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Homem é condenado a 31 anos por feminicídio e ocultação de cadáver
Conforme a denúncia do MPMT, o crime ocorreu em abril de 2015, nas dependências da residência do então casal, na região central da cidade de São José do Rio Claro.
CNJ
Homem é condenado a 31 anos por feminicídio e ocultação de cadáver
Joanias Ribeiro da Silva foi condenado nesta sexta-feira (08.11) a 31 anos e quatro meses de reclusão pelos crimes de homicídio qualificado da companheira Cristina Pereira dos Santos e ocultação de cadáver, em sessão do Tribunal do Júri na comarca de São José do Rio Claro (a 315 km de Cuiabá).
O promotor de Justiça Luiz Fernando Rossi Pipino foi o responsável pela acusação no julgamento. Ele defendeu a tese de homicídio impulsionado por motivação torpe, mediante meio cruel, com recurso que dificultou a defesa da vítima e por razões da condição de sexo feminino que envolve violência doméstica e familiar (feminicídio).
O Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e autoria do réu, e condenou-o conforme argumentação do membro do Ministério Público do Estado de Mato Grosso. Foi estabelecido o regime inicialmente fechado para o cumprimento da pena. Ainda cabe recurso da decisão, porém está mantida a prisão preventiva do réu. Na sentença, a juíza Cristhiane Trombini Puia Baggio considerou ter sido um “crime bárbaro que causou comoção social e ainda repercute no seio da comunidade com uma força expressiva, conforme a repulsa que as próprias testemunhas deixaram entrever. Violência extremada, em ato de crueldade reconhecido pelo nobre Conselho de Sentença”.
Conforme a denúncia do MPMT, o crime ocorreu em abril de 2015, nas dependências da residência do então casal, na região central da cidade. Joanias Ribeiro da Silva e Cristina Pereira dos Santos viviam em união estável por cerca de dois anos e a relação era bastante conturbada, muito por conta da agressividade e do sentimento egoístico de posse que nutria o denunciado pela vítima.
De acordo com Luiz Fernando Pipino, depois de ter assassinado a companheira, o acusado tentou limpar as manchas e as marcas de sangue derramadas no quarto da residência, ensacou o corpo da vítima, colocou o cadáver no porta-malas de seu veículo e deslocou-se pela estrada que liga São José do Rio Claro ao Assentamento PA Campinas, tendo ocultado o cadáver da ofendida em local de mata fechada. Após, Joanias fugiu e permaneceu foragido da Justiça por mais de dois até ser capturado na cidade de Caarapó-MS.
poxoreu
Operação Elo Oculto prende vereador e cumpre mandados por homicídio de jovem
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (14.7), a Operação Elo Oculto, para cumprir oito ordens judiciais relacionadas à investigação do homicídio de uma jovem, de 20 anos, ocorrido na madrugada de 10 de maio de 2026, em uma casa noturna localizada às margens da Rodovia MT-130, em Poxoréu.
A vítima estava no interior do estabelecimento quando um homem armado entrou no local e efetuou diversos disparos. A jovem foi atingida em regiões vitais e morreu no local.
As investigações, realizadas pela Delegacia de Poxoréu, apontaram que o crime foi ordenado por membros de uma facção criminosa atuante na região. A motivação seria que a mãe da jovem trabalhava na base da Polícia Militar do município e, às vezes, a vítima a ajudava. Por estar presente na unidade policial, os suspeitos decidiram que ela estava sendo informante da polícia e decretaram seu homicídio.
Operação Elo Oculto
A operação, coordenada pela Delegacia de Poxoréu, com apoio das Delegacias da Regional de Primavera do Leste, tem como alvos sete pessoas relacionadas às linhas investigativas desenvolvidas no inquérito policial. Foram expedidos sete mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, totalizando oito ordens judiciais.
As ordens estão sendo cumpridas simultaneamente em Poxoréu, Primavera do Leste e Canarana.
A prisão temporária foi decretada contra um dos investigados, que exerce o cargo de vereador no município de Poxoréu.
As medidas têm como objetivo localizar e preservar elementos probatórios, esclarecer a dinâmica do homicídio, identificar eventuais outros envolvidos e individualizar a possível atuação de cada investigado.
Durante o cumprimento dos mandados, as equipes buscam apreender documentos, aparelhos eletrônicos e outros objetos que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.
O nome da operação, Elo Oculto, faz referência à apuração das conexões entre os investigados, a execução do crime e os acontecimentos posteriores ao homicídio.
O inquérito policial permanece em andamento e tramita sob sigilo. Com o cumprimento das ordens judiciais e a análise dos elementos apreendidos, a investigação avançará na identificação de eventuais outros envolvidos e na individualização das respectivas condutas.
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