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O câncer não é uma doença, mas mais de 100 mutações celulares. Veja o caso da mulher que teve 12 cânceres

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por Edmundo Pacheco I Portal Mato Grosso

Em todo mundo, são esperados 28,4 milhões de novos casos de Câncer em 2040, um aumento de aproximadamente 47% em relação a 2020. Esse aumento será ainda mais expressivo em países com IDH considerado baixo ou médio, estimado em 96% de crescimento na incidência de novos casos de câncer em relação a 2020.

O que muitos não sabem é que o câncer (ou tumor maligno) não é uma doença, mas o nome dado a um conjunto de mais de 100 mutações celulares que se agrupam formando verdadeiros exércitos que invadem tecidos e órgãos e vão formando tumores (metástases) até destruir todo o corpo.

 

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Existem mais de 100 tipos de câncer, que correspondem aos vários tipos de células presentes no corpo humano. O câncer de pele, por exemplo, tem vários tipos, uma vez que a pele é o maior órgão do corpo humano e é composta por mais de um tipo de célula. Os três tipos mais comuns são o  Carcinoma basocelular (CBC); Carcinoma espinocelular (CEC) e o Melanoma. Costumam se formar a partir dos 50-60 anos, porém podem surgir em qualquer idade, principalmente se a pessoa tiver alguma predisposição genética.

Os cânceres mais comuns e que

Câncer anal, da bexiga, de boca, colorretal, do colo do útero, do esôfago, do estômago, do fígado, de laringe, Leucemia, Linfoma de Hodgkin, Linfoma não-Hodgkin, Câncer de mama, do ovário, de pâncreas, de pele melanoma e não melanoma, do pênis, de próstata, do pulmão, do testículo, Tumores de Ewing e os cânceres infantis

O que diferencia os diversos tipos de câncer são a velocidade com que as células doentes afetadas e modificadas se multiplicam e a sua capacidade de invadir tecidos e órgãos vizinhos ou distantes. A agressividade da metástase é a principal causa de mortes por câncer, já que se torna difícil o tratamento. quando se corta e retira um tumor ele ressurge do nada em outro lugar e às vezes pipoca em vários pontos diferentes.

Dizem que a principal causa de câncer é “estar vivo”, já que há centenas de motivações que pode provocar o crescimento desordenado de um grupo de células e isso levar à formação de um tumor. A multiplicidade de fatores é a maior dificuldade para se chegar a uma cura. Por exemplo, o Covid-19 é um vírus agressivo, que consegue se multiplicar rapidamente e mudar, dificultando o combate. Mas sabe-se que é provocado por um vírus. Então, desenvolve-se uma vacina para aquele vírus e ai é só adaptar ás suas mutações.

Agora, como fazer uma vacina para combater uma doença que pode ser provocada pelo Sol, pelo cigarro, por bebidas alcoólicas, alimentação, peso corporal, hábitos sexuais, fatores ocupacionais, bebidas alcoólicas, exposição solar, radiações, medicamentos etc. E esses são apenas alguns dos fatores de risco conhecidos. Porque você pode não se enquadrar em nenhum desses fatores conhecidos e assim ter um câncer. Ou vários, como vereamos a seguir:

A MULHER DOS 12 CÂNCERES – Um grupo de pesquisadores espanhóis conseguiu desvendar o mistério de uma mulher que teve 12 tipos de câncer antes dos 36 anos, 5 malignos.

O primeiro tumor foi identificado aos dois anos, no canal auditivo. Aos 15, ela foi diagnosticada com o segundo, câncer de colo de útero. Aos 20 anos, um tumor de glândula salivar foi removido cirurgicamente. Um ano depois, ela passou por uma nova cirurgia para remover um sarcoma de baixo grau. Até chegar aos 30 anos, outros vários tumores foram identificados. O resultado da análise apontou que ela tinha uma mutação única e rara que a tornou significativamente mais propensa a doença.

Segundo um estudo publicado na revista Science Advances a mulher tinha uma mutação em ambas as cópias do gene MAD1L1, algo considerado inédito em humanos. O gene MAD1L1 é responsável por uma peça-chave do processo que ajuda a alinhar os cromossomos antes que uma célula seja dividida.

Mutações do tipo no gene não eram conhecidas, até agora. Chamada de mutação genética dupla (ou homozigótica), a reação já foi testada em embriões de camundongos e se mostrou letal. Ao avaliar a família da paciente, nenhum membro apresentou a característica de duplicidade. Por isso, o achado em um organismo humano é uma descoberta e tanto para os cientistas, e com certeza algo que demandará ainda mais estudos.

Os seres humanos normalmente têm 23 pares de cromossomos no núcleo de cada célula do corpo. Eles são pacotes de DNA que vêm em forma de ‘X’ e se formam quando uma célula está prestes a sofrer a divisão ou replicação celular, criando as chamadas células-filhas. Em cada par de cromossomos, um vem da mãe da pessoa e o outro do pai.

