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Aos 55 anos Claudia Raia enfrenta uma gravidez de alto risco

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Por Edmundo Pacheco | Portal Mato Grosso

A atriz Claudia Raia, de 55 anos, anunciou na terça-feira (20.09) que está grávida do terceiro filho. Até aí nada demais. O problema é que, a partir de 35 anos toda gravidez é de alto risco, para a mãe e para a criança. Depois dos 40 anos, a gravidez espontânea, como parece ser o caso da atriz,é extremamente rara e o principal problema é a qualidade dos óvulos da mulher.

Isto porque, ao contrário da gravidez assistida, não é possível controlar alterações cromossômicas como síndrome de Down (trissomia do cromossomo 21) etc. Pra se ter ideia, no caso do down, a incidência, até 40 anos é de um caso para cada 100 gestantes. A partir de 45 anos, a incidência sobe um caso para cada 20 gestantes e segue caindo ano a ano. Segundo o registro de Nascidos Vivos do Datasus, das 8.524.223 crianças nascidas entre 2018 e 2020 no Brasil, 1.249 tinham mães acima dos 50 anos, – o que equivale ao pequeno porcentual de 0,014% dos casos.

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Além dos riscos para o bebê, uma gravidez com idade avançada traz problemas de saúde para a mulher, como, por exemplo, pressão alta, diabetes, cardiopatias ou doenças renais, que podem levar à morte materna e/ou fetal.

O Brasil tem uma das mais altas taxas de morte materna do mundo. Segundo o Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna, dados de  2021, o País teve média de 107 mortes a cada 100 mil nascimentos, enquanto que na Europa, por exemplo, são apenas 13 mortes para cada grupo de 100 mil nascidos vivos.

A discrepância entre o Brasil e o continente europeu pode ser explicada pela diferença no acompanhamento de gestantes. Na Europa há uma qualificação melhor da assistência à saúde da gestante e do recém-nascido, voltada principalmente para as gestações de alto risco, já que a média de idade da população é mais alta.

Já no Brasil passam há diversos fatores que influenciam, mas o maior problema é a falta de recursos e atenção. As causas de morte materna são divididas entre evitáveis e não evitáveis e por aqui grande parte das mortes maternas é considerada evitável. Um exemplo, são as hemorragias. Muitos hospitais pequenos, principalmente de cidades do interior não têm equipamentos, especialistas, medicamentos, hemocomponentes, sangue etc, e, casos de emergência costumam enviar o paciente para ser atendido num centro maior. Uma grávida de alto risco, com uma hemorragia numa cidade assim, fatalmente morre porque não dá tempo de se deslocar.

DADOS ERRADOS – Em consequencia disso, segundo o Observatório Obstétrico Brasileiro (OOBr), vinculado à Ufes e à Universidade de São Paulo (USP), o número anual de mortes maternas é 35% superior aos dados oficiais do Ministério da saúde.  é que o Ministério define como “mortalidade materna” os casos ocorridos até 42 dias após o término da gestação, por causas não acidentais ou incidentais.

O estudo verificou, primeiro, os casos de óbitos registrados com a CID 10, que indica morte materna, cadastrados no sistema de dados do Sistema Único de Saúde (SUS) e apresentados na plataforma. Os dados foram idênticos aos apresentados pelo Ministério da Saúde e indicam uma média de 55 a 59 mortes maternas para cada 100 mil bebês nascidos vivos (MM/100 mil NV) entre 2016 e 2019 e um aumento nos anos da pandemia de covid-19 – o índice subiu para 71,9 em 2020 e 107,9 em 2021 (do ano passado, os dados ainda são preliminares). A meta do Ministério da Saúde é de reduzir esse índice para 30 mortes maternas por 30 MM/100 mil NV até o ano de 2030.

