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Marido é preso com rifle e mais de 100 munições depois de agredir mulher

Homem deve responder criminalmente por lesão corporal, ameaça e porte ilegal de arma

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PMMT

Marido é preso com rifle e mais de 100 munições depois de agredir mulher

Marido é preso com rifle e mais de 100 munições depois de agredir mulher

Policiais do 26º Batalhão prenderam um homem que agrediu a mulher e ameaçou pegar o rifle para atirar nela, no município de Nova Mutum (269 km de Cuiabá). Além da arma, foram apreendidas 124 munições na casa do casal, no bairro Nova Mutum.

 

A prisão aconteceu na tarde deste domingo (13). Aparentemente embriagado, o homem agrediu a mulher com socos na cabeça, principalmente na nuca. Ele também, conforme relato da vítima, tentou arrombar a porta do quarto do casal com chutes com a finalidade de apanhar o rifle e as munições.

 

Quando os policiais chegaram ao local encontraram a arma perto do guarda-roupa, junto com as munições e outros apetrechos de caça silvestre. S.R.G., 34 anos, deve responder criminalmente por lesão corporal, ameaça e porte ilegal de arma.  

 

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Cuiabá

Maysa Leão cobra Prefeitura sobre fila de 24 mil pessoas à espera de atendimento em saúde mental

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Vereadora Maysa Leão

A vereadora Maysa Leão (Republicanos) cobrou, durante a sessão desta terça-feira (29), na Câmara de Cuiabá, respostas da Prefeitura para a fila de cerca de 24 mil pessoas que aguardam atendimento psiquiátrico e psicoterápico no município. Por meio de requerimento de informação, a parlamentar questionou a Secretaria Municipal de Saúde sobre quais medidas serão adotadas para reduzir a espera e ampliar o atendimento em saúde mental.

No encerramento do Setembro Amarelo, Maysa alertou que o sofrimento psíquico acontece durante todo o ano e relatou o caso de uma jovem de 23 anos, com transtorno bipolar e depressão profunda, que procurou ajuda na Policlínica do Coxipó, em unidade básica de saúde e no CAPS. Segundo o relato recebido pelo gabinete, mesmo após buscar atendimento em diferentes pontos da rede, a jovem não recebeu a assistência necessária e acabou tirando a própria vida.

“Essa menina procurou ajuda. Passou por vários pontos da nossa rede, pediu socorro e não teve o atendimento de que precisava. A mãe guarda até hoje os prontuários e as cartas da filha. A minha filha tem 22 anos. Eu não consigo imaginar o tamanho da dor dessa mãe. E não consigo olhar para uma fila de 24 mil pessoas e tratar isso apenas como um número”, afirmou Maysa.

A vereadora também citou o caso da mãe da jornalista Janaiara, que morreu por suicídio e, segundo o relato apresentado por Maysa, recebeu uma mensagem da Prefeitura informando sobre sua consulta dois anos depois da morte. “Não estamos falando apenas de uma fila. Estamos falando de pessoas que estão sofrendo e procurando o poder público porque precisam de ajuda. Depressão é doença e precisa ser tratada como doença. Quem tem diabetes ou um problema cardíaco procura atendimento e não é questionado. Quem tem depressão também precisa ser acolhido, atendido e respeitado”, destacou.

Maysa reforçou que o debate sobre saúde mental não pode terminar com o Setembro Amarelo. “A depressão, o sofrimento psíquico e o risco de suicídio acontecem nos 365 dias do ano. Eu quero saber o que o município de Cuiabá está fazendo para resolver essa fila de 24 mil pessoas que esperam por atendimento psiquiátrico e psicoterápico. Essa é a pergunta que eu faço hoje e que precisa de uma resposta”, finalizou.

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