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AGRO & NEGÓCIO

Cervejaria de Mato Grosso é uma das mais premiadas do Brasil

A qualidade das cervejas Louvada agrada o público e tem reconhecimento dos especialistas

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Mais uma vez a Cervejaria Louvada foi medalhista no Concurso Brasileiro de Cervejas em Blumenau (SC), o maior concurso da América Latina e uma das mais importantes premiações do mundo. Neste ano, a Louvada, que já possui o reconhecimento dos mato-grossenses, levou cinco medalhas, ficando entre as 7 cervejarias mais premiadas do Brasil.

Conhecida pelos apreciadores de cerveja, a German Pilsner, com sua tradicional receita alemã e lúpulo nobre, ficou com a medalha de prata.  Já a Hop Lager, que, aliando o aroma cítrico e amargor presente, já havia sido eleita a melhor do Brasil, ficou com a medalha de bronze.

A tradicional Benedita, a mais premiada das cervejas  Louvada, e na sua versão com café conquistou a medalha de prata, com sua espuma cremosa e aroma característico. Além disso, traz o toque regional com o doce furrundu em sua composição.

Outras duas cervejas da marca foram premiadas. A inédita Louvada Coffee Pilsen ficou com medalha de ouro na sua categoria, assim como a Louvada Gosee, que  vai marcar um novo estilo de cerveja da marca, garantiu o bronze na categoria Leipzig-Style Gose.

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O sócio e diretor geral da Louvada, Gregório Ballarotti, aponta que as premiações nacionais confirmam o que o público mato-grossense já sabe. “Nossas cervejas são conhecidas pela qualidade e sabor em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Acre e Manaus. As medalhas que recebemos agora atestam a boa qualidade e criatividade de nossas receitas”, disse. “É o reconhecimento do nosso esforço em trazer os mais refinados ingredientes e desenvolver as melhores receitas para os nossos clientes, que já reconhecem a qualidade e sabor único de nossas cervejas”, finalizou

Além das cinco medalhistas, outras quatro cervejas Louvada também chegaram até a seleção final. A pontuação do Concurso Brasileiro vai de 0 a 100, e as que atingem mais de 70 pontos são selecionadas para a mesa de avaliação.

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AGRO & NEGÓCIO

Estado amplia produção de grãos em 61% e consolida nova força do agro

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Tradicionalmente reconhecida pela força na produção de café, leite, frutas e hortaliças, Minas Gerais vive uma transformação silenciosa no campo e avança também como potência nacional na produção de grãos. Em dez anos, o estado elevou sua produção de soja, milho, feijão e sorgo de 11,8 milhões para 18,9 milhões de toneladas, crescimento de 61% que colocou Minas na sexta posição entre os maiores produtores do país.

Os dados fazem parte de estudo da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e mostram uma mudança importante no perfil do agro mineiro, historicamente mais associado à cafeicultura e à pecuária leiteira.

O avanço foi puxado principalmente pela expansão da soja e pelo crescimento do milho segunda safra, a chamada safrinha, movimento que aumentou a produtividade das áreas agrícolas sem necessidade proporcional de abertura de novas fronteiras de cultivo.

A produção de soja praticamente dobrou na última década, passando de 4,7 milhões para 9,2 milhões de toneladas, consolidando o grão como o segundo principal item da pauta exportadora mineira, atrás apenas do café.

Segundo o secretário estadual de Agricultura, Thales Fernandes, a intensificação tecnológica nas lavouras foi decisiva para o avanço da produção. “Muitos produtores passaram a trabalhar com duas safras na mesma área, utilizando soja no verão e milho na segunda safra. Isso trouxe ganho de eficiência e aumento significativo da produção estadual”, afirmou.

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O crescimento também reflete a expansão da agricultura de precisão, o avanço da irrigação e o desenvolvimento de cultivares mais adaptadas às mudanças climáticas, especialmente nas regiões do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas, hoje entre os principais polos de grãos do estado.

As pesquisas vêm sendo conduzidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, que trabalha no desenvolvimento de variedades mais resistentes ao clima e com maior produtividade.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, Minas deverá colher na safra 2025/26 cerca de 9,1 milhões de toneladas de soja, 7 milhões de toneladas de milho, 1,6 milhão de toneladas de sorgo e quase 500 mil toneladas de feijão.

Apesar do avanço, o cenário para a próxima safra ainda inspira cautela. O setor monitora os impactos climáticos do avanço do El Niño, além das incertezas provocadas pelos juros elevados e pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio, que podem afetar os custos dos fertilizantes importados pelo Brasil.

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“A questão climática preocupa muito. Existe risco de atraso nas chuvas e o mercado acompanha também os impactos logísticos da guerra na região do Estreito de Ormuz, importante rota mundial para fertilizantes”, disse Thales Fernandes.

Mesmo diante das incertezas, Minas Gerais segue ampliando seu protagonismo no agronegócio nacional. Além da expansão nos grãos, o estado lidera a produção brasileira de café, leite, alho, batata e equinos, além de ocupar posições de destaque em culturas como cana-de-açúcar, feijão, banana, tomate, cebola e tilápia.

A diversificação produtiva transformou Minas em um dos estados mais equilibrados do agro brasileiro, combinando tradição em culturas históricas com avanço acelerado em segmentos ligados à segurança alimentar e às exportações de commodities agrícolas.

Fonte: Pensar Agro

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