AGRO & NEGÓCIO
Cerveja exclusiva da Opa Bier chega a Mato Grosso
Uma das principais paixões do brasileiro, a cerveja, ganha novas versões para conquistar os paladares mais exigentes. A nova aposta do mercado é a Opa Parque Premium Lager. Produzida pela tradicional cervejaria catarinense Opa Bier, de Joinville, a nova cerveja é uma exclusividade da rede Fort Atacadista e já pode ser encontrada nas gôndolas das lojas em Cuiabá e Várzea Grande.

A novidade atende ao nicho de mercado dos pequenos negócios que lucram com compras no atacarejo e também aos clientes que preferem consumir a bebida em casa, principalmente diante da pandemia da Covid-19.
Desenvolvida com matéria-prima nobre, a cerveja Premium Lager, passa por um maior tempo de fermentação e controle minucioso de todo o processo produtivo, além de optar por uma rigorosa seleção de ingredientes.
A Opa Parque Premium Lager apresenta amargor médio e seco, mas agradável no paladar, sem deixar a boca ácida. É refrescante, com notas florais e teor alcoólico mais alto do que uma cerveja Pilsen comum.
“A rede Fort Atacadista está apostando na ampliação da variedade de mercadorias disponíveis e a nova cerveja é mais um produto de alta qualidade que oferecemos aos nossos clientes. São cervejas que chegam para agregar às marcas exclusivas, dos mais variados itens, e com excelente custo-benefício”, informa a coordenadora de Marketing Regional do Fort Atacadista, Rafaellen Duarte.
A cervejaria Opa Bier é uma homenagem aos primeiros colonizadores de Joinville, que encontraram água pura para a produção de cerveja, e aos cervejeiros que por muito tempo deram fama à cidade, fabricando a melhor cerveja do Brasil.
Onde encontrar
Na rede Fort Atacadista, que possui duas lojas em Cuiabá, nas Avenidas Miguel Sutil e Fernando Corrêa da Costa, e uma em Várzea Grande, na Avenida da FEB. O cliente pode aproveitar as ofertas exclusivas com o Cartão Vuon, com facilidades de pagamento.
AGRO & NEGÓCIO
Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA
O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.
Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.
O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.
A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.
Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.
Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.
Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.
Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.
A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.
Fonte: Pensar Agro
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