Nesta mulher, a mutação estava causando disfunção na replicação celular e criando células com diferentes números de cromossomos. Cerca de 30% a 40% de suas células sanguíneas tinham um número anormal de cromossomos.

Segundo os pesquisadores, existe uma condição rara chamada Aneuploidia Variegada em Mosaico (MVA, sigla em inglês) onde se observa vários números de cromossomos em células diferentes, como um mosaico de azulejos de cores diferentes. Essa condição parte exatamente desse tipo de mutação — como a vista na paciente, porém a dela sendo uma nova variante. Embora ainda não esteja claro o papel da aneuploidia no câncer, cerca de 90% dos tumores têm células cancerígenas com cromossomos extras ou ausentes.

Pessoas com MVA apresentam atraso no desenvolvimento, microcefalia, deficiência intelectual e outros defeitos congênitos. O interesse dos pesquisadores se deu justamente porque mesmo com o tipo de mutação, a mulher não apresentava deficiência intelectual e vivia uma vida relativamente normal, tirando os corriqueiros diagnósticos de câncer.

“Ainda não entendemos como esse indivíduo pode ter se desenvolvido durante o estágio embrionário, nem superado todas essas patologias”, afirmou Marcos Malumbres, biólogo molecular, chefe da Divisão de Células e Grupo de Câncer do Centro Nacional de Investigação do Cancro da Espanha e coautor do estudo.

Ante aos dados, a pesquisa concluiu que pessoas com MVA, embora mais suscetíveis ao câncer, podem ter uma “resposta imunológica aprimorada”. Para os cientistas, a análise do caso “pode oferecer novas oportunidades para o manejo clínico” de pacientes com a condição.

Com informações do Olhar Digital e Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (IARC)

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Como treinar ombro em casa: guia de exercícios

Descubra como treinar ombros em casa com exercícios eficazes para ganhar força e definição. Este guia completo oferece dicas práticas e técnicas para resultados visíveis.

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É muito importante treinar os ombros para ter força e estabilidade. Você pode fazer isso em casa, sem precisar de equipamentos caros.

Basta usar o seu corpo e objetos simples, como garrafas de água. Praticar exercícios de ombro em casa ajuda a fortalecer esses músculos. Isso melhora a postura e diminui o risco de lesões.

Você pode fazer elevações laterais, remadas inversas e flexões de ombros, ajustando o peso e as repetições conforme sua capacidade.

A importância do treino de ombros para a saúde e estética

O treino de ombro em casa é essencial para a saúde e beleza do corpo. Ele ajuda a prevenir lesões como osteoartrite e tendinite. Também melhora a capacidade de levantar pesos e aumenta a força muscular.

“Para começar, é fundamental compreender a anatomia do ombro, incluindo seus músculos e articulações. Com as orientações adequadas, é possível personalizar o treino de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Treinar os ombros não só melhora a postura, mas também reduz significativamente o risco de lesões”, comentou um dos melhores ortopedistas de ombro em Goiânia.

Benefícios do fortalecimento dos ombros

Fortalecer os ombros traz muitos benefícios. Melhora a força e a flexibilidade do corpo. Também ajuda a ganhar massa muscular e aumenta a amplitude de movimento.

Anatomia básica do ombro

A anatomia do ombro envolve músculos e articulações. Conhecer essa anatomia é crucial para fazer exercícios seguros e eficazes. Isso permite adaptar o treino para cada pessoa.

Por que treinar ombros em casa é eficaz?

O treino de ombros em casa é eficaz porque se ajusta a cada pessoa. Exercícios simples, como a elevação lateral com halteres, são muito eficazes. Com as dicas certas, é possível melhorar a saúde e a estética do corpo.

Como treinar ombro em casa: exercícios básicos sem equipamentos

Para começar o treino de ombro em casa, o ideal é iniciar com exercícios simples que não exigem equipamentos especiais.

Movimentos como elevações laterais, frontais e rotacionais são excelentes opções e podem ser realizados com pesos leves, como mochilas preenchidas com arroz ou feijão.

Por exemplo, a elevação lateral pode ser feita com pesos de 1 ou 2 kg, utilizando mochilas com arroz ou feijão. Já a elevação frontal pode ser executada com pacotes de 1 kg, como os de arroz ou feijão.

Para quem prefere um exercício sem peso, a prancha com elevação de braço é uma ótima alternativa, focando no fortalecimento dos deltoides.

Para um treino eficaz, recomenda-se realizar 2 a 3 séries de 10 a 12 repetições, de 2 a 3 vezes por semana. Escolha de 3 a 4 exercícios por sessão e ajuste a intensidade e o volume ao longo do tempo, conforme sua evolução.

