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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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Pan-Americano de Beach Tennis em Cuiabá termina com recorde de medalhas para o Brasil

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Foto: @alemdosesportes

O Brasil brilhou no encerramento do inédito Pan-Americano de Beach Tennis, realizado no CT Pantanal, no estacionamento do Shopping Pantanal, em Cuiabá (MT). Esta foi a 13ª edição da competição continental, a sexta em território brasileiro.

Ao todo, foram 43 medalhas das 45 disputadas nas 15 categorias, desde o Profissional, passando pelos juvenis Sub 18, 16, 14 e 12 anos, em dupla masculina, feminina e duplas mistas. O número de medalhas iguala o recorde do ano passado. O Brasil foi campeão em 14 das 15 categorias disputadas.

Entre as profissionais, as líderes do ranking, a paranaense Vitória Marchezini e a paulistana Sophia Chow, campeãs de 2023, voltaram a ganhar juntas após três anos e, desta vez, pela primeira vez no Brasil. Elas bateram as campeãs de 2025, as brasileiras Júlia Nogueira e Marcela Vita, por 6/1 6/4. A terceira colocação também ficou com o Brasil, com Ana Preisner e Mariana Peracini.

“Com certeza, ano passado era nosso objetivo sair com a vitória do Pan, acabou não dando certo. Feliz do modo que entramos em quadra, fomos muito agressivas nos momentos que precisamos, reagimos bem. Feliz do modo que performamos bem. Tem um gostinho especial vencer com a camisa do Brasil”, disse Chow.

“Feliz com o nosso título, o Brasil domina muito nas outras categorias também, sempre é Brasil e Venezuela, é muito legal jogar o Pan, Copa do Mundo ganhamos cinco vezes, sempre na final ou na semi”, vibrou Marchezini, que comentou sobre o momento de pressão no final do jogo: “A gente sabia que seria difícil no saque da Júlia, pois ela tava impecável, não conseguia ver onde ela ia sacar, então sabia que iria sobrar pra mim sacar no 5 a 4, só respirei, pois era um momento de pressão, e mostramos que estamos preparadas”, finalizou a paranaense, que ergue sua terceira conquista de Pan. Ela foi campeã também em 2024, ao lado de Rafaella Miiller.

No masculino, o troféu ficou, de forma inédita, com o gaúcho Felipe Loch e o paulista Leonardo Branco, que superaram os campeões de 2025 e dupla com dois jogadores top 5 do mundo, Giovanni Cariani e Daniel Mola, marcando 7/5 6/2. Este foi o primeiro Pan-Americano disputado por Branco.

“Estou muito feliz, eu merecia demais esse título. As outras convocações em que não estive presente, eu fiquei triste mesmo. Mas sempre acreditei em mim e as pessoas ao meu lado sempre acreditaram em mim, e isso é o mais importante. Não levei nenhuma raiva, somente motivação, falando pra mim mesmo que teria a oportunidade e agarraria ela com unhas e dentes. Quando cheguei aqui, falei que iria aproveitar mesmo, ficava até alguns momentos fora do quarto para vivenciar com o time. Óbvio que joguei contra dois amigos de coração, foi muito gratificante. Obrigado, CBT, obrigado, time”, vibrou Léo.

Loch adicionou: “Fiquei ansioso para defender o Brasil, não fiquei engasgado com o ano passado, mas sim motivado, usamos muito as frustrações como motivações para os próximos”, celebrou Loch, que ergue seu primeiro título defendendo as cores do Brasil como profissional.

A medalha de bronze ficou com a Venezuela, com Eduardo Garay e Carlos Jesus, a única medalha de um país estrangeiro nas categorias profissionais.

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O torneio finalizou com as duplas mistas e o Brasil no alto do pódio novamente, com o título de duplas mistas na parceria de Vitória Marchezini e Giovanni Cariani, que levaram a decisão por 7/5 3/6 10/8 contra Sophia Chow e Felipe Loch. O bronze ficou com Daniel Mola e Júlia Nogueira.

