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AGRO & NEGÓCIO

Expominério 2025 impulsiona inovação e fortalece setor com R$ 270 bilhões em negócios

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Cuiabá, capital de Mato Grosso, vai sediar de 26 a 28 de novembro a Expominério 2025, o maior evento do setor mineral no Centro-Oeste brasileiro, que destaca a importância econômica da mineração para o país.

Em 2024, a mineração brasileira movimentou cerca de R$ 270 bilhões, o que representa quase metade da balança comercial nacional, revelando sua força e relevância para a economia. A região de Mato Grosso é protagonista nessa transformação do setor, com crescimento significativo na produção e exportações minerais.

A Expominério 2025 vai reunir mineradoras globais, cooperativas, empresas de tecnologia, órgãos governamentais e especialistas para um programa com mais de 30 horas de palestras, painéis técnicos, exposições de máquinas e equipamentos modernos e 13 minicursos sobre temas como geotecnia, segurança, direito tributário mineral, inovação tecnológica e sustentabilidade.

Estão confirmados mais de 120 palestrantes, incluindo o renomado professor Caio Bartine, que trará visões sobre aspectos legais e tributários do setor mineral. Uma das principais iniciativas do evento é o lançamento do Protocolo Ouro sem Mercúrio, uma ação pioneira de empresas da Baixada Cuiabana para eliminar o uso do mercúrio, fortalecendo a mineração sustentável.

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O evento também é uma oportunidade para produtores rurais e empresários conhecerem tecnologias que otimizam a produção mineral e práticas que minimizam impactos ambientais, além de discutir a integração entre mineração e agronegócio.

Serviço

  • Data: 26 a 28 de novembro de 2025

  • Local: Centro de Eventos do Pantanal, Cuiabá – MT

  • Entrada gratuita

  • Programação técnica e minicursos iniciam em 27 de novembro

  • Inscrições e informações: expominerio.com.br

Fonte: Pensar Agro

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AGRO & NEGÓCIO

Exportações do setor batem recorde e reforçam protagonismo mundial

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O algodão brasileiro segue ampliando sua relevância no comércio internacional e alcançou mais um resultado histórico em maio. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o país embarcou 291,2 mil toneladas da fibra no mês, o maior volume já registrado para maio. As vendas renderam cerca de R$ 2,25 bilhões, reforçando a força de uma cadeia que se consolidou como uma das mais competitivas do agronegócio nacional.

O desempenho ganha ainda mais relevância diante da expansão do mercado algodoeiro brasileiro nos últimos anos. O país disputa a liderança mundial das exportações da fibra e tem ampliado sua participação em mercados estratégicos da Ásia, principal destino da produção nacional. Com tecnologia, produtividade elevada e ganhos logísticos, o algodão deixou de ser uma cultura regional para se transformar em uma importante fonte de geração de renda e divisas para o país.

Na comparação com maio de 2025, os embarques cresceram 51,5% em volume, enquanto o faturamento avançou 45,3%. Embora o resultado tenha ficado abaixo das 370,4 mil toneladas exportadas em abril, o setor considera o movimento compatível com a sazonalidade do mercado e sem impacto sobre o excelente desempenho da temporada.

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Com o resultado de maio, o Brasil ultrapassou a marca de 3,1 milhões de toneladas exportadas no acumulado da temporada 2025/26, iniciada em julho do ano passado. O volume representa um novo recorde para a cotonicultura nacional e confirma a crescente demanda internacional pela fibra produzida no país.

Além dos números expressivos, o setor comemora a diversificação dos mercados compradores. Bangladesh liderou as importações em maio, absorvendo 21,1% dos embarques brasileiros. Na sequência aparecem Paquistão, com 19%, Turquia, com 14,2%, e Vietnã, com 13,4%. Juntos, Bangladesh e Paquistão responderam por aproximadamente 40% de todo o algodão exportado pelo Brasil no período.

A mudança no perfil dos compradores também chama atenção. Tradicionalmente um dos principais destinos da fibra brasileira, a China respondeu por 9,6% das compras em maio, participação inferior à observada ao longo da temporada. A Índia também reduziu suas aquisições após alterações em sua política de importação. Para o setor, a capacidade de ampliar vendas para diferentes mercados demonstra a competitividade do produto brasileiro e reduz a dependência de poucos compradores.

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O algodão já ocupa posição de destaque entre os produtos exportados pelo agronegócio. Em maio, a fibra respondeu por 1,41% de todas as exportações brasileiras e figurou entre os principais produtos agropecuários embarcados pelo país. O resultado reflete os investimentos realizados pelos produtores em tecnologia, qualidade da fibra, sustentabilidade e rastreabilidade, fatores cada vez mais valorizados pelos mercados internacionais.

Com a safra em expansão e a demanda global permanecendo aquecida, a expectativa do setor é de continuidade do bom desempenho nos próximos meses. O cenário reforça o protagonismo do algodão brasileiro no comércio mundial e consolida a cultura como uma das atividades mais dinâmicas e estratégicas do agronegócio nacional.

Fonte: Pensar Agro

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