POLÍTICA NACIONAL
CE aprova Poesia do Pajeú como manifestação da cultura nacional
A Poesia do Pajeú, tradição de poesia oral e escrita desenvolvida no sertão de Pernambuco, poderá ser reconhecida como manifestação da cultura nacional. A tradição reúne cantoria de viola, repente, cordel e outras formas de improviso e versificação.
O Projeto de Lei (PL) 4.254/2025, do deputado Túlio Gadêlha (Rede-PE), foi aprovado nesta terça-feira (1º) pela Comissão de Educação e Cultura (CE). O texto recebeu parecer favorável do senador Fernando Dueire (PSD-PE) e segue para análise do Plenário, em regime de urgência.
Segundo o relator, a Poesia do Pajeú contribui para preservar a memória coletiva e expressar a cultura das comunidades do sertão. Por meio de estrofes, sextilhas, décimas e outras formas tradicionais de versificação, poetas registram histórias, valores, crenças e desafios dessas comunidades.
Para Dueire, o reconhecimento também poderá contribuir para valorizar e preservar manifestações da cultura popular que expressam saberes, modos de vida e formas de organização social de comunidades do interior do país.
— O reconhecimento como manifestação da cultura nacional concorre para a preservação e a difusão da Poesia do Pajeú — avaliou o relator.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Vai à CCJ projeto que libera porte de arma para defensores públicos
A Comissão de Segurança Pública (CSP) aprovou nesta terça-feira (1º) projeto que libera porte de arma de fogo aos integrantes das Defensorias Públicas da União, dos Estados e do Distrito Federal. O PL 2.343/2025, do senador Carlos Portinho (PL-RJ), recebeu parecer favorável do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e segue agora para a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
O projeto altera o Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003) para incluir os membros das Defensorias Públicas entre os autorizados a portar arma de fogo em todo o território nacional. A autorização ficará condicionada à comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo.
Flávio Bolsonaro acatou emenda sugerida pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que acrescenta os advogados públicos no rol de pessoas que poderão passar a ser autorizadas a portar o dispositivo, desde que eles atendam aos requisitos previstos no projeto: a comprovação de capacidade técnica e de aptidão psicológica.
Porte de arma
O relator observou que, desde a publicação do Estatuto do Desarmamento, outras categorias passaram a integrar o grupo autorizado a portar arma. Entre elas estão as carreiras de auditoria da Receita Federal e de auditoria-fiscal do Trabalho, das polícias legislativas, das guardas municipais, da Força Nacional de Segurança Pública e servidores responsáveis pela segurança dos tribunais e dos Ministérios Públicos. O relator também menciona agentes de trânsito, fiscais ambientais e oficiais de justiça entre as carreiras que buscam ser incluídas nessa relação.
Portinho destacou que a Defensoria Pública é instituição permanente e essencial à função jurisdicional do Estado, responsável pela promoção dos direitos humanos e pela defesa integral e gratuita dos direitos individuais e coletivos dos necessitados. O autor lembrou que os defensores atuam em situações sensíveis e de elevado risco, especialmente nas áreas de direito de família, direito penal e execução penal.
Portinho argumentou ainda que esses profissionais podem atuar em regiões marcadas por altos índices de criminalidade e vulnerabilidade social e sofrer represálias em razão do exercício de suas funções. Para o senador, o porte de arma serviria tanto para a proteção pessoal quanto para prevenir ameaças e tentativas de coação. O autor também sustenta que os defensores estão sujeitos a riscos semelhantes aos enfrentados por magistrados, integrantes do Ministério Público, agentes fiscais e outros servidores públicos que já têm direito ao porte.
Nesse sentido, Portinho considera que a concessão do porte dará aos defensores condições de exercer suas atribuições com maior segurança e classifica a iniciativa como uma “medida de justiça e coerência institucional”.
Mulheres
Após um pedido de vista coletivo aprovado, a CSP adiou a votação do projeto que autoriza porte temporário de arma de fogo para mulheres sob medida protetiva de urgência. O PL 3.272/2024, da ex-senadora Rosana Martinelli (MT), tem parecer favorável do relator, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O texto deve voltar à pauta na próxima reunião.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
-
Educação7 dias atrásSeduc-MT define critérios da Gratificação por Eficiência e Resultado
-
esportes7 dias atrásPalmeiras fecha preparação para clássico com o Santos pelas quartas da Copa do Brasil
-
esportes7 dias atrásCruzeiro e Atlético-MG empatam no Mineirão e deixam vaga na semifinal em aberto
-
tce mt7 dias atrásSérgio Ricardo propõe isenção de ICMS para baratear cimento e ampliar obras de estradas e habitação em Mato Grosso
-
esportes7 dias atrásNeymar é relacionado pelo Santos para clássico contra o Palmeiras pela Copa do Brasil
-
AGRO & NEGÓCIO6 dias atrásCMN muda regra para destravar renegociação de dívidas rurais
-
AGRO & NEGÓCIO6 dias atrásProdutor tem até 30 de setembro para entregar a DITR
-
esportes5 dias atrásMatogrossense Leonardo Storck embarca para disputar o US Open juvenil




