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Polícia Civil prende receptador de gado roubado com três armas de fogo

Os animais foram encontrados em uma propriedade denominada Morro da Confusão, em Novo São Joaquim, onde após a conferência e contagem ficou confirmado 39 animais e não 41 cabeças como chegou a ser divulgado.

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PJC | MT

fazenda onde foi encontrado o gado roubado

Propriedade denominada Morro da Confusão, em Novo São Joaquim

As investigações do furto de cerca de 50 reses de gado de uma fazenda em Água Boa resultaram na prisão do receptador e recuperação de 39 animais. Desde o furto, em 12 de fevereiro, a Polícia Civil de Barra do Garças, após informações de que o gado poderia estar na localidade de Novo São Joaquim, realizava diligências.

 

Os animais foram encontrados em uma propriedade denominada Morro da Confusão, em Novo São Joaquim, onde após a conferência e contagem ficou confirmado 39 animais e não 41 cabeças como chegou a ser divulgado.

 

O dono do imóvel rural, A.A.G, foi preso em flagrante pelo crime de receptação de animal e posse ilegal de arma de fogo e munição. Foram localizadas em sua posse além do gado furtado, 1 revólver calibre 38, uma carabina calibre 38 e uma espingarda calibre 32, e 16 munições intactas.

PJC | MT

Delegado Adilson Gonc?alves de Macedo

Delegado, Adilson Gonçalves de Macedo

O suspeito será encaminhado para audiência de custódia no Município de Novo São Joaquim. As investigações continuam para identificar os autores do furto.

 

O gado furtado leva a marca MD e, segundo o proprietário foi levado na madrugada da última terça-feira (12), utilizando um caminhão do tipo boiadeiro para o transporte.

 

O travalho investigativo operacional teve a coordenação dos delegados Adilson Gonçalves de Macedo e Wilyney Santana Borges.

 

*Com informações da PJC | MT

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Cuiabá

Maysa Leão cobra Prefeitura sobre fila de 24 mil pessoas à espera de atendimento em saúde mental

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Vereadora Maysa Leão

A vereadora Maysa Leão (Republicanos) cobrou, durante a sessão desta terça-feira (29), na Câmara de Cuiabá, respostas da Prefeitura para a fila de cerca de 24 mil pessoas que aguardam atendimento psiquiátrico e psicoterápico no município. Por meio de requerimento de informação, a parlamentar questionou a Secretaria Municipal de Saúde sobre quais medidas serão adotadas para reduzir a espera e ampliar o atendimento em saúde mental.

No encerramento do Setembro Amarelo, Maysa alertou que o sofrimento psíquico acontece durante todo o ano e relatou o caso de uma jovem de 23 anos, com transtorno bipolar e depressão profunda, que procurou ajuda na Policlínica do Coxipó, em unidade básica de saúde e no CAPS. Segundo o relato recebido pelo gabinete, mesmo após buscar atendimento em diferentes pontos da rede, a jovem não recebeu a assistência necessária e acabou tirando a própria vida.

“Essa menina procurou ajuda. Passou por vários pontos da nossa rede, pediu socorro e não teve o atendimento de que precisava. A mãe guarda até hoje os prontuários e as cartas da filha. A minha filha tem 22 anos. Eu não consigo imaginar o tamanho da dor dessa mãe. E não consigo olhar para uma fila de 24 mil pessoas e tratar isso apenas como um número”, afirmou Maysa.

A vereadora também citou o caso da mãe da jornalista Janaiara, que morreu por suicídio e, segundo o relato apresentado por Maysa, recebeu uma mensagem da Prefeitura informando sobre sua consulta dois anos depois da morte. “Não estamos falando apenas de uma fila. Estamos falando de pessoas que estão sofrendo e procurando o poder público porque precisam de ajuda. Depressão é doença e precisa ser tratada como doença. Quem tem diabetes ou um problema cardíaco procura atendimento e não é questionado. Quem tem depressão também precisa ser acolhido, atendido e respeitado”, destacou.

Maysa reforçou que o debate sobre saúde mental não pode terminar com o Setembro Amarelo. “A depressão, o sofrimento psíquico e o risco de suicídio acontecem nos 365 dias do ano. Eu quero saber o que o município de Cuiabá está fazendo para resolver essa fila de 24 mil pessoas que esperam por atendimento psiquiátrico e psicoterápico. Essa é a pergunta que eu faço hoje e que precisa de uma resposta”, finalizou.

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