SUA SAÚDE AQUI
Saiba quais serviços essenciais serão mantidos neste feriado de Sexta-feira Santa; confira lista completa
A Prefeitura Municipal de Sinop comunica que será feriado para os órgãos da Administração Pública, nesta sexta-feira Santa (07), exceto para os serviços considerados imprescindíveis à comunidade. A medida segue o Decreto Nº 002/2023, que dispõe sobre os feriados e pontos facultativos de 2023. Na segunda-feira (10), o expediente retorna ao normal, das 07h às 13h.
A interrupção nos atendimentos das repartições públicas foi decretada levando em consideração o feriado nacional, da Paixão de Cristo. A medida vale para todos os órgãos, autarquias e fundações do município, com exceção das unidades e serviços considerados essenciais que não possam ser paralisados ou interrompidos por sua natureza.
Confira abaixo mais informações:
PAÇO MUNICIPAL – SECRETARIAS DE GOVERNO E ADMINISTRAÇÃO
Não terá atendimento ao público no período, retornando na segunda-feira (10), das 07h às 13h.
SECRETARIA DE OBRAS
Todos os serviços de limpeza e manutenção, urbana e rural, permanecerão em regime de plantão. O atendimento ao público, presencialmente, estará suspenso;
Os serviços de coleta de lixo doméstico permanecerão normalmente, sem prejuízo à população.
SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO
Não abrem:
SEDE DA SECRETARIA – Serviços administrativos suspensos. Seguirá o Decreto Municipal (retorno das atividades na segunda-feira às 7h);
CASA DOS CONSELHOS – Seguirá o Decreto Municipal (retorno das atividades na segunda-feira às 7h);
Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora – seguirá o decreto (retorno das atividades na segunda-feira às 7h);
*CRAS – Seguirão o Decreto Municipal (retorno das atividades na segunda-feira às 7h);
*SISTEMA NACIONAL DE EMPREGO – SINE – Todos os serviços prestados pelo órgão estarão suspensos, retornando na segunda-feira às 7h.
Regime de plantão:
CREAS – Equipes de plantão para atender as demandas urgentes, bom como o Serviço de Abordagem Social também em plantão. Retorno das atividades na segunda-feira às 7h. Telefone do plantão – (66) 9 9235-1565; (66) 9 9988-0926
Equipe de abordagem plantonista: (66) 99242-1007
CONSELHO TUTELAR – Funcionará em regime de plantão pelo telefone (66) 9 9984-8156;
CASA DE PASSAGEM – Funcionará normalmente 24h durante o feriado
Telefone Assistência Amiga à disposição 24h: (66) 9 9223-9411
RESTAURANTE POPULAR
Estará fechado e não servirá almoço nesta sexta-feira (07), retornando na segunda-feira (10).
SECRETARIA DE SAÚDE
Estarão em funcionamento apenas os serviços essenciais. UBS’s, Farmácia e setores administrativos estarão fechados.
Estarão abertas:
Policlínica Menino Jesus – Rua Colonizador Enio Pipino, bairro São Cristóvão (ao lado da escola São Vicente de Paula);
Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Anete Maria Mota Maria – Avenida André Maggi, Jardim das Acácias;
Casos de Urgência e Emergência – atendimentos 24 horas
SECRETARIA DE TRÂNSITO
Os serviços de urgência e emergência da Guarda Civil Municipal permanecerão normalmente com atendimentos aos boletins de acidente de trânsito e trabalhos de segurança no trânsito;
O Boletim de Acidente Online funcionará normalmente no link: https://stu.consultacidadao.com.br/;
Não abrem:
Atendimentos presenciais e administrativos estarão suspensos, tanto na sede da secretaria, quanto no Ganha Tempo, retornando somente no dia 10/04.
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, ESPORTE E CULTURA
Os atendimentos ao público na Secretaria de Educação, bem como nas unidades escolares, estarão suspensos no período, retornando na segunda-feira (10).
A Diretoria de Cultura estará com atividades administrativas suspensas, assim como a Diretoria de Esporte. Quadras, Ginásios e praças seguem abertos normalmente.
SECRETARIA DE PLANEJAMENTO, FINANÇAS E ORÇAMENTO
Os trabalhos administrativos e de atendimento ao público estarão suspensos, retornando normalmente na segunda-feira (10), a partir das 07h.
Os serviços de emissão de impostos e taxas estarão disponíveis de forma presencial até às 13h de hoje (06/04), no Centro de Atendimento ao Contribuinte (CAC) e na sede do Ganha Tempo, até as 18h. Durante o feriado, ambos os locais estarão fechados.