Após o treino, não se esqueça de alongar os braços para relaxar a musculatura e prevenir tensões.

Com essas orientações, você pode montar um treino de ombro em casa, sem a necessidade de equipamentos específicos, contribuindo para o fortalecimento e a definição muscular.

Lembre-se sempre de manter a postura correta e priorizar a segurança durante a execução. Em caso de dúvidas, consulte um profissional de saúde ou um personal trainer para orientações personalizadas.

Técnicas avançadas para maximizar seus resultados

Para ter um treino de ombro eficaz em casa, é essencial usar técnicas avançadas. Isso inclui exercícios variados, ajustes de intensidade e progressão. Também é importante cuidar do tempo de descanso e recuperação.

Para mulheres, exercícios como o military press e o side raise são muito bons. Eles ajudam a fortalecer os deltoides.

Variações de exercícios para diferentes níveis

Exercícios como o military press e o side raise podem ser ajustados para todos. Para o military press, faça 4 séries de 10 repetições. Isso ajuda muito na hipertrofia.

O side raise é ótimo para trabalhar a cabeça medial do deltóide. Faça 4 séries de 10 repetições. Essas mudanças são cruciais para um treino de ombro bem-sucedido em casa.

Ajustes de intensidade e progressão

É muito importante ajustar a intensidade e a progressão do treino. Isso ajuda a evitar lesões e traz melhores resultados.

Para mulheres, um bom protocolo é fazer 4 séries de 10 repetições no military press e no side raise. Com o tempo, aumente a carga ou o número de repetições. Isso fará o treino mais eficaz.

Tempo de descanso e recuperação

O descanso e a recuperação são essenciais para um treino de ombro bem-sucedido. Deixe 1 a 2 minutos de descanso entre as séries. Evite usar técnicas avançadas demais para não sobrecarregar os músculos.

Além disso, faça o treino de ombro em dias diferentes do treino de peito. Isso ajuda a melhorar o desempenho.

Erros comuns e como evitá-los no treino de ombro

Para evitar lesões e fazer um treino de ombro bem em casa, é essencial saber os erros comuns. É importante não fazer mais de 4 séries de desenvolvimento e elevações frontais se fizer mais de 8 séries de supino/paralela.

Também é bom esperar pelo menos 3 dias para treinar ombros depois de fazer treino de peito.

Outro erro comum é não aquecer bem ou fazer os exercícios de forma errada. Para evitar isso, faça 8 a 12 repetições com uma cadência de 1 segundo subindo e 2 segundos descendo. Isso ajuda a isolar o deltoide médio corretamente.

Faça exercícios de rotação interna e externa para estabilizar o ombro e evite a ‘fatiga’ no final do exercício. Para encontrar os melhores exercícios para ombro em casa, mude os exercícios e não faça a mesma rotina.

Varie os métodos de desenvolvimento, como usar cabos e máquinas. Faça exercícios de rotação interna e externa. Com essas dicas, você evita lesões e faz um treino de ombro seguro e eficaz.

Montando sua rotina personalizada de treino

De acordo com especialistas em ortopedia da clínica COE, localizada em Goiânia, para fazer uma rotina de treino de ombro em casa, é importante pensar bem na frequência e nos exercícios. A rotina deve se ajustar ao seu nível de condicionamento e objetivos.

Exercícios como elevação lateral e remada aberta são bons para o ombro. Também é essencial fazer alongamentos para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Frequência ideal de treinos

A frequência de treinos de ombro em casa varia conforme o seu nível e objetivos. Em geral, 2-3 treinos por semana são o suficiente para ver resultados.

Combinando exercícios efetivamente

Para combinar exercícios, várias opções que trabalhem diferentes músculos do ombro são necessárias. Também é crucial dar tempo de descanso e recuperação entre os treinos.

Adaptando o treino ao seu nível

Adaptar o treino ao seu nível envolve ajustar a intensidade e duração dos exercícios. Incluir exercícios de aquecimento e alongamento é fundamental para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Transforme seus ombros com dedicação e consistência

Para melhorar seus ombros, é essencial ser dedicado e consistente. Faça os exercícios regularmente para ver resultados.

É importante fazer 2-3 sessões por semana, com um dia de descanso. Cada exercício deve ser feito em 3 séries. Faça 8-15 repetições em cada série.

O treino em casa pode ser tão bom quanto em academia. Mantenha-se motivado e focado. Defina metas alcançáveis e veja seu progresso.

Se necessário, mude o treino. Com esforço, seus ombros vão ficar fortes e definidos. Você vai se sentir mais elegante.

Não desista quando enfrentar desafios. Mantenha o foco e celebre cada pequena vitória. Seus ombros fortes mostram seu esforço e dedicação. Comece agora e veja seus ombros mudarem!

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