariedade não foi discurso; foi prática. E o serviço ao próximo não foi ocasião; foi vocação permanente – afirmou o senador. No Lions, Whady Lacerda foi mais do que participante. Foi protagonista”.

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O Instituto Lions da Visão em Cuiabá é considerado crucial para Mato Grosso por ser referência filantrópica, atendendo pacientes de todo o estado através do SUS. Ele abriga um dos maiores hospitais oftalmológicos da América Latina, com capacidade para 300 cirurgias/dia, crucial para reduzir filas de espera, além de realizar triagens oftalmológicas em escolas municipais.

Ao final, o senador associou a homenagem institucional prestada pelo Senado ao Lions Clube a uma homenagem humana e fraterna à família de Whady Lacerda, reiterando solidariedade e respeito. Também manifestou reverência ao Lions Clube e reconhecimento aos seus membros pela contribuição prestada à sociedade.

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