A retirada da guia para pagamento do IPTU 2023 e da taxa de lixo, pode ser realizada pelo WhatsApp, pelo número (66) 3520-7200 ou pela internet, no link: https://www.gp.srv.br/tributario/sinop/portal_serv_servico?7,61
Guias de impostos que vencerem nesse período poderão ser pagos junto ao banco, normalmente.
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
O atendimento ao público, bem como serviços de assistência técnica aos pequenos produtores rurais estarão suspensos.
SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE
Trabalhos administrativos ficarão suspensos (sem atendimento ao público), retornando com as atividades normais, no dia 10/04;
PROCON
Não terá atendimento ao público no período, retornando na segunda-feira (10), das 07h às 13h.
Fonte: Prefeitura de Sinop – MT
SUA SAÚDE AQUI
8 dicas para evitar rupturas na farmácia hospitalar
A ruptura de itens na farmácia hospitalar compromete mais do que o fluxo interno de abastecimento. Quando um medicamento ou insumo deixa de estar disponível no momento necessário, toda a cadeia assistencial sofre impacto, desde o atraso em protocolos até a pressão extra sobre equipes que já operam com alta responsabilidade. Em ambientes de saúde, prevenir falhas de estoque é uma medida diretamente ligada à segurança do paciente e à continuidade do cuidado.
Por isso, a rotina de gestão precisa ser organizada com critérios claros, monitoramento frequente e decisões baseadas no consumo real. Em vez de agir apenas quando o problema aparece, instituições mais preparadas estruturam processos que reduzem perdas, antecipam riscos e tornam o abastecimento mais previsível. Algumas práticas simples, quando bem executadas, fazem diferença concreta no dia a dia hospitalar.
1. Mapeie os itens críticos da operação
Nem todo produto tem o mesmo peso dentro da rotina assistencial. A farmácia hospitalar precisa identificar quais itens são indispensáveis para urgência, internação, centro cirúrgico, UTI e atendimento ambulatorial, separando o que é essencial do que pode ter reposição com menor prioridade. Esse mapeamento evita que a atenção da equipe se disperse em produtos de baixo impacto operacional.
Uma classificação por criticidade ajuda a definir níveis mínimos de estoque, frequência de conferência e urgência de compra. Soluções parenterais, antibióticos, sedativos, materiais de suporte e medicamentos de uso contínuo costumam exigir vigilância maior. Quando esse grupo é conhecido com precisão, a chance de ruptura cai, porque o controle deixa de ser genérico e passa a refletir a realidade da instituição.
2. Revise o consumo médio com frequência
Muitos estoques entram em desequilíbrio porque trabalham com médias antigas, sem considerar sazonalidade, mudança de perfil assistencial ou ampliação de leitos. O consumo médio deve ser revisado periodicamente para acompanhar oscilações reais da demanda. Um hospital com aumento de cirurgias eletivas, por exemplo, pode exigir reposição mais agressiva de determinados medicamentos e materiais em poucas semanas.
Essa revisão também ajuda a corrigir distorções causadas por compras emergenciais ou picos temporários. O ideal é observar histórico recente, comportamento por setor e recorrência de uso. Quando a leitura do consumo é atualizada, o pedido deixa de ser estimado no improviso e passa a ser sustentado por evidências da operação.
3. Defina estoque mínimo, máximo e ponto de ressuprimento
Um dos erros mais comuns é manter produtos sem parâmetros objetivos de reposição. O estoque mínimo indica a reserva de segurança, o máximo evita excesso e vencimento, e o ponto de ressuprimento mostra o momento certo de iniciar nova compra. Sem essas referências, a gestão fica dependente de percepção individual, o que aumenta o risco de falhas.
Esse controle precisa considerar tempo de entrega, regularidade do fornecedor, criticidade do item e histórico de consumo. Em categorias sensíveis, como analgésicos, antibióticos, soluções parenterais e materiais de uso contínuo, a definição desses limites contribui para manter a assistência contínua mesmo diante de oscilações de demanda ou atrasos logísticos. Não se trata apenas de armazenar mais, mas de estabelecer uma margem segura e racional para cada produto.
4. Integre a farmácia aos setores assistenciais
A ruptura raramente nasce apenas dentro da farmácia. Mudanças em protocolos, aumento de internações, abertura de novos serviços e alterações de prescrição impactam o consumo de forma direta. Quando a equipe de abastecimento trabalha isolada, parte importante dessas informações chega tarde demais, e o ajuste de estoque acontece somente após a escassez aparecer.
Uma comunicação mais próxima com enfermagem, corpo clínico, centro cirúrgico e compras melhora a previsibilidade. Reuniões curtas de alinhamento, alertas sobre mudanças de rotina e compartilhamento de indicadores já ajudam a antecipar necessidades. Quanto mais integrada estiver a farmácia aos setores assistenciais, menor a dependência de respostas emergenciais.
