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POLÍTICA MT

Eraí Maggi exalta Fávaro na defesa da agricultura e projeta reeleição ao Senado

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Empresário Erai Maggi, com o ministro da Agricultura Carlos Fávaro

O empresário e produtor rural Eraí Maggi, sócio do Grupo Bom Futuro, fez uma defesa enfática do trabalho do ministro da Agricultura e senador licenciado Carlos Fávaro, afirmando que o mato-grossense tem atuado como um verdadeiro “leão” na defesa dos interesses do Estado. Durante evento em Cuiabá, Eraí destacou que Fávaro tem se dedicado com intensidade à abertura de novos mercados internacionais, enfrentando uma agenda exaustiva de viagens e negociações que têm projetado a produção mato-grossense no exterior.

“Fávaro vende o potencial produtivo de Mato Grosso no mundo, e faz isso acima de alinhamentos partidários. Seu trabalho é técnico, de resultados. Por isso defendo sua reeleição ao Senado em 2026, assim como a candidatura do governador Mauro Mendes, para que o Estado tenha representação à altura do seu peso econômico e social”, afirmou Eraí.

Maggi ainda destacou a forma com que Fávaro administrou o tarifaço Trump buscando novos mercados e garantindo recursos para comprar produtos que por ventura não sejam comercializados.

À frente do Ministério da Agricultura e Pecuária, Fávaro já contabiliza marcas expressivas. Em apenas um pouco mais de três anos, o Brasil conquistou 400 novos mercados internacionais, habilitou dezenas de novas plantas frigoríficas, sendo 38 somente para a China, e consolidou três planos safras consecutivos (2023, 2024 e 2025) como os maiores da história.

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Mas o ministro faz questão de ressaltar que sua atuação não se limita aos grandes produtores. Sua gestão também tem olhado com atenção para os pequenos agricultores e a agricultura familiar, fortalecendo o campo em todas as escalas.

Em Mato Grosso, Fávaro tem entregue máquinas, veículos e equipamentos para apoiar a agricultura familiar. O Programa Solo Vivo avança como uma estratégia de sustentabilidade e melhoria da terra para produção agrícola do pequeno produtor rural, e a chamada Rota da Banana, que beneficia produtores da região Oeste do Estado, já começa a gerar resultados concretos, com a comercialização da banana da terra.

No último final de semana, a agenda reforçou esse compromisso. Na sexta-feira, em Cáceres, acompanhado do ministro Wellington Dias, Fávaro lançou o programa “Acredita no Primeiro Passo”, voltado a ampliar oportunidades de crédito e fortalecimento da produção. No sábado (16), inaugurou em Nossa Senhora do Livramento uma estação de piscicultura e uma horta tecnológica, em parceria com o Ministério da Gestão e da Inovação e a Embrapa.

A nova unidade, vinculada à Embrapa Agrossilvipastoril de Sinop, atenderá 11 municípios da Baixada Cuiabana, com foco na agricultura familiar, fruticultura, piscicultura e sistemas agroflorestais. A iniciativa, chamada Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi), busca agregar valor à produção local por meio de certificações e selos de qualidade.

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Para Fávaro, o desafio do cargo é equilibrar as demandas do grande agronegócio com o fortalecimento da pequena produção.
“O Brasil é uma potência agrícola porque tem diversidade. Defendemos o grande produtor que abre mercados e garante competitividade, mas também estendemos a mão ao pequeno agricultor, que sustenta famílias e abastece as feiras e mercados locais. Esse equilíbrio é que garante desenvolvimento, justiça social e futuro sustentável para Mato Grosso e para o país”, afirmou.

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Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

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Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

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Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

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Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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