CURIOSIDADES
Conheça os “anti-copas” que não estão nem aí pra seleção, se tá jogando, contra quem, onde. E copa do Catar? Ah, vá se catar…
por Edmundo Pacheco / Portal Mato Grosso
Pode parecer estranho, quase impossível de acreditar, mas no chamado “país do futebol” tem gente que não tá nem aí para este esporte, não sabia (e nem quer saber) que ontem (24.11) tinha jogo, contra quem jogou, quem marcou ou deixou de marcar e “pombo” é só um passarinho chato que empesteia as praças.
Óbvio que a maioria dos brasileiros se veste de verde e amarelo (alguns por motivos nada republicanos) e corre para assistir aos jogos da seleção.
Mas existe, sim! uma parcela, que não torce pela “amarelinha” (aliás, depois desses malfadados ‘protestos’, se arrepia só de ver alguém vestindo uma camisa amarela), não toca vuvuzelas e mal sabe quando é dia de jogo, contra quem vai jogar. Muito menos se interessa em saber se perdeu, ganhou, se marcou ou deixou de marcar.
São os chamados “anti-Copa”, para quem o futebol é só um esporte chato e irritante (há quem prefira uma partida de curling).
O portal UOL fez uma matéria muito interessante e trouxe alguns exemplos de “anti-copas” que ilustram bem: a professora de idiomas Ana Mariaca, de 47 anos, disse que desde 1998 perdeu o interesse.”Acho que naquela Copa fui entender que o negócio é só comércio mesmo, não é uma coisa para levar para as últimas consequências. Perdeu, perdeu. Segue a vida. Mas o brasileiro para tudo por causa de jogo e futebol. Não acho isso muito legal”.
A psicóloga Bruna Sant’Anna, de 25 anos contou que até gostava de se reunir com a família e amigos no passado. “Gostava da sensação de pertencimento a respeito da nacionalidade, gostava da valorização de um patriotismo desvinculado do cenário político. Agora, não me identifico mais com a seleção muito por todas as questões que envolvem o Neymar. Deixou de fazer sentido”.
O estudante Felipe Rodrigues, de 18 anos, simplesmente não gosta de futebol. “Não entendo direito como funciona e não vejo muita graça. Nunca gostei”, afirma. Neste ano, ele sequer parou para ler o que está acontecendo no Qatar. Da Copa de 2014, que aconteceu no Brasil, as lembranças não são positivas. “Lembro que fui para a casa da minha tia e não entendia nada do que passava na TV. Não tinha com quem eu ficar, conversar ou o que fazer. Tive de esperar todo mundo assistir ao jogo para ir embora. Foi ruim demais, me senti isolado e perdido mesmo com todos os familiares”.
São exemplos curiosos de pessoas que você provavelmente achou que nem existia, mas existem e formam uma boa parcela da população. E eu vou te confessar, amigo leitor, que me simpatizo com eles.
Nunca vi muita graça nesse esporte e, apesar de me chamar Edmundo (todo mundo acha que é por causa do jogador, mas é um nome de família – meu bisavô trouxe esse nome de Portugal e, desde então todos os primogênitos da família são edmundos) não tenho “time do coração”, não torço pra ninguém, não entendo direito e nem faço questão de entender essa confusão de campeonatos e times.
Acho que o futebol amador é legal. Reúne amigos, famílias; tem uma parte social bacana, tem uma parte educacional fantástica e precisa ser mais incentivado, apoiado etc. Mas o profissional… humm… “pode tirar o zóio” como e diz por aí…
Ontem foi dia de jogo, e claro, até por dever profissional, acompanhei o desenrolar dos acontecimentos e assisti à “emocionante” partida (zzzzzzzzzzzzz) e descobri que um dos jogadores tem o curioso apelido de “pombo” – pelo que entendi por ter feito uma “dancinha” que imita esta ave, da família Columbidae que em quase todas as grandes cidade do mundo são uma praga que traz muitos riscos à saúde.
E o que eu to achando?
To achando a série 1899, do Netflix muito interessante e ainda tem a acusação de plágio que dá uma apimentada na história…
Ah, da seleção canarinho? Vá se Catar…
com informações do UOL
CURIOSIDADES
Por que produtos retrô e vintage estão cada vez mais valorizados
Em diferentes setores do mercado, os produtos retrô e vintage vêm conquistando cada vez mais espaço entre consumidores de todas as idades. O interesse por itens que fizeram sucesso em décadas passadas deixou de ser apenas um hobby de colecionadores e passou a influenciar tendências de consumo, moda, decoração e até mesmo tecnologia. Entre os exemplos mais procurados estão brinquedos antigos, discos de vinil, roupas clássicas e calçados que marcaram gerações, levando muitas pessoas a pesquisarem ofertas de kichute antigo e outros itens que despertam lembranças especiais.
O que explica o crescimento do mercado retrô
O aumento da procura por produtos antigos está diretamente relacionado ao valor emocional que esses itens carregam. Muitas pessoas buscam objetos que fizeram parte da infância, da adolescência ou de momentos importantes de suas vidas.
Além do aspecto sentimental, existe uma percepção crescente de que determinados produtos possuíam características difíceis de encontrar atualmente, como maior durabilidade, design diferenciado e identidade própria. Isso faz com que muitos consumidores enxerguem esses itens como algo único e especial.
A popularização da internet também contribuiu para esse fenômeno. Hoje é muito mais fácil localizar peças antigas, comparar preços e encontrar vendedores especializados em diferentes regiões do país.
