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Geografia de Colíder

Distância da capital, extensão territorial, localização geográfica, relevo, formação geológica, solo, bacia hidrográfica e clima do município.

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Altitude

300 m.

Distância da Capital

617,10 km

Extensão Territorial

3.038 km2 (IBGE)

Localização Geográfica

Mesorregião 127, Microrregião 520 – Colider. Norte mato-grossense.

Relevo

Planalto Residual Norte de Mato Grosso. Serra do Cachimbo.

Formação Geológica

Coberturas não dobradas do Fanerozóico – Formação Prainha. Coberturas dobradas do Proterozóico com granitóides associados, Formação Iriri. Complexos metamórficos arqueanos pré-cambriano indiferenciado. Faixa móvel Rio Negro e Juruena.

Bacia Hidrográfica

Grande Bacia do Amazonas. Para esta bacia contribui a Bacia do Teles Pires, que recebe pela direita o Rio Peixoto de Azevedo.

Clima

Equatorial quente e úmido, com 3 meses de seca, de junho a agosto. Precipitação anual de 2.500 mm, com intensidade máxima em janeiro, fevereiro e março. Temperatura média anual de 24ºC, sendo maior máxima 40ºC, e menor mínima 4ºC.

 

 

 

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Colapso de tubulação interrompe tráfego na MT-140

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O tráfego na rodovia MT-140, nas proximidades do rio Braço 2, em Colider (a 610 km de Cuiabá), encontra-se interrompido após o colapso de uma tubulação que cedeu à força das águas. O incidente, próximo à divisa com Nova Guarita, mobiliza equipes da prefeitura, que trabalham para instalar um novo tubo de aço galvanizado, visando restabelecer a passagem o mais breve possível. Contudo, a persistência das chuvas tem dificultado o avanço dos trabalhos.

A situação é reflexo de um cenário de intensas precipitações que assola a região. Na última terça-feira (10), a prefeitura municipal foi obrigada a decretar situação de emergência, após um levantamento indicar danos em impressionantes 956 quilômetros da malha viária rural.

Os impactos econômicos e sociais já são severos. Segundo informações da assessoria municipal, o escoamento da produção de grãos, como a soja, está comprometido, e o transporte de gado, além do transporte escolar, foi interrompido. “São volumes [de chuva] que não eram vistos há pelo menos 46 anos, segundo os moradores mais antigos, que nunca presenciaram tanta água em nosso município. Recentemente, uma chuva dessa magnitude havia ocorrido apenas em janeiro de 2017”, declarou o prefeito Rodrigo Benassi (PRD), através de sua assessoria.

A saturação do solo e o transbordamento de rios resultaram em erosões profundas e atoleiros, isolando parcial ou totalmente comunidades e assentamentos, e afetando diretamente cerca de 6 mil moradores da zona rural. Os gastos emergenciais da prefeitura já superam R$ 992 mil, e a estimativa para a recuperação completa das vias destruídas alcança a cifra de R$ 2,5 milhões. A população aguarda com expectativa as ações de recuperação e o fim do período chuvoso para normalizar a rotina na região.

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