Show de medalhas no juvenil para o Brasil

Nas categorias juvenis, o Brasil também brilhou e venceu 11 das 12 categorias, conquistando 35 das 36 medalhas disputadas. Apenas na categoria Sub 14 feminina o país não ganhou o ouro, com título da Venezuela: Amanda Franco e Loisanna Monzon passaram pelas brasileiras Marcela Leme e Maria Nunes por 4/2 5/3, em final emocionante.

No Sub 18, o título ficou com Augusto Neto e Vinicius Schurtz, terceira melhor dupla do torneio, que bateu os principais favoritos, Leonardo Neiva e Miguel Mazzaro, na semi, e triunfou sobre o atleta da casa, João Godoy, de Cuiabá, e o campineiro Giovanni Nomelini na final, por 7/6 (7/5) 3/6 10/1, em mais uma decisão emocionante. Entre as mulheres, título para Ana Merola e Laura Amorim, com triunfo por um duplo 7/5 sobre Valentina Silva e Kauany Oliveira.

No Sub 16, Giovana Batista foi campeã em dupla feminina com Antonella Pazzotti e nas mistas com Guilherme Bernal. Entre os meninos, título para Edgar Calixtro e Gabriel Leite. No Sub 14 masculino, o troféu ficou com Daniel Bunn e Matheus Petita, em pódio totalmente nacional, com Caio Fernandes e Lucas Mendonça na segunda colocação e Leonardo Godoy e Henry Koffke na terceira posição.

No Sub 12, o Brasil brilhou com pódio repleto no masculino e no feminino, com o título para Flávio Brasileiro e Miguel Lourenço, vice-campeonato para Bernardo Birle e João Serrano e terceiro lugar para Guilherme Castelo e Renato Frugoni. Entre as meninas, caneco para Thais Calçada e Carolina Marcon, segundo lugar para Maria Barroso e Maria Cordeiro e terceira posição para Isa Branco e Eduarda Skaf.

Os jovens brasileiros foram 100% do pódio em todas as categorias de duplas mistas.

Torneio inédito termina com saldo positivo

Com 284 atletas de 16 países de todo o continente e público lotando o CT Pantanal, com entrada gratuita, o inédito Pan-Americano terminou com saldo positivo. O vice-presidente da Confederação Brasileira de Tênis, Eduardo Catharino Gordilho, destacou: “A Federação de Mato Grosso está de parabéns, toda organização, toda equipe montaram uma estrutura de torneio grande e logística muito atenciosa, e a delegação brasileira está muito feliz de poder estar em uma estrutura como essa”, disse.

“Nosso foco da CBT é ter uma atenção desde o início à criançada, aos clubes, pois entendemos que é o futuro do esporte. A CBT tenta montar uma programação e planejamento interno o mais profissional possível, com equipe de fisioterapia, comunicação, alimentação e comissão técnica. Precisamos estar muito atentos às crianças e estamos muito felizes, pois o Brasil é protagonista não só aqui nas Américas. Fico muito feliz de ver o comportamento dos nossos atletas”.

Isoldino Neto, organizador do evento, celebrou a realização inédita do Pan-Americano em Cuiabá e no Mato Grosso: “Muito legal, foi uma experiência diferente, a atmosfera. Foi um desafio, pois chegou de última hora, e muita gente quis de coração trazer, não só eu, mas o Jurandir Lima, presidente da Federação de Mato Grosso, o Ricardo Cintra, também da Federação. Agradecimento mais do que especial à SECEL do Mato Grosso, o secretário David Moura, que não mede esforços para incentivar o esporte no estado”.

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“O trabalho é duro, é cansativo. Fazer o que você gosta, com amor e dedicação, a gente consegue entregar. Não fazemos nada por obrigação, fizemos porque queríamos e, junto com a Confederação Brasileira de Tênis e o Governo do Mato Grosso, público maravilhoso, com tanta gente, 16 delegações, conseguimos entregar isso aqui. Estamos muito felizes, coração cheio de alegria, que realizamos um Pan-Americano de Beach Tennis”, destacou Ricardo Cintra, um dos organizadores e da Federação de Tênis de Mato Grosso.

Foto: @alemdosesportes

Hall Campeões:
 
Profissional
 
Dupla Masculina
Ouro – Felipe Loch/Leonardo Branco (Brasil)
Prata – Daniel Mola/Giovanni Cariani (Brasil)
Bronze – Carlos Jesus/Eduardo Garay (Venezuela)
 
Dupla Feminina
Ouro – Vitória Marchezini e Sophia Chow (Brasil)
Prata – Marcela Vita e Júlia Nogueira (Brasil)
Bronze – Ana Preisner e Maria Peracini (Brasil)
 
 
Dupla Mista
Ouro – Vitória Marchezini/Giovanni Cariani (Brasil)
Prata – Sophia Chow/Felipe Loch (Brasil)
Bronze – Daniel Mola/Julia Nogueira (Brasil)
 
Juvenis
 
Sub 18
 
Masculino
Ouro – Vinicius Schurtz/Augusto Neto (Brasil)
Prata – João Godoy/Giovanni Nomelini (Brasil)
Bronze – Leonardo Neiva/Miguel Mazzaro (Brasil)
 
Feminino
Ouro – Ana Merola e Laura Amorim (Brasil)
Prata – Kuany Lima e Valentina Santana (Brasil)
Bronze – Fernanda Maieto/Maria Caruccio (Brasil)
 
Mistas
Ouro – Giovanni Nomelini/Ana Merola (Brasil)
Prata – Leonardo Neiva/Maria Caruccio (Brasil)
Bronze – Miguel Mazzaro/Laura Amorim (Brasil)
 
 
Sub 16
 
Masculino 
Ouro – Edgar Calixtro e Gabriel Leite (Brasil)
Prata – Luca Bernardes e Tiago Busato (Brasil)
Bronze – Guilherme Bernal/Luiz Villar (Brasil)
 
Feminino
Ouro – Antonella Pazzotti e Giovanna Batista (Brasil)
Prata – Manuela Coelho e Sophia Nunes (Brasil)
Bronze – Julia Osorio/Maria Tavares (Brasil)
 
Mistas
Ouro – Guilherme Bernal/Giovana Batista (Brasil)
Prata – Luiz Villar/Maria Tavares (Brasil)
Bronze – Gabriel Leite/Sophia Nunes (Brasil)
 
Sub 14
 
Masculino
Ouro – Daniel Bunn/Matheus Petita (Brasil)
Prata – Caio Fernandes/Lucas Mendonça (Brasil)
Bronze – Leonardo Godoy/Henry Koffke (Brasil)
Feminino
Ouro – Amanda Franco/Loisanna Monzon (Venezuela)
Prata – Marcela Leme/Maria Nunes (Brasil)
Bronze – Giovanna Abud/Anne Kostiuc (Brasil)
 
 
Mistas
Ouro – Henry Koffke/Pietra Tremonte (Brasil)
Prata – Caio Fernandes/Maria Nunes (Brasil)
Bronze – Daniel Bunn/Marcela Leme (Brasil)
 
Sub 12
 
Masculino
Ouro – Flávio Brasileiro/Miguel Lourenço (Brasil)
Prata – Bernardo Birle/João Serrano (Brasil)
Bronze – Guilherme Castelo/Renato Frugoni (Brasil)
 
Feminino
Ouro – Thais Calçada/Carolina Marcon (Brasil)
Prata – Maria Barroso/Maria Cordeiro (Brasil)
Bronze – Isa Branco/Eduarda Skaf (Brasil)
 
Mistas
Ouro – João Serrano/Maria Cordeiro (Brasil)
Prata – Miguel Lourenço/Carolina Marcon (Brasil)
Bronze – Renato Frugoni/Maria Calçada (Brasil)
 
Ao todo são 284 atletas na disputa com atletas do Brasil, Estados Unidos, Porto Rico, Equador, Bonaire, Argentina, Bolívia, Colômbia, Aruba, Costa Rica, Chile, Canadá, Venezuela, Uruguai, Paraguai e o Peru.  O Brasil tem 60 atletas, seguido pela Venezuela e o Chile cada um com 40 atletas, Porto Rico com 38 e Aruba com 28 como destaques.
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