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Orquestra Jovem de Nova Mutum tem inscrições abertas

O Ponto de Cultura já recebeu mais 90 novas inscrições, este ano, e a estimativa é iniciar as aulas com 400 crianças e adolescentes matriculados

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Da Assessoria

Nova Mutum - Orquestra Jovem

Nova Mutum – Orquestra Jovem

Em 2019, a Orquestra Jovem de Nova Mutum, um dos 32 Pontos de Cultura apoiados pela Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, comemora uma década de atividades voltadas para o ensino musical e para a formação de novas plateias.  

 

Desde o início do ano, a Orquestra está com inscrições abertas para novos instrumentistas. Muitas vagas já foram preenchidas, mas ainda há disponibilidade para algumas aulas. São elas: Coral (período matutino e vespertino); trompete (matutino); clarinete (matutino); viola caipira (matutino); flauta doce (matutino); percussão (matutino e vespertino).

 

O Ponto de Cultura já recebeu mais 90 novas inscrições este ano, e a estimativa é iniciar as aulas com 400 crianças e adolescentes matriculados. “Para este ano muita coisa nova está para acontecer. Esperamos contar com a participação de toda comunidade. E agradeço aos pais, que nos confiaram mais uma vez seus filhos”, adianta Edmar Nascimento, diretor executivo da Orquestra Jovem de Nova Mutum.

 

As inscrições seguem até sexta-feira (08.02). Aos interessados, a matrícula será realizada exclusivamente no endereço da Escola de Música Orquestra Jovem de Nova Mutum, localizada na Avenida Mutum, 712 N, Centro, Nova Mutum. Pais e responsáveis precisam apresentar documentos (CPF e RG) e uma cópia da conta de água, para mapeamento dos alunos por bairro.

 

Visite a página da escola em http://orquestranovamutum.org.br e saiba mais sobre métodos de ensino e acompanhe notícias sobre o início da Temporada 2019.  

 

Serviço

 

Inscrições abertas para cursos de instrumentos de orquestra na Escola de Música Orquestra Jovem de Nova Mutum até dia 08 de fevereiro e podem ser realizadas na sede da Escola em horário comercial (Avenida Mutum, 712 N, centro, Nova Mutum). Informações pelo telefone: (65) 3308-3667.

 

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Cuiabá

Maysa Leão cobra Prefeitura sobre fila de 24 mil pessoas à espera de atendimento em saúde mental

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Vereadora Maysa Leão

A vereadora Maysa Leão (Republicanos) cobrou, durante a sessão desta terça-feira (29), na Câmara de Cuiabá, respostas da Prefeitura para a fila de cerca de 24 mil pessoas que aguardam atendimento psiquiátrico e psicoterápico no município. Por meio de requerimento de informação, a parlamentar questionou a Secretaria Municipal de Saúde sobre quais medidas serão adotadas para reduzir a espera e ampliar o atendimento em saúde mental.

No encerramento do Setembro Amarelo, Maysa alertou que o sofrimento psíquico acontece durante todo o ano e relatou o caso de uma jovem de 23 anos, com transtorno bipolar e depressão profunda, que procurou ajuda na Policlínica do Coxipó, em unidade básica de saúde e no CAPS. Segundo o relato recebido pelo gabinete, mesmo após buscar atendimento em diferentes pontos da rede, a jovem não recebeu a assistência necessária e acabou tirando a própria vida.

“Essa menina procurou ajuda. Passou por vários pontos da nossa rede, pediu socorro e não teve o atendimento de que precisava. A mãe guarda até hoje os prontuários e as cartas da filha. A minha filha tem 22 anos. Eu não consigo imaginar o tamanho da dor dessa mãe. E não consigo olhar para uma fila de 24 mil pessoas e tratar isso apenas como um número”, afirmou Maysa.

A vereadora também citou o caso da mãe da jornalista Janaiara, que morreu por suicídio e, segundo o relato apresentado por Maysa, recebeu uma mensagem da Prefeitura informando sobre sua consulta dois anos depois da morte. “Não estamos falando apenas de uma fila. Estamos falando de pessoas que estão sofrendo e procurando o poder público porque precisam de ajuda. Depressão é doença e precisa ser tratada como doença. Quem tem diabetes ou um problema cardíaco procura atendimento e não é questionado. Quem tem depressão também precisa ser acolhido, atendido e respeitado”, destacou.

Maysa reforçou que o debate sobre saúde mental não pode terminar com o Setembro Amarelo. “A depressão, o sofrimento psíquico e o risco de suicídio acontecem nos 365 dias do ano. Eu quero saber o que o município de Cuiabá está fazendo para resolver essa fila de 24 mil pessoas que esperam por atendimento psiquiátrico e psicoterápico. Essa é a pergunta que eu faço hoje e que precisa de uma resposta”, finalizou.

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