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Integrantes de quadrilha de furto e receptação de caminhonetes são presos
Os suspeitos, J.G. e N.T., tiveram as ordens de prisão decretadas pela Justiça após serem identificados como membros da associação criminosa
Da Assessoria
Integrantes de quadrilha de furto e receptação de caminhonetes têm prisão cumprida em Barra do Garças
Dois integrantes de uma quadrilha especializada em furto e receptação de caminhonetes tiveram mandados de prisão cumpridos pela Polícia Civil, na segunda-feira (05.08), dentro do trabalho investigativo realizado pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (502 km a Leste).
Os suspeitos, J.G. e N.T., tiveram as ordens de prisão decretadas pela Justiça após serem identificados como membros da associação criminosa, nas investigações presididas pelo delegado, Nelder Martins Pereira.
As primeiras diligências iniciaram no dia 28 de abril, após o roubo de uma caminhonete Amarok, na cidade de Rio Verde (GO). Na ocasião, uma família foi feita refém, sendo também subtraídos objetos da residência.
As investigações apontaram que membros da associação criminosa, atuante em Barra do Garças, foram os receptadores do veículo. Na época, em ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar a caminhonete foi recuperada e um suspeito foi preso.
Com a identificação da quadrilha, o delegado representou pelas prisões dos suspeitos, decretadas pela Justiça. e cumpridas na segunda-feira (05), quando os investigados se apresentaram na delegacia na presença de advogado.
Segundo o delegado, Nelder Martins Pereira, as investigações continuam com objetivo de colher outros elementos de informação para identificação e prisão de demais suspeitos. “Uma vez que informes dão conta que esta quadrilha atua nos Estados de Mato Grosso e Goiás cometendo crimes patrimoniais graves”, completou o delegado.
*Com informações PJC MT
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PC investiga esquema de desvio de cestas básicas envolvendo vereadores e prejuízo de quase R$ 2 milhões
A Polícia Civil de Mato Grosso realizou nesta sexta-feira (03.07) uma operação intitulada “Mesa Vazia”, dando continuidade as investigações que apuram um suposto esquema de corrupção que teria sido estruturado por vereadores e funcionários públicos de Barra do Garças (a 516 km de Cuiabá).
Segundo a polícia o grupo desviou de cerca de 13 mil cestas básicas e kits de higiene que seriam destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social. O prejuízo foi estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres estaduais.
A investigação da Polícia Civil indica que os parlamentares teriam se articulado para desviar insumos do programa SER Família Solidário, da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).
Segundo a representação policial, o grupo operava um fluxo paralelo de distribuição: os produtos, que deveriam chegar a beneficiários cadastrados, eram redirecionados para endereços particulares, como chácaras e sedes de associações, sem qualquer registro oficial ou prestação de contas.
A acusação envolve 5 vereadores, sendo três do (Juntos Podemos Mudar o Mundo) “Podemos”, um do Partido Renovação Democrática (PRD e um do Partido da Mulher Brasileira (PMB).
Apesar de negar os pedidos de prisão preventiva e o afastamento dos cargos parlamentares — sob o argumento de que a representação não apresentou elementos contemporâneos que justificassem medidas tão drásticas neste momento —, a Justiça autorizou o cumprimento de 47 ordens judiciais.
Entre elas, estão mandados de busca e apreensão, quebras de sigilos telefônico e telemático, e a extração de dados de dispositivos eletrônicos. Por outro lado, o juiz determinou o afastamento cautelar de dois servidores da Agência de Regulação e Fiscalização de Barra do Garças (Agirf), apontados como articuladores operacionais do esquema.
Conforme a Polícia Civil, a logística do desvio era sofisticada. Motoristas responsáveis pelo transporte da carga, proveniente de Cuiabá, teriam sido orientados a descarregar os produtos em locais divergentes dos indicados na documentação oficial.
Há relatos de que esses profissionais teriam recebido pagamentos extras — inclusive via transferências eletrônicas — para ignorar os protocolos de entrega. A investigação sustenta que, entre 2021 e 2025, a estrutura organizada mantinha divisões de tarefas bem definidas, envolvendo desde a captação das cestas na Setasc até o armazenamento e a redistribuição ilícita.
Em nota oficial, a Câmara Municipal de Barra do Garças afirmou que respeita o trabalho das autoridades e que prestará “total e irrestrito apoio” às investigações. O Legislativo destacou ainda que assegurará as prerrogativas dos parlamentares investigados, garantindo a eles o direito ao contraditório e à ampla defesa.
Apesar da decisão judicial ter mantido os vereadores em suas funções, a operação marca um capítulo crítico na política local. O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) havia emitido parecer favorável ao afastamento dos parlamentares, indicando que a permanência deles nos cargos poderia interferir na colheita de provas.
Com a execução dos mandados, a Polícia Civil agora concentra esforços na análise do material apreendido para robustecer as evidências e identificar possíveis novos envolvidos na rede de desvios.
O caso segue sob sigilo parcial para resguardar as próximas etapas da instrução processual. A defesa dos parlamentares citados não foi localizada para comentar os desdobramentos da operação.
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