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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Vera

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Quem deu vida estável e progressista à região foi Ênio Pipino, presidente da Sociedade Imobiliária Norte Paranaense – SINOP, com sede na cidade paranaense de Maringá. Para a implantação de projetos em Mato Grosso, Ênio Pipino fundou a Gleba Celeste, que passou a ter sede no núcleo colonizador de Sinop, no médio norte mato-grossense. Mas, Vera se vangloria de ter dado início ao projeto. Ênio Pipino adquiriu de Jorge Martins Phillip, em 1971, 198 mil hectares de terras, dando início à colonização, abrindo campo de pouso em Vera em fevereiro de 1971.

Fazia-se o percurso partindo de Nobres, passando pelas fazendas Rio Novo e Ubiratã. Ênio Pipino abriu 80 quilômetros de estradas com o recurso de sua própria colonizadora. Além das dificuldades de enfrentamento de clima novo da Amazônia desconhecida, das intempéries do tempo e das águas, surgiu por fim, como o mais temível inimigo a malária. Ulrich Grabert, um alemão pioneiro de Vera, contraiu por dez vezes a malária, sendo que numa das vezes foi retirado às pressas e em estado gravíssimo, para Cuiabá. Yahu Kobayashi, descendente de japoneses, montou a primeira oficina mecânica de Vera. Aroldo Ribeiro abriu o primeiro posto de combustíveis, da Companhia São Paulo. Em 1972, Alto Gomes Martins levantou o primeiro armazém em Vera. 

A cidade de Vera foi inaugurada oficialmente no dia 27 de julho de 1972, com a presença do Ministro do Interior, do governador do Estado de Mato Grosso – José Fragelli, Ênio Pipino, pioneiros e muitas outras autoridades. No final do ano de 1972, se instalou um posto da Cobal e um posto de meteorologia, este do Ministério da Agricultura.

O progresso de Vera correu constante. A Lei nº 3.755, de 29 de junho de 1976, elevou a povoação a sede de distrito, dentro do território do município de Chapada dos Guimarães. Com a criação do município de Sinop, pela Lei nº 4.156, de 17 de dezembro de 1979, Vera passou à jurisdição do novo município. Na campanha pelo município merece destaque o nome do padre Antonio Heidler, que levantou a primeira igreja de todo os projetos de colonização de Ênio Pipino.

O município de Vera foi criado a 13 de maio de 1986, através da Lei Estadual nº 5.003, com área desmembrada de Sinop e Paranatinga.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu como forma de homenagear o primeiro topônimo pátrio, dado por Pedro Álvares Cabral, Terra de Vera Cruz, “…o Capitam pos nome o monte Pascoal, e aa tera de Vera Cruz”, na forma original da carta de Pero Vaz de Caminha. 

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE VERA



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HISTÓRIA DOS MUNICIPIOS DE MATO GROSSO

História do município de Tangará da Serra

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Ponto de passagem de históricas expedições, o lugar onde se assenta a sede municipal de Tangará da Serra abrigava um barracão de seringueiros, conforme informações vindas do povo paresí.

Em 1960, Joaquim Oléas e Wanderley Martinez fundaram a empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA. O objetivo era a implantação de um pólo agrícola, em face da fertilidade do solo e clima propício da região. 

O lugar, sede da futura cidade, recebeu o nome de Tangará, nome propositadamente escolhido, pois o tangará é pássaro de cores bem definidas, de cabeça encarnada e de canto muito belo. O pássaro tangará recebe outros nomes: fandangueiro, dançador, dançarino e uirapuru. Existe uma lenda que o canto do tangará é tão melodioso que, quando canta, os outros pássaros emudecem para escutá-lo. Com a denominação da localidade de Tangará, os fundadores da colonização queriam dizer que no futuro seria uma povoação excelente e admirável. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense do homônimo potiguar e catarinense.

Os primeiros nomes da posse efetiva de Tangará foram de José Itamura, Jonas e Arlindo Lopes. A primeira escola a funcionar em Tangará foi Escola Municipal Santo Antonio, na zona rural, fundada a 18 de julho de 1965, no sítio do Sr. Antônio Galhardo. Nesta época a primeira professora foi dª Iracema da Silva Casa Grande.

Na zona urbana, a primeira escola a funcionar foi a Escolas Reunidas, criada pelo Decreto nº 264, do Diário Oficial de 28 de junho de 1967, tendo como coordenador o Sr. José Davi Nodari, funcionário da prefeitura de Barra do Bugres. Mais tarde a escola passou a chamar-se Grupo Escolar de Tangará da Serra. Nesta fase a diretora era Maria Laura Jhansel – Irmã Mírian. A partir de 1974 mudou novamente de nome: Grupo Escolar Dr. Ataliba Antônio de Oliveira Neto, atuando como diretora a Irmã Osvalda.

Corria fama de terra excelente a da Gleba de Tangará. A administração da colonizadora dera certo. Inicialmente a região pertencia a Diamantino. No entanto, com a criação do município de Barra do Bugres, a região passou para o novo município.

A Lei nº 2.906, de 06 de janeiro de 1969, criou o distrito de Tangará da Serra, no município de Barra do Bugres. A Lei Estadual nº 3.687, de 13 de maio de 1976, pelo deputado José Amando, criou o município. Nas primeiras eleições municipais foi eleita prefeita a Sra. Thaís Bergo, que acumulou prestígio graças à boa administração que teve frente ao executivo municipal de Tangará da Serra.

SIGNIFICADO DO NOME

A denominação da localidade surgiu através de Joaquim Oléas e Wanderley Martinez, donos da empresa Sociedade Imobiliária Tupã para Agricultura Ltda – SITA, que implantou na região um pólo agrícola, tendo como sede a cidade de Tangará. O termo “da Serra” foi adotado para diferenciar o município mato-grossense de homônimo potiguar e catarinense

VEJA AQUI DADOS DO IBGE SOBRE O MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA

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