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Cuiabá

Playground da Orla do Porto funciona junto ao Museu do Rio e Aquário Municipal

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As famílias que desejam visitar o novo playground instalado na Orla do Porto devem ficar atentas aos horários de funcionamento do espaço. O equipamento acompanha o expediente do Complexo Biocultural do Porto e está aberto ao público de terça-feira a domingo, das 9h às 18h. Às segundas-feiras, o local permanece fechado para manutenção.

O playground integra o projeto Brincar com Raízes e está localizado dentro do Complexo Biocultural do Porto, que reúne também o Museu do Rio e o Aquário Municipal. Por esse motivo, o acesso ao espaço infantil ocorre obrigatoriamente pelo museu, sendo necessário que a unidade esteja aberta para a entrada dos visitantes.

A coordenadora do Complexo Biocultural do Porto, Luana da Cruz Burema, explica que o equipamento foi planejado para complementar a experiência dos visitantes que frequentam o local.

O playground é um importante espaço de lazer infantil que torna a visitação ao Complexo Biocultural do Porto muito mais proveitosa e completa. Longe de ser uma estrutura isolada, sua relevância está diretamente ligada à integração do espaço, já que o acesso tanto ao playground quanto ao Aquário se dá obrigatoriamente por dentro do Museu do Rio”, disse.

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Com entrada gratuita, o playground foi projetado para atender crianças de diferentes idades e conta com brinquedos interativos, áreas de convivência e equipamentos acessíveis para crianças com deficiência. Entre os atrativos estão os brinquedos com jatos d’água, que têm atraído a atenção do público infantil.

A diretora técnica de Projetos e Planejamento (SDTA) da Prefeitura de Cuiabá, Maryana Paixão, destaca que o espaço integra uma política pública voltada à ocupação qualificada dos espaços públicos.

“O playground amplia as opções de lazer para as famílias e fortalece o Complexo Biocultural do Porto como um ambiente de convivência, turismo e educação ambiental. É um espaço pensado para acolher diferentes públicos e incentivar a utilização dos equipamentos públicos”, contou.

A orientação para os responsáveis é que as crianças utilizem os brinquedos sempre acompanhadas por um adulto. Como parte das atrações envolve brincadeiras com água, a recomendação é levar uma troca de roupa e toalha para maior conforto após a visita.

Serviço

  • 📍 O que: Playground do projeto Brincar com Raízes
  • 📍 Onde: Complexo Biocultural do Porto (acesso pelo Museu do Rio), na Orla do Porto, em Cuiabá
  • 🕘 Funcionamento: Terça-feira a domingo, das 9h às 18h
  • 🚫 Fechado: Segundas-feiras para manutenção
  • 🎟️ Entrada: Gratuita
  • 👨‍👩‍👧‍👦 Público: Crianças acompanhadas pelos responsáveis
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Cuiabá

Atividades guiadas no Parque Mãe Bonifácia resgatam importância de árvores nativas

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Cerca de 50 pessoas participaram na manhã deste sábado (6.6), no Parque Estadual Mãe Bonifácia, da Trilha Interpretativa de Flora realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), como parte das comemorações ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado na sexta-feira (5.6). A programação segue neste domingo, a partir das 8h30, com mais quatro atividades guiadas.

A professora da rede pública estadual, Kívia Botelho Moreira, chegou cedo na unidade de conservação para participar da trilha e destacou a importância da iniciativa.

“Esse tipo de ação retira aquela característica de que o parque urbano é somente para lazer e práticas esportivas. Ele também é considerado um local de conservação ambiental. Através dessas iniciativas é que a população conseguirá analisar melhor, entender os conceitos de conservação, de sensibilização e adquirir o sentimento de pertencimento”, destacou.

A estudante universitária, Yara Caroline Silva e Souza, também gostou da programação.

“No decorrer da atividade guiada, tive a oportunidade de reviver muitos conceitos que aprendi nas aulas de biologia. Foram 30 minutos de muito aprendizado sobre as riquezas da nossa flora”, reconheceu.

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Considerada árvore símbolo de Mato Grosso, instituída pela Lei 9.919/2013, a Tarumã foi um dos destaques da trilha interpretativa. Com até 20 metros de altura, suas folhas são compostas com cinco a sete folíolos palmada, a planta perde as folhas no período de inverno, mostrando apenas as flores arroxeadas.

Durante a trilha, os participantes também viram e aprenderam sobre as características do Aricá, Angico, Timbó, Lixeira, Cumbaru, Gonçaleiro, Caju, Marmelada Bola, Aroeira, Cerejeira, Bocaiúva, Carandá, Mandoví e Cajuzinho.

Para a estudante Aline Leite Amorim Martins, 15 anos, do grupo escoteiro Centro América, mais conhecido como Jeca, a trilha também foi um momento de aprendizado.

“Achei a trilha muito diversa, a gente pode aprender mais sobre as árvores, as espécies das plantas, como elas se modificam, o que elas fazem para o nosso meio ambiente e a gente pode associar as árvores que existem a aqui com aquelas que nós temos na nossa sede, que nem sabíamos os nomes”, disse.

Segundo a superintendente de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão da Sema, Juliana Carvalho, a trilha busca despertar o olhar dos visitantes do parque para a biodiversidade de Mato Grosso, estimulando-os a reconhecerem e observarem as árvores nativas.

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