Os pesquisadores alertam que, de cada 100 mulheres que morrem durante ou após a gestação, o parto ou o aborto, 28 não são contabilizadas nas políticas públicas. Ainda há que se considerar a subnotificação dos casos de aborto, o que pode levar essa diferença a ser ainda maior. Esses dados contribuem para um mapeamento mais realista da situação das mortes maternas e para a elaboração de políticas públicas que visem a melhorar esse quadro.

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Como treinar ombro em casa: guia de exercícios

Descubra como treinar ombros em casa com exercícios eficazes para ganhar força e definição. Este guia completo oferece dicas práticas e técnicas para resultados visíveis.

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É muito importante treinar os ombros para ter força e estabilidade. Você pode fazer isso em casa, sem precisar de equipamentos caros.

Basta usar o seu corpo e objetos simples, como garrafas de água. Praticar exercícios de ombro em casa ajuda a fortalecer esses músculos. Isso melhora a postura e diminui o risco de lesões.

Você pode fazer elevações laterais, remadas inversas e flexões de ombros, ajustando o peso e as repetições conforme sua capacidade.

A importância do treino de ombros para a saúde e estética

O treino de ombro em casa é essencial para a saúde e beleza do corpo. Ele ajuda a prevenir lesões como osteoartrite e tendinite. Também melhora a capacidade de levantar pesos e aumenta a força muscular.

“Para começar, é fundamental compreender a anatomia do ombro, incluindo seus músculos e articulações. Com as orientações adequadas, é possível personalizar o treino de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Treinar os ombros não só melhora a postura, mas também reduz significativamente o risco de lesões”, comentou um dos melhores ortopedistas de ombro em Goiânia.

Benefícios do fortalecimento dos ombros

Fortalecer os ombros traz muitos benefícios. Melhora a força e a flexibilidade do corpo. Também ajuda a ganhar massa muscular e aumenta a amplitude de movimento.

Anatomia básica do ombro

A anatomia do ombro envolve músculos e articulações. Conhecer essa anatomia é crucial para fazer exercícios seguros e eficazes. Isso permite adaptar o treino para cada pessoa.

Por que treinar ombros em casa é eficaz?

O treino de ombros em casa é eficaz porque se ajusta a cada pessoa. Exercícios simples, como a elevação lateral com halteres, são muito eficazes. Com as dicas certas, é possível melhorar a saúde e a estética do corpo.

Como treinar ombro em casa: exercícios básicos sem equipamentos

Para começar o treino de ombro em casa, o ideal é iniciar com exercícios simples que não exigem equipamentos especiais.

Movimentos como elevações laterais, frontais e rotacionais são excelentes opções e podem ser realizados com pesos leves, como mochilas preenchidas com arroz ou feijão.

Por exemplo, a elevação lateral pode ser feita com pesos de 1 ou 2 kg, utilizando mochilas com arroz ou feijão. Já a elevação frontal pode ser executada com pacotes de 1 kg, como os de arroz ou feijão.

Para quem prefere um exercício sem peso, a prancha com elevação de braço é uma ótima alternativa, focando no fortalecimento dos deltoides.

Para um treino eficaz, recomenda-se realizar 2 a 3 séries de 10 a 12 repetições, de 2 a 3 vezes por semana. Escolha de 3 a 4 exercícios por sessão e ajuste a intensidade e o volume ao longo do tempo, conforme sua evolução.

Após o treino, não se esqueça de alongar os braços para relaxar a musculatura e prevenir tensões.

Com essas orientações, você pode montar um treino de ombro em casa, sem a necessidade de equipamentos específicos, contribuindo para o fortalecimento e a definição muscular.

Lembre-se sempre de manter a postura correta e priorizar a segurança durante a execução. Em caso de dúvidas, consulte um profissional de saúde ou um personal trainer para orientações personalizadas.

Técnicas avançadas para maximizar seus resultados

Para ter um treino de ombro eficaz em casa, é essencial usar técnicas avançadas. Isso inclui exercícios variados, ajustes de intensidade e progressão. Também é importante cuidar do tempo de descanso e recuperação.

Para mulheres, exercícios como o military press e o side raise são muito bons. Eles ajudam a fortalecer os deltoides.

