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Policial Militar salva bebê de parada respiratória

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(imagem meramente ilustrativa) | Foto: Gilson Abreu

Em um ato de heroísmo e prontidão, um policial militar salvou a vida de um recém-nascido que sofreu uma parada respiratória na tarde desta segunda-feira (30.03). O incidente, ocorrido por volta das 12h45, mobilizou familiares e populares em desespero, que buscaram socorro junto ao militar que estava a caminho do trabalho.

O sargento, que se deslocava em seu veículo particular, foi abordado por cidadãos em uma rua que clamavam por ajuda. Ao verificar a situação, constatou que uma criança de aproximadamente um mês e meio estava inconsciente e sem sinais vitais, em uma condição de extrema urgência.

Sem hesitar e demonstrando todo o treinamento recebido, o policial iniciou imediatamente manobras de primeiros socorros e técnicas de reanimação no local. Em poucos e tensos instantes de intervenção, o resultado esperado e aliviador veio: o bebê voltou a apresentar sinais vitais, retomando a respiração e, para alegria de todos, começou a chorar.

A chegada de uma equipe do Corpo de Bombeiros na sequência confirmou a estabilização do recém-nascido, que foi então encaminhado a uma unidade de saúde para avaliação médica mais aprofundada, permanecendo sob os cuidados de seus pais. A ação rápida e decisiva do policial militar foi fundamental para garantir que o pequeno pudesse ter uma nova chance, transformando um momento de pânico em um desfecho feliz. O episódio ressalta a importância da capacitação em primeiros socorros e a dedicação dos profissionais de segurança pública à proteção da vida.

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PC investiga esquema de desvio de cestas básicas envolvendo vereadores e prejuízo de quase R$ 2 milhões

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A Polícia Civil de Mato Grosso realizou nesta sexta-feira (03.07) uma operação intitulada “Mesa Vazia”, dando continuidade as investigações que apuram um suposto esquema de corrupção que teria sido estruturado por vereadores e funcionários públicos de Barra do Garças (a 516 km de Cuiabá).

Segundo a polícia o grupo desviou de cerca de 13 mil cestas básicas e kits de higiene que seriam destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social. O prejuízo foi estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres estaduais.

A investigação da Polícia Civil indica que os parlamentares teriam se articulado para desviar insumos do programa SER Família Solidário, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

Segundo a representação policial, o grupo operava um fluxo paralelo de distribuição: os produtos, que deveriam chegar a beneficiários cadastrados, eram redirecionados para endereços particulares, como chácaras e sedes de associações, sem qualquer registro oficial ou prestação de contas.

A acusação envolve 5 vereadores, sendo três do (Juntos Podemos Mudar o Mundo) “Podemos”, um do Partido Renovação Democrática (PRD e um do Partido da Mulher Brasileira (PMB).

Apesar de negar os pedidos de prisão preventiva e o afastamento dos cargos parlamentares — sob o argumento de que a representação não apresentou elementos contemporâneos que justificassem medidas tão drásticas neste momento —, a Justiça autorizou o cumprimento de 47 ordens judiciais.

Entre elas, estão mandados de busca e apreensão, quebras de sigilos telefônico e telemático, e a extração de dados de dispositivos eletrônicos. Por outro lado, o juiz determinou o afastamento cautelar de dois servidores da Agência de Regulação e Fiscalização de Barra do Garças (Agirf), apontados como articuladores operacionais do esquema.

Conforme a Polícia Civil, a logística do desvio era sofisticada. Motoristas responsáveis pelo transporte da carga, proveniente de Cuiabá, teriam sido orientados a descarregar os produtos em locais divergentes dos indicados na documentação oficial.

Há relatos de que esses profissionais teriam recebido pagamentos extras — inclusive via transferências eletrônicas — para ignorar os protocolos de entrega. A investigação sustenta que, entre 2021 e 2025, a estrutura organizada mantinha divisões de tarefas bem definidas, envolvendo desde a captação das cestas na Setasc até o armazenamento e a redistribuição ilícita.

Em nota oficial, a Câmara Municipal de Barra do Garças afirmou que respeita o trabalho das autoridades e que prestará “total e irrestrito apoio” às investigações. O Legislativo destacou ainda que assegurará as prerrogativas dos parlamentares investigados, garantindo a eles o direito ao contraditório e à ampla defesa.

Apesar da decisão judicial ter mantido os vereadores em suas funções, a operação marca um capítulo crítico na política local. O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) havia emitido parecer favorável ao afastamento dos parlamentares, indicando que a permanência deles nos cargos poderia interferir na colheita de provas.

Com a execução dos mandados, a Polícia Civil agora concentra esforços na análise do material apreendido para robustecer as evidências e identificar possíveis novos envolvidos na rede de desvios.

O caso segue sob sigilo parcial para resguardar as próximas etapas da instrução processual. A defesa dos parlamentares citados não foi localizada para comentar os desdobramentos da operação.

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