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JURÍDICO

Confira como foi o trabalho das comissões temáticas do CFOAB

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Confira abaixo como foi o trabalho das comissões no decorrer da semana:

COMISSÃO ESPECIAL DOS JUIZADOS ESPECIAIS

A Comissão Especial dos Juizados Especiais reuniu-se na quarta-feira (8/2), no edifício-sede do Conselho Federal da OAB, em Brasília, com os presidentes das Comissões de Juizados Especiais das Seccionais, para discutirem assuntos de interesse em comum.

No encontro, ocorreu a entrega de certificados para membros recém empossados na comissão, discussão sobre a situação dos juizados especiais de cada estado, além de palestra dos professores e advogados Jorge Hélio e Esdras Dantas.

O presidente da comissão, Carlos Augusto de Oliveira Medeiros Júnior, juntamente com os demais presentes traçaram metas para ações do grupo durante o ano de 2023. “Nesse primeiro encontro estamos alinhando ações e metas para que possamos pôr em prática. É primordial que conheçamos os desafios que cada presidente da comissão enfrenta em seu estado para que juntos possamos pensar na melhor maneira de solucioná-los”, disse Medeiros Júnior.

COMISSÃO ESPECIAL DE DIREITO TRIBUTÁRIO

A Comissão Especial de Direito Tributário se reuniu nesta quarta-feira (8) para discutir os projetos da Reforma Tributária que tramitam no Congresso Nacional. A pauta incluiu debates sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45 e 110, além da retomada do voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

COORDENAÇÃO NACIONAL DE INTERIORIZAÇÃO

Com objetivo de fortalecer a advocacia fora dos grandes centros, a Coordenação Nacional de Interiorização da Advocacia reuniu-se com coordenadores regionais na segunda-feira (6/2), na sede da OAB Nacional, em Brasília. O encontro teve como objetivo definir as primeiras ações da coordenação em 2023.

Participaram da reunião o presidente da OAB Nacional, Beto Simonetti, o presidente da Coordenação Nacional de Interiorização da Advocacia, João de Deus Quirino Filho, a coordenadora-geral adjunta, Layla Milena Oliveira Gomes, e a coordenadora-adjunta, Claudia Pereira Braga Negrão.

Entre as ações previstas, estão a entrega de 2 mil computadores com webcam, que serão distribuídos pelo interior do Brasil até o fim da gestão. O primeiro lote, com 500 unidades, será entregue ainda nesse primeiro semestre. Além dos equipamentos, está previsto o lançamento do projeto “Conversa com a Advocacia”; a realização de eventos em parceria com a ESA; e a previsão de agenda em Santarém (PA) para divulgar o projeto de interiorização. A ação foi apresentada e aprovada pelo presidente da Ordem, Beto Simonetti.

“Em breve, faremos a entrega de kits de informática para as seccionais. O evento será realizado na sede do Conselho Federal, onde serão entregues 500 computadores com webcams. Ainda realizaremos outras entregas pelo interior do país com a presença do presidente Beto Simonetti, que tem acompanhado diretamente as ações interiorização como um dos pilares da atual gestão”, finalizou João de Deus.

COMISSÃO ESPECIAL DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A Comissão Especial de Inteligência Artificial esteve reunida nesta terça-feira (7/2), para discutir sobre as novas tecnologias e em como elas se conectam ao meio judiciário.

No início, o presidente, Adwardys de Barros Vinhal, solicitou para que os membros se apresentassem e deu andamento aos trabalhos. A comissão decidiu que, de forma inicial, trabalhará em um estudo sobre o Projeto de Lei nº 872 de 2021, que tramita no Senado Federal, e que dispõe sobre os marcos ético e as diretrizes que fundamentam o desenvolvimento e o uso da Inteligência Artificial no Brasil. Após o estudo, a comissão irá fazer um relatório com considerações sobre o tema.

Também se discutiu a preparação de um evento sobre inteligência artificial no Judiciário, e a ideia da comissão é realizar o evento na sede o Conselho Federal. Estiveram presentes na reunião os membros Eduarda Moraes Chacon Rosas e Vamário Soares Wanderley de Souza Brederodes.

COMISSÃO ESPECIAL DE CULTURA E ARTE

A Comissão Especial de Cultura e Arte da OAB Nacional deu início aos trabalhos do ano em reunião com os integrantes e com representantes das comissões análogas das seccionais. Em encontro desta quarta-feira (8/2), eles debateram o novo cenário para a cultura no país e como a Ordem pode contribuir no setor. Uma das ideias ainda para o primeiro semestre é promover um seminário para aprofundar as reflexões sobre as especificidades do campo. 