Variações de exercícios para diferentes níveis

Exercícios como o military press e o side raise podem ser ajustados para todos. Para o military press, faça 4 séries de 10 repetições. Isso ajuda muito na hipertrofia.

O side raise é ótimo para trabalhar a cabeça medial do deltóide. Faça 4 séries de 10 repetições. Essas mudanças são cruciais para um treino de ombro bem-sucedido em casa.

Ajustes de intensidade e progressão

É muito importante ajustar a intensidade e a progressão do treino. Isso ajuda a evitar lesões e traz melhores resultados.

Para mulheres, um bom protocolo é fazer 4 séries de 10 repetições no military press e no side raise. Com o tempo, aumente a carga ou o número de repetições. Isso fará o treino mais eficaz.

Tempo de descanso e recuperação

O descanso e a recuperação são essenciais para um treino de ombro bem-sucedido. Deixe 1 a 2 minutos de descanso entre as séries. Evite usar técnicas avançadas demais para não sobrecarregar os músculos.

Além disso, faça o treino de ombro em dias diferentes do treino de peito. Isso ajuda a melhorar o desempenho.

Erros comuns e como evitá-los no treino de ombro

Para evitar lesões e fazer um treino de ombro bem em casa, é essencial saber os erros comuns. É importante não fazer mais de 4 séries de desenvolvimento e elevações frontais se fizer mais de 8 séries de supino/paralela.

Também é bom esperar pelo menos 3 dias para treinar ombros depois de fazer treino de peito.

Outro erro comum é não aquecer bem ou fazer os exercícios de forma errada. Para evitar isso, faça 8 a 12 repetições com uma cadência de 1 segundo subindo e 2 segundos descendo. Isso ajuda a isolar o deltoide médio corretamente.

Faça exercícios de rotação interna e externa para estabilizar o ombro e evite a ‘fatiga’ no final do exercício. Para encontrar os melhores exercícios para ombro em casa, mude os exercícios e não faça a mesma rotina.

Varie os métodos de desenvolvimento, como usar cabos e máquinas. Faça exercícios de rotação interna e externa. Com essas dicas, você evita lesões e faz um treino de ombro seguro e eficaz.

Montando sua rotina personalizada de treino

De acordo com especialistas em ortopedia da clínica COE, localizada em Goiânia, para fazer uma rotina de treino de ombro em casa, é importante pensar bem na frequência e nos exercícios. A rotina deve se ajustar ao seu nível de condicionamento e objetivos.

Exercícios como elevação lateral e remada aberta são bons para o ombro. Também é essencial fazer alongamentos para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Frequência ideal de treinos

A frequência de treinos de ombro em casa varia conforme o seu nível e objetivos. Em geral, 2-3 treinos por semana são o suficiente para ver resultados.

Combinando exercícios efetivamente

Para combinar exercícios, várias opções que trabalhem diferentes músculos do ombro são necessárias. Também é crucial dar tempo de descanso e recuperação entre os treinos.

Adaptando o treino ao seu nível

Adaptar o treino ao seu nível envolve ajustar a intensidade e duração dos exercícios. Incluir exercícios de aquecimento e alongamento é fundamental para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Transforme seus ombros com dedicação e consistência

Para melhorar seus ombros, é essencial ser dedicado e consistente. Faça os exercícios regularmente para ver resultados.

É importante fazer 2-3 sessões por semana, com um dia de descanso. Cada exercício deve ser feito em 3 séries. Faça 8-15 repetições em cada série.

O treino em casa pode ser tão bom quanto em academia. Mantenha-se motivado e focado. Defina metas alcançáveis e veja seu progresso.

Se necessário, mude o treino. Com esforço, seus ombros vão ficar fortes e definidos. Você vai se sentir mais elegante.

Não desista quando enfrentar desafios. Mantenha o foco e celebre cada pequena vitória. Seus ombros fortes mostram seu esforço e dedicação. Comece agora e veja seus ombros mudarem!

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