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Estudantes conhecem funcionamento dos poderes em Cuiabá

Na Seduc, os alunos foram recepcionados pela secretária adjunta de Gestão Educacional, Rosa Luzardo, que respondeu vários questionamentos sobre o funcionamento da estrutura escolar

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Adilson Rosa Seduc MT

A Secretária adjunta Rosa Luzardo recebe os alunos de Querência

A Secretária adjunta Rosa Luzardo recebe os alunos de Querência

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) recebeu na quarta-feira (18.09) a visita de 35 alunos do Ensino Médio da Escola Estadual 19 de Dezembro, localizada no município de Querência (945 quilômetros a Nordeste da Capital). A vinda dos alunos faz parte do Projeto Visita Cidadã, um trabalho multidisciplinar que envolve todas as áreas do conhecimento. 

 

Na Seduc, os alunos foram recepcionados pela secretária adjunta de Gestão Educacional, Rosa Maria Araújo Luzardo, que respondeu vários questionamentos dos estudantes sobre o funcionamento da estrutura escolar.

 

Um dos alunos quis saber se a Seduc tem algum projeto de aproximação com as escolas e alunos. “Sua pergunta vem ao encontro de uma ação estratégica da escola que é o Projeto Seduc Vai à Escola. O projeto é conhecer a escola, os estudantes e seus profissionais da educação, e que verifica os tipos de dificuldades que ela tem, para melhorar a gestão e a aprendizagem do aluno”, explicou Rosa Luzardo.

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A professora de História, Tatiane Schneider Neukamps, que acompanhou os alunos, avaliou como positiva as visitas nos órgãos públicos, pois o conhecimento adquirido foi muito grande.

 

“Nossos alunos não conheciam a Capital do Estado. É um imenso ganho de conhecimento. É a teoria ligada à prática. Eles fizeram um trabalho sobre os 300 anos de Cuiabá e estão fazendo essa vivência”, frisou. A professora lembrou ainda que os estudantes têm muita curiosidade histórica, pois querem saber a história de Mato Grosso.

 

A coordenadora pedagógica, Helen Cristina Ladeia, que também participa do projeto, explica que a viagem até a Capital é uma oportunidade ímpar que os alunos tiveram. “Nossos alunos ficaram deslumbrados com a Capital. É um momento que vai fazer a diferença na maneira deles encararem a escola”, ressalta.

 

A aluna Rainara Olegária disse ter adquirido bastante conhecimento e aprendizado sobre aos órgãos públicos que visitou. “A palestra que tivemos na Assembleia Legislativa, de como funciona aquele poder, foi excelente, muito bem detalhada”, assinalou.

 

O colega dela, Fábio Henrique, também não conhecia Cuiabá e achou a cidade interessante e aprendeu principalmente sobre o funcionamento dos três poderes. “Também visitamos pontos turísticos como o Parque das Águas e conhecemos os shoppings centers”.

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O estudante Biulen Souza Santos disse que conhecer a Capital e como funciona os poderes é uma experiência única, pois sempre ouviu falar de Cuiabá pelos meios de comunicação e nunca tinha posto os pés na Capital de Mato Grosso.

 

“É um prazer enorme conhecer a nossa Capital, apesar de ser uma viagem difícil e cansativa. Podemos passar informações daqui para nossos colegas”, comemorou.

 

Pontos Turísticos

 

Na quarta-feira, os alunos também visitaram o Palácio Paiaguás e na terça-feira (17.09) estiveram no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

 

Os estudantes fizeram uma panorâmica – viagem pelos pontos principais de uma cidade – e conheceram o Balneário da Salgadeira, em Chapada dos Guimarães, e visitaram os shoppings centers. Nesta quinta-feira (19.09), os alunos ainda visitarão vários pontos turísticos da Capital.

 

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alto garcas

Justiça condena Energisa a pagar R$ 2 milhões por falhas no fornecimento de energia 

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A concessionária Energisa Mato Grosso foi condenada pela Justiça a implementar melhorias imediatas no fornecimento de energia elétrica em Alto Garças. A decisão atende a uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, que investigou interrupções constantes e diárias no serviço. Além da obrigação de regularizar a prestação do serviço, a empresa deverá pagar R$ 2 milhões por danos morais coletivos.

A investigação, conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça da cidade sob responsabilidade do promotor Thiago Marcelo Francisco dos Santos, revelou que as quedas de energia eram crônicas, ocorrendo diversas vezes ao dia. O Ministério Público demonstrou que o problema persistia há anos, afetando diretamente o abastecimento de água, o funcionamento de unidades de saúde e causando prejuízos em equipamentos eletrônicos de moradores e órgãos públicos.

Em sua defesa, a Energisa argumentou que as falhas eram provocadas por fatores externos, como condições climáticas, e afirmou que realizou investimentos na rede local. No entanto, o juiz Leandro Bozzola Guitarrara rejeitou as alegações, destacando que a frequência das interrupções evidencia falhas estruturais e não situações excepcionais. Na sentença, o magistrado reforçou que o serviço público essencial deve ser pautado pela continuidade, eficiência e segurança.

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O montante de R$ 2 milhões fixado para a indenização por danos morais coletivos será destinado conforme a Lei da Ação Civil Pública, com a garantia de que os recursos sejam aplicados em benefício direto da população de Alto Garças. A concessionária agora tem a obrigação técnica de assegurar que o fornecimento de eletricidade seja estabilizado para cessar os transtornos enfrentados pela coletividade.

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