“A comissão se reuniu com as seccionais do país para nós nos alinharmos melhor e principalmente para alinharmos um seminário que nós vamos fazer nesse primeiro semestre. Mas também ouvir as demandas, quais são as reflexões sobre os direitos culturais, os conflitos, as leis de incentivo à cultura em vigor no país, como a OAB pode contribuir nesse processo, o mercado que que existe para a advocacia”, enumerou o presidente do colegiado, Flávio Ferreira.

Assim, o planejamento inclui capacitação para a advocacia para uma atuação mais preparada com as leis de incentivo à cultura, como Lei Paulo Gustavo e Lei Aldir Blanc. “Nem todos estão tecnicamente preparados para lidar com essas leis, para usar os benefícios adequadamente”, pontuou o presidente. Segundo ele, um grupo de trabalho foi formado com representantes da Comissão Nacional e das seccionais para fazer um levantamento mais apurado das necessidades a respeito da matéria.

IAB RECEBE CARTA DE CONGRATULAÇÕES DA FLORIDA STATE UNIVERSITY

Fundado em 1843, o Instituto dos Advogados do Brasil (IAB) completa 180 anos de existência este ano.

Por intermédio do advogado capixaba e Luiz Alochio, o presidente nacional do IAB, Sydney Sanches, recebeu uma carta de congratulações pelos 180 anos de fundação da entidade, assinada pela professora Erin O’Hara O’Connor, em nome de todos os docentes da Faculdade de Direito da Florida State University (EUA).

A correspondência, datada de 1º de fevereiro, foi entregue durante o Conselho Pleno do Conselho Federal da OAB, na última terça-feira (7/2), em Brasília, no gabinete da presi

Fonte: OAB Nacional

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JURÍDICO

Como usar assinatura digital para agilizar processos jurídicos

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Descubra como usar a assinatura digital para agilizar processos jurídicos, saiba a diferença entre assinatura eletrônica e digital e veja dicas de segurança e boas práticas para a área de Direito.

A tecnologia tem revolucionado todas as áreas do mercado, e o universo jurídico não ficou de fora dessa transformação.

Com a digitalização dos documentos, audiências virtuais e peticionamentos eletrônicos, a assinatura digital passou a ser uma aliada fundamental para advogados, empresas e órgãos do Judiciário.

Ela oferece mais agilidade, segurança e eficiência no trâmite de contratos, procurações, petições e outros atos essenciais para o andamento dos processos.

Neste artigo, descubra como usar a assinatura digital para acelerar processos jurídicos, reduzir burocracias e garantir total validade legal em suas demandas.

Entenda o papel da assinatura eletrônica e digital no Direito

No contexto jurídico, é comum que os termos “assinatura eletrônica” e “assinatura digital” sejam usados como sinônimos, mas há uma diferença técnica importante entre eles.

A assinatura eletrônica é um conceito amplo, englobando qualquer método de identificação de autoria em meio digital, como senhas, tokens, biometria ou até mesmo o simples ato de digitar o nome em um campo.

Ela já possui validade jurídica em muitos casos e é amplamente utilizada em plataformas de peticionamento eletrônico e portais do governo.

A assinatura digital, por sua vez, é um tipo de assinatura eletrônica baseada em certificado digital, emitido por uma autoridade certificadora reconhecida, como as que integram a ICP-Brasil.

Esse certificado garante a autenticidade, a integridade e o não repúdio do documento, conferindo valor legal idêntico ao de uma assinatura manuscrita reconhecida em cartório.

Na prática, ambas têm papel essencial para desburocratizar e acelerar o dia a dia dos profissionais do Direito, tornando o fluxo processual mais rápido e seguro.

Principais benefícios da assinatura digital em processos jurídicos

O uso da assinatura digital traz uma série de vantagens para escritórios de advocacia, departamentos jurídicos e órgãos públicos. Veja os principais benefícios:

  • Agilidade nos trâmites: Assinaturas de contratos, petições, procurações e pareceres podem ser realizadas em minutos, sem necessidade de imprimir, reconhecer firma ou se deslocar até o cartório.
  • Redução de custos: Menos gastos com papel, transporte, envio de documentos físicos e autenticações presenciais. Os processos tornam-se mais econômicos e sustentáveis.
  • Validade jurídica: Documentos assinados digitalmente têm a mesma força legal que os assinados à mão, desde que sigam as normas da ICP-Brasil.
  • Segurança e rastreabilidade: Cada assinatura digital fica vinculada ao certificado do assinante, com registro de data, hora, IP e trilha de auditoria, o que dificulta fraudes e alterações não autorizadas.
  • Facilidade para atuar à distância: Em tempos de trabalho remoto e processos eletrônicos, a assinatura digital permite que advogados, clientes e testemunhas validem documentos de onde estiverem, acelerando acordos e instruções processuais.

