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Maior pizza do mundo é produzida em Cuiabá e entrará para o Guinness
Lanches e pizzas gigantes
Assessoria
Já ouviu falar de pizzas com 1,20m que servem até 30 pessoas? Não? Então você precisa conhecer o “QuaQua Lanches e Pizza”, uma lanchonete simples mas com muito a oferecer. Ela está localizada em Cuiabá, no bairro Coophamil. Lá o cliente encontra pizzas de tamanhos tradicionais, mas as mais procuradas são as de 75 cm, 90 cm e até 1,20m. Esta última custa R$ 230 e serve pelo menos 30 adultos, enquanto as tradicionais, com oito fatias, saem a partir de R$ 35.
Outro chamariz do local são os lanches, que também são gigantes. É preciso chamar toda a família para dar conta de um. O menor lanche pesa nada menos do que 5 kg e custa R$ 70. Já o “X Quaqua” chega a 8 kg, custa R$ 120, e serve até dez pessoas. São 3kg só de batata frita. É ou não é de dar água na boca?
O dono dessas invenções é o Wellington Martins do Nascimento, mais conhecido como “Quaqua”, um empreendedor que, num momento difícil da vida, resolveu arriscar e criou um projeto ousado: servir apenas lanches e pizzas gigantes. O empresário conta que a ideia apareceu para ele durante um sonho. “Uma pessoa apareceu e disse você precisa fazer uma pizza de 1,2m. E eu não sabia nada, não sabia fazer a massa ou abrir a massa. Mas fui atrás”.
A primeira pessoa para quem Wellington contou o sonho foi sua esposa, Sirene, que achou a ideia uma loucura. Após, comentou com amigos e, por fim, fornecedores, que também não acreditaram no projeto. “