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Mato Grosso

Trânsito em frente a Todimo será completamente interrompido para obras

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) informa que o trânsito da Avenida Miguel Sutil será completamente interrompido no próximo sábado (13.6) e domingo (14) no trecho em frente a Todimo Lar Center.

A interrupção é necessária para que seja realizado o lançamento de vigas no local onde está sendo construído um novo viaduto. Para realizar essa operação é necessário utilizar guindastes, que ficarão parados na pista ao lado, o que impossibilita a passagem do trânsito.

Esta etapa da obra é fundamental para que comecem a ser construídas as pistas por onde os veículos efetivamente andarão quando as obras forem concluídas.

A interdição irá começar no início da manhã e seguirá até a noite de domingo. No entanto, caso seja possível finalizar o trabalho antes do prazo previsto, o fluxo de veículos será novamente liberado em meia pista.

Rotas de desvio

Para quem vem na Avenida Miguel Sutil em direção a Rodoviária e o Centro de Cuiabá, o desvio será realizado pelo novo elevado construído no local. Os motoristas deverão acessar o caminho à esquerda, passar pelo pequeno viaduto (como se estivessem na contramão) e voltar para a Avenida Miguel Sutil em frente ao Comper.

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No sentido contrário, para quem segue viagem em direção ao Coxipó, os motoristas serão desviados para a rua Estrela do Norte, paralela á Miguel Sutil e depois entrarão à direita na Rua Desembargador Trigo de Loureiro, onde chegarão na Avenida do CPA no retorno em frente a Decorliz Lar Center. De lá será possível seguir novamente até a Avenida Miguel Sutil.

 

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Mato Grosso

Governo e MPE firmam acordo para regulamentar uso de biomassa

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O Governo de Mato Grosso e o Ministério Público do Estado (MPE) assinaram, nesta segunda-feira (8.6), um Termo de Compromisso Ambiental que cria o Plano de Desenvolvimento Florestal de Mato Grosso para garantir o abastecimento sustentável das indústrias do Estado.

O acordo prevê metas de expansão das florestas plantadas no Estado para mais de 700 mil hectares até 2040 e ampliação das áreas de manejo florestal sustentável para pelo menos 6,5 milhões de hectares no mesmo período.

O governador Otaviano Pivetta destacou que o acordo é uma oportunidade de desenvolvimento econômico sustentável para Mato Grosso, estimulando o reflorestamento e garantindo mais segurança para o crescimento da indústria no Estado.

“Esse termo regulamenta o uso da biomassa. Ele determina prazos e limites para o uso de biomassa de florestas nativas e estabelece uma transição para que as indústrias utilizem apenas matéria-prima proveniente de florestas plantadas. Vamos ter um período de adaptação para que todos possam se adequar, mas isso vai ser muito bom para Mato Grosso e é uma grande oportunidade para os pequenos produtores”, afirmou.

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De acordo com a secretária de Meio Ambiente de Mato Grosso, Mauren Lazzaretti, o objetivo do Plano de Desenvolvimento Sustentável é substituir gradualmente o uso de madeira que tem origem na supressão autorizada por fontes renováveis, como florestas plantadas.

“O ponto central é estabelecer uma transição para o uso da biomassa oriunda da supressão de vegetação nativa autorizada. Nesse termo de compromisso, o Estado e o MPE estabelecem uma fase de transição fortalecendo não apenas a floresta plantada, mas também o manejo florestal sustentável como alternativa de fornecimento de biomassa oriunda de matéria-prima florestal’, explicou.

Para a procuradora de Justiça Ana Luiza Peterlini, o acordo cria um caminho para ampliar a produção florestal no Estado e garantir o abastecimento sustentável da indústria.

“É uma iniciativa que incentiva o setor de base florestal para que eles aumentem a quantidade de hectares de floresta plantada e a reduzir o uso de vegetação nativa, ou seja, uma iniciativa que traz mais sustentabilidade para os grandes empreendimentos no Estado”, avaliou.

Plano de Desenvolvimento Florestal

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O Termo de Compromisso Ambiental estabelece uma transição gradual para reduzir a dependência de matéria-prima de origem de área de desmatamento legal para o uso de fontes mais sustentáveis, como plantação de Eucalipto e Teca.

Conforme o cronograma definido, os grandes consumidores de biomassa deverão substituir de forma progressiva o uso de madeira oriunda de desmatamento, de forma que, a partir de 2034, o abastecimento das indústrias tenha sido totalmente substituído por matérias-primas de florestas plantadas, manejo florestal sustentável e outras fontes renováveis.

O acordo também prevê a implantação de mecanismos de rastreabilidade da matéria-prima florestal, monitoramento permanente dos Planos de Suprimento Sustentável (PSS), auditorias independentes e maior transparência das informações ambientais.

Também participaram da agenda o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca e os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Mayran Beckman (Desenvolvimento Econômico) e o procurador-geral do Estado, Francisco Lopes.

 

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