5. Padronize cadastros e unidades de medida
Falhas cadastrais parecem detalhes administrativos, mas costumam causar erros sérios de planejamento. Um mesmo item registrado com descrições diferentes, apresentações parecidas ou unidades de medida inconsistentes prejudica inventários, distorce relatórios e compromete pedidos. Nessas situações, o sistema pode até indicar saldo, embora o produto correto esteja em falta.
Padronizar nomes, concentrações, formas farmacêuticas, embalagens e unidades de dispensação reduz ruído operacional. Além disso, facilita a rastreabilidade, melhora a conferência e torna os dados mais confiáveis para tomada de decisão. Uma base cadastral limpa é parte da segurança do estoque, não apenas uma formalidade de sistema.
6. Acompanhe validade, giro e itens sem movimentação
Evitar ruptura também envolve combater desperdício. Quando produtos vencem, ficam parados ou são comprados em volume incompatível com o giro, recursos deixam de estar disponíveis para itens realmente prioritários. O resultado costuma ser duplo: sobra em uma ponta e falta na outra.
A análise de giro permite identificar o que sai rapidamente, o que exige reposição frequente e o que precisa ter compra reavaliada. Já o monitoramento de validade ajuda a redistribuir itens entre setores antes da perda. Em vez de olhar apenas para a quantidade em estoque, a gestão passa a considerar a qualidade do estoque, o que melhora o uso do orçamento e reduz vulnerabilidades.
7. Estruture planos para compras emergenciais
Mesmo com controle robusto, situações excepcionais podem ocorrer. Atrasos logísticos, mudanças bruscas no perfil de atendimento, desabastecimento pontual e intercorrências assistenciais exigem respostas rápidas. Por isso, a instituição precisa ter um fluxo bem definido para compras emergenciais, com responsáveis, critérios de aprovação e canais já validados.
Esse plano não deve substituir a prevenção, mas funcionar como camada de proteção. Ter fornecedores homologados, alternativas terapêuticas previamente avaliadas e rotinas claras de comunicação evita decisões precipitadas em momentos críticos. Em ambiente hospitalar, agilidade sem padronização pode gerar novos riscos, inclusive de conformidade e segurança.
8. Monitore indicadores e trate desvios com rapidez
A gestão da farmácia hospitalar se fortalece quando deixa de operar apenas por percepção. Indicadores como taxa de ruptura, cobertura de estoque, itens vencidos, consumo por setor, tempo médio de reposição e volume de compras emergenciais mostram onde estão os gargalos. Com esse acompanhamento, os problemas deixam de ser eventos isolados e passam a ser sinais rastreáveis.
Mais importante do que medir é agir sobre os desvios encontrados. Se um grupo de itens rompe com frequência, pode haver falha de cadastro, erro no parâmetro de ressuprimento, consumo subestimado ou instabilidade no fornecimento. Quando a análise vira rotina, a farmácia ganha consistência, reduz improvisos e sustenta um abastecimento mais seguro para toda a operação.
Evitar rupturas na farmácia hospitalar depende menos de respostas heroicas e mais de método. Processos claros, dados confiáveis e integração entre equipes constroem um estoque capaz de sustentar cuidado contínuo, seguro e previsível.
Referências:
BRASIL. Ministério da Saúde. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do Paciente. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/documento_referencia_programa_nacional_seguranca.pdf.
CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA (CFF). Resolução nº 568, de 6 de dezembro de 2012. Regulamenta o exercício profissional na farmácia hospitalar e outros serviços de saúde. Brasília: CFF, 2012. Disponível em: https://www.cff.org.br/userfiles/file/resolucoes/568.pdf.
PESSOA, Débora Luana Ribeiro (org.). Farmácia hospitalar e clínica e prescrição farmacêutica. Ponta Grossa: Atena, 2022. E-book (PDF). Disponível em: https://doi.org/10.22533/at.ed.655222009.
-
esportes7 dias atrásCuiabano Leonardo Storck faz história com campanha épica em Roland Garros
-
esportes5 dias atrásSeleção Feminina vence Estados Unidos em amistoso preparatório para o Mundial
-
esportes5 dias atrásEndrick brilha e Brasil supera Egito em último teste antes do Mundial
-
esportes5 dias atrásAntonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
-
AGRO & NEGÓCIO4 dias atrásExportações de carne de peru crescem 23% e receita mais que dobra em 2026
-
AGRO & NEGÓCIO4 dias atrásTempo seco no Centro-Oeste, frio no Sul e chuvas no Norte e Nordeste
-
Saúde6 dias atrásMutirão de consultas neurológicas no HMC; neste sábado
-
cultura7 dias atrásMuseu do Morro da Caixa D’Água Velha reúne dois importantes nomes da poesia visual brasileira