Como implementar a assinatura digital no fluxo jurídico

Para começar a usar a assinatura digital no seu escritório ou setor jurídico, siga alguns passos essenciais:

  1. Adquira um certificado digital: Procure uma autoridade certificadora reconhecida pela ICP-Brasil e faça a emissão do seu certificado digital (e-CPF, e-CNPJ, token ou smartcard).
  2. Escolha uma plataforma confiável: Existem diversas soluções especializadas para o meio jurídico, como Clicksign, DocuSign, Certisign, Adobe Sign e até sistemas integrados dos tribunais. Verifique se a ferramenta oferece criptografia, auditoria, autenticação em dois fatores e integrações com sistemas de gestão de documentos (GED) ou processos judiciais eletrônicos.
  3. Digitalize o seu acervo: Migre contratos, procurações, petições e outros documentos para o formato digital, padronizando a tramitação eletrônica dentro do escritório.
  4. Oriente clientes e parceiros: Informe clientes, sócios, correspondentes e testemunhas sobre como funciona a assinatura digital, esclareça dúvidas e garanta que todos estejam confortáveis com o novo modelo.
  5. Implemente rotinas seguras: Mantenha o certificado digital protegido, utilize senhas fortes e ambientes seguros ao assinar documentos. Treine a equipe sobre boas práticas de segurança digital.

Casos práticos: onde a assinatura digital agiliza o Direito

O uso da assinatura digital já é uma realidade em diversas situações cotidianas do universo jurídico:

  • Petições e recursos: A maioria dos tribunais brasileiros já aceita (ou até exige) petições assinadas digitalmente nos sistemas de Processo Judicial Eletrônico (PJe), eliminando o uso do papel.
  • Procurações: Procurações públicas e particulares podem ser assinadas digitalmente, conferindo agilidade na representação de partes e no ingresso de ações.
  • Contratos e distratos: Instrumentos de negociação, acordo e rescisão podem ser validados em minutos, permitindo o fechamento de negócios à distância e com total validade jurídica.
  • Laudos e pareceres: Documentos técnicos e jurídicos podem ser assinados digitalmente, assegurando autoria, integridade e fácil conferência posterior.
  • Audiências e atas: Atas de audiências virtuais e presenciais podem ser assinadas eletronicamente, facilitando o arquivamento e o acesso posterior.

Dicas de segurança para advogados e clientes

  • Proteja seu certificado digital: Nunca compartilhe senha ou token, utilize computadores confiáveis e mantenha softwares sempre atualizados.
  • Confira sempre antes de assinar: Leia atentamente o conteúdo do documento digital antes de concluir a assinatura.
  • Valide a assinatura recebida: Utilize ferramentas oficiais (como o validador ICP-Brasil) para conferir a autenticidade de documentos recebidos.
  • Tenha backup seguro: Armazene cópias digitais em ambientes protegidos, com acesso restrito e backups automáticos.
  • Treine a equipe: Mantenha todos atualizados quanto às melhores práticas para evitar golpes e fraudes digitais.

O futuro do Direito: agilidade, economia e sustentabilidade

A adoção da assinatura digital representa um passo importante para tornar o ambiente jurídico mais moderno, ágil e alinhado às necessidades da sociedade digital.

Além de acelerar o andamento processual e diminuir custos, a digitalização contribui para a sustentabilidade, reduzindo o uso de papel e facilitando o armazenamento de informações.

Com a ampliação dos processos eletrônicos, dos atendimentos remotos e da integração entre sistemas, o uso da assinatura digital tende a crescer ainda mais, tornando-se um diferencial competitivo para escritórios, departamentos jurídicos e profissionais autônomos.

Invista em tecnologia, atualização constante e promova uma cultura digital para aproveitar todos os benefícios dessa transformação.

Conclusão

Implementar a assinatura digital é um caminho sem volta para quem busca mais eficiência, segurança e competitividade no setor jurídico.

Do peticionamento à formalização de contratos e procurações, as soluções digitais já são reconhecidas e indispensáveis nos tribunais e escritórios mais modernos.

Siga as dicas deste artigo, escolha as ferramentas certas e agilize os processos jurídicos do seu dia a dia com muito mais confiança e praticidade.

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