A nostalgia como força de consumo
A nostalgia se tornou um dos fatores mais importantes nas decisões de compra. Diversos estudos de comportamento mostram que lembranças positivas geram sensações de conforto, segurança e pertencimento.
Quando uma pessoa encontra um produto que fez parte de sua história, o objeto deixa de ser apenas um item de consumo e passa a representar experiências, memórias e emoções.
O resgate das lembranças da infância
Muitos consumidores procuram artigos que utilizaram durante a infância ou juventude. Isso acontece porque esses produtos ajudam a reviver momentos marcantes, como brincadeiras, amizades, eventos esportivos e experiências familiares.
Essa conexão emocional cria um valor que vai muito além das características físicas do produto.
A influência das redes sociais
As redes sociais desempenham um papel importante na valorização dos itens vintage. Fotos, vídeos e conteúdos que mostram objetos clássicos frequentemente despertam curiosidade e incentivam novas buscas.
Além disso, comunidades de colecionadores compartilham informações sobre conservação, autenticidade e raridade, fortalecendo ainda mais o interesse por esses produtos.
Produtos antigos ganharam status de colecionáveis
Outro motivo para a valorização dos itens retrô está relacionado ao mercado de colecionismo. Produtos que foram produzidos em quantidades limitadas ou que se tornaram difíceis de encontrar costumam apresentar uma valorização significativa ao longo do tempo.
Itens em bom estado de conservação são especialmente procurados por pessoas que desejam preservar uma parte da história ou construir coleções temáticas.
Escassez aumenta o valor
A lógica da oferta e da demanda também influencia diretamente esse mercado. Quanto menor a disponibilidade de um produto antigo, maior tende a ser seu valor para colecionadores e entusiastas.
Esse fenômeno pode ser observado em diversas categorias, incluindo calçados esportivos, brinquedos, videogames, revistas e equipamentos eletrônicos.
A importância da originalidade
Produtos com características originais costumam despertar maior interesse. Embalagens preservadas, etiquetas antigas e componentes originais podem aumentar significativamente o valor percebido de um item.
Por isso, muitos compradores dedicam tempo à pesquisa antes de realizar uma aquisição.
A moda também impulsiona a valorização dos clássicos
O universo da moda é um dos principais responsáveis pela popularidade dos produtos vintage. Tendências inspiradas em décadas passadas frequentemente retornam às vitrines, adaptadas às preferências atuais.
Peças consideradas ultrapassadas em determinados períodos acabam voltando ao mercado com força renovada, atraindo tanto consumidores nostálgicos quanto novas gerações.
O charme dos estilos atemporais
Muitos produtos antigos apresentam características visuais que permanecem relevantes mesmo após décadas. Cores, formatos e materiais clássicos continuam despertando interesse por sua autenticidade.
Essa característica torna os itens retrô uma alternativa para quem deseja se destacar e fugir de padrões excessivamente padronizados.
Novas gerações descobrindo o passado
Curiosamente, grande parte dos consumidores de produtos vintage nunca utilizou esses itens quando foram lançados originalmente. Jovens interessados em moda, cultura e história encontram nesses objetos uma forma de expressão e identidade.
Isso amplia o público consumidor e contribui para a expansão constante desse mercado.
Sustentabilidade e consumo consciente
A valorização dos produtos antigos também está ligada ao crescimento das práticas de consumo consciente. Muitas pessoas passaram a considerar os impactos ambientais associados à produção de novos bens.
Ao adquirir um item usado ou restaurado, o consumidor contribui para o prolongamento do ciclo de vida do produto e reduz a necessidade de fabricação de novos recursos.
Reutilização como tendência
O conceito de reaproveitamento ganhou força nos últimos anos. Restaurar, conservar e reutilizar produtos antigos passou a ser visto como uma atitude responsável e alinhada às preocupações ambientais.
Essa mudança de mentalidade ajudou a fortalecer diversos segmentos ligados ao mercado vintage.
Qualidade que atravessa gerações
Outro aspecto frequentemente citado pelos consumidores é a durabilidade de determinados produtos fabricados no passado. Muitos itens continuam em excelente estado mesmo após anos de uso, reforçando a percepção de qualidade.
Essa reputação aumenta o interesse por artigos clássicos e ajuda a explicar sua valorização contínua.
Como identificar produtos vintage de valor
Nem todo item antigo possui grande valor de mercado. Alguns fatores costumam influenciar diretamente a procura e o preço.
Estado de conservação
Produtos bem preservados geralmente despertam mais interesse entre compradores. Desgastes excessivos, reparos inadequados e peças faltantes podem reduzir significativamente seu valor.
Raridade
Quanto mais difícil for encontrar determinado item, maior tende a ser sua valorização. Edições especiais, modelos descontinuados e versões limitadas costumam chamar a atenção de colecionadores.
Relevância histórica ou cultural
Produtos que marcaram épocas específicas ou tiveram impacto cultural relevante costumam manter um interesse constante ao longo dos anos. Esse fator ajuda a preservar sua procura mesmo décadas após o lançamento.
O futuro do mercado retrô
Tudo indica que a valorização dos produtos vintage continuará crescendo nos próximos anos. O fortalecimento da economia digital facilita o encontro entre compradores e vendedores, enquanto a nostalgia permanece como um dos principais motores de consumo.
Ao mesmo tempo, o interesse por sustentabilidade, autenticidade e experiências personalizadas cria um cenário favorável para a expansão desse segmento. Seja por motivos emocionais, culturais ou históricos, produtos clássicos continuam despertando a atenção de consumidores que buscam itens com personalidade, significado e uma história única para contar.
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