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Pivetta convoca mais 370 professores para rede estadual de ensino

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O governador Otaviano Pivetta anunciou, nesta quinta-feira (30.04), a convocação de mais 370 professores aprovados no concurso da Educação e que estavam no cadastro de reserva. Com o novo chamamento, o Estado alcança a meta estabelecida para este ciclo e totaliza 1.500 profissionais nomeados desde o ano passado.

De acordo com Pivetta, a ampliação do quadro efetivo faz parte das ações prioritárias para fortalecer a rede estadual de ensino. O governador destacou que a chegada dos novos educadores reforça o compromisso de elevar os indicadores de aprendizagem e ampliar as oportunidades para os estudantes.

“Estamos avançando com responsabilidade no ensino em Mato Grosso. Esses novos profissionais efetivos vão contribuir diretamente para melhorar a qualidade do ensino, garantir mais oportunidades para os estudantes e fazer da nossa rede uma das melhores do Brasil”, afirmou.

A parte administrativa da convocação está sendo conduzida pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) em parceria com a Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag). A secretária de Educação, Flavia Emanuelle, explicou que o Estado está concluindo a segunda etapa do chamamento dos candidatos que integram o cadastro de reserva.

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“Estamos na fase da segunda chamada do cadastro de reserva para completar o certame. Estamos ansiosos para receber os novos servidores e é assim que vamos construir uma educação de qualidade para o nosso estado”, declarou.

Os convocados devem iniciar o processo de apresentação de documentos e demais etapas previstas para a posse nos próximos dias, reforçando o quadro docente e ampliando a cobertura nas unidades escolares de Mato Grosso.

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Senado aprova criação da Universidade Federal do Norte de Mato Grosso

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Vou preparar uma matéria jornalística detalhada com base nas informações fornecidas sobre a aprovação do projeto para a criação da Universidade Federal da Região Norte de Mato Grosso. A reportagem abordará os pontos cruciais da proposta, incluindo a transferência do campus de Sinop, a autonomia da nova instituição e os próximos passos no processo legislativo.

A Comissão de Educação do Senado deu um passo decisivo para a reorganização do ensino superior público em Mato Grosso ao aprovar o projeto que autoriza a criação da Universidade Federal da Região Norte de Mato Grosso (UFRNMT), estruturada a partir do atual campus de Sinop da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A iniciativa, proposta pelo senador Wellington Fagundes (PL), segue agora para análise na Câmara dos Deputados.

A nova instituição será formada com base em toda a estrutura já existente em Sinop: patrimônio, direitos, cursos, estudantes e corpo docente serão automaticamente transferidos para a futura universidade. Até que seu estatuto próprio seja elaborado e aprovado, a UFRNMT funcionará sob as normas vigentes da UFMT e pelas diretrizes federais.

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O modelo previsto é o de autarquia especial vinculada ao Ministério da Educação, o que lhe garante autonomia administrativa e financeira semelhante à estrutura que, anos antes, deu origem à Universidade Federal de Rondonópolis (UFR). O campus manterá seus cursos atuais, ampliará as atividades de pesquisa e continuará executando projetos de extensão voltados à região norte do estado — uma das áreas que mais cresce em população e demanda por qualificação profissional.

Relator da proposta, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) destacou que o texto tem caráter autorizativo, mas busca acelerar o cumprimento de metas nacionais para expansão do ensino superior.
“É importante reconhecer que Sinop já funciona como uma universidade, na prática. Essa mudança é administrativa, mas representa avanço para Mato Grosso e para a interiorização da educação pública”, afirmou.

A transição para os estudantes também está prevista no projeto. Todos os acadêmicos atualmente matriculados passarão automaticamente a integrar o corpo discente da nova universidade, sem necessidade de adaptações curriculares ou procedimentos adicionais.

Após a sanção da lei, a instituição terá 180 dias para apresentar ao Ministério da Educação sua proposta de estatuto. O financiamento virá de dotações orçamentárias da União, convênios e outras fontes formais previstas para autarquias federais.

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Se a proposta avançar na Câmara, Mato Grosso poderá ganhar sua terceira universidade federal autônoma, fortalecendo o ensino superior, a pesquisa científica e o desenvolvimento regional do Norte do estado.

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