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Educação

Seduc-MT abre Processo Seletivo para bibliotecários e nutricionistas com salário de R$ 7.845,50

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) lançou um Processo Seletivo Simplificado com salário de R$ 7.845,50 para jornada de 40 horas semanais, voltado à contratação temporária de bibliotecários e nutricionistas. As inscrições são gratuitas.

O edital nº 001/2026/GS/SEDUC/MT foi publicado no Diário Oficial do Estado nesta segunda-feira (19) e prevê vaga imediata e cadastro de reserva para o cargo de Bibliotecário, além de cadastro de reserva para Nutricionista, ambos na carreira de Analista de Desenvolvimento Econômico e Social.

Os profissionais selecionados poderão atuar nas Diretorias Regionais de Educação, Diretoria Metropolitana de Educação e/ou no Órgão Central da Seduc, conforme a formação e a experiência exigidas no edital.

A contratação será realizada por Contrato por Tempo Determinado, conforme a Lei Complementar nº 600/2017, para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público, com prazo de início e término previamente definidos. As contribuições previdenciárias serão recolhidas junto ao INSS.

Todo o processo seletivo será regido pelo edital, seus anexos, eventuais retificações e editais complementares, com divulgação de resultados, convocações e demais informações exclusivamente pelo Sistema Estadual de Seleção de Mato Grosso (SIES/MT), disponível no endereço eletrônico https://seletivo.seplag.mt.gov.br, além do portal oficial da Seduc.

Leia mais:  Alan Porto defende atualização da lei da carreira da Educação para acompanhar transformação das escolas de MT

A Seduc alerta que o acompanhamento das etapas é de responsabilidade exclusiva do candidato, não havendo garantia de convocação imediata, inclusive para aqueles classificados em cadastro de reserva. Conforme o edital, o cadastro garante apenas expectativa de direito à contratação, condicionada à existência de vagas e ao interesse da Administração Pública.

Outro destaque do certame é a isenção da taxa de inscrição. Ao se inscrever, o candidato declara ciência e concordância com todas as regras do edital, além de confirmar que atende aos requisitos exigidos, que deverão ser comprovados no ato da inscrição.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, no período previsto no cronograma do Anexo I do edital, por meio de formulário eletrônico disponível no SIES/MT. Para acessar o sistema, é necessário realizar previamente o cadastro no MT Login, pelo endereço https://seletivo.seplag.mt.gov.br.

O edital também garante a reserva de 10% das vagas para pessoas com deficiência (PcD), que participarão do processo seletivo em igualdade de condições com os demais candidatos, conforme a legislação vigente.

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O edital completo e outras informações podem ser consultados no edital em anexo.

Cronograma do seletivo
• Resultado da impugnação: 23/1/2026
• Inscrições e envio de documentação: 28/1/2026 até 6/2/2026 (23h59)
• Análise das inscrições: 9/2/2026 a 13/2/2026
• Resultado preliminar: 13/2/2026, a partir das 17h
• Recursos: 18/2/2026 (14h) a 20/2/2026 (14h)
• Resultado final: 24/2/2026
• Homologação: 24/2/2026
• Convocação: 25/2/2026

 

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Educação

Alan Porto defende atualização da lei da carreira da Educação para acompanhar transformação das escolas de MT

Candidato a deputado estadual afirma que Lei Complementar 50, criada em 1998, não acompanha a atual estrutura das escolas e precisa ser modernizada

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Ex-secretária de Educação, Alan Porto

O ex-secretário de Estado de Educação de Mato Grosso e candidato a deputado estadual Alan Porto (Republicanos) defende a necessidade de atualização da Lei Complementar nº 50/1998, que estabelece a carreira dos profissionais da Educação Básica do Estado. Para ele, a legislação, criada há quase três décadas, não acompanha as transformações pelas quais passaram as escolas da rede estadual e precisa ser revisada para incorporar novas funções, modelos de ensino e estruturas pedagógicas.

A LC 50/1998, que tem como objetivo organizar e estruturar a carreira dos profissionais da Educação Básica, incluindo professores, profissionais de suporte pedagógico e servidores das áreas administrativa e de apoio, já recebeu diversas alterações ao longo dos anos, entre elas mudanças promovidas pela Lei Complementar nº 807, de 2024.

Na avaliação de Alan Porto, porém, as mudanças pontuais não são suficientes para adequar o marco legal à realidade atual da rede estadual. “Precisamos melhorar a Lei Complementar 50. Uma lei obsoleta, que não representa a atual estrutura organizacional dentro da escola de Mato Grosso”, afirma.

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Como exemplo, o ex-secretário cita a presença de equipes psicossociais nas unidades escolares. Segundo ele, profissionais como psicólogos e assistentes sociais passaram a fazer parte da realidade das escolas, mas não estão adequadamente contemplados na estrutura estabelecida pela legislação original (LC 50/1998).

Alan Porto, que esteve à frente da Seduc no período de 2019 a 2026, destaca as mudanças nos modelos educacionais adotados pela rede estadual a partir de 2019. Entre elas estão as escolas vocacionadas, as unidades de tempo integral e a ampliação de atividades curriculares, como projetos de vida, protagonismo juvenil e grêmios estudantis. “Nossas leis precisam ser ajustadas a esse novo momento”, defende

Legado na Educação

A proposta é apresentada por Alan Porto como uma das razões para sua candidatura à Assembleia Legislativa. Na avaliação do ex-secretário, a atuação parlamentar será fundamental para garantir continuidade das políticas implementadas em Mato Grosso nos últimos anos, que incluem uma série de investimentos em infraestrutura, tecnologia, alimentação, material didático moderno e novos modelos pedagógicos. “Precisamos proteger esse legado”, afirma.

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Entre os resultados utilizados pelo ex-secretário para sustentar essa avaliação está a evolução de Mato Grosso no Ideb. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Educação, o Mato Grosso passou da 22ª posição nacional em 2019 para a 6ª colocação em 2026.

O ex-secretário destaca que ainda existem desafios a serem enfrentados e que nem todas as mudanças poderiam ser concluídas em sete anos. “Temos ações ainda que precisam avançar, mas nesse caminho que estamos seguindo, eu não tenho dúvida nenhuma que nos próximos anos nós teremos a melhor educação do Brasil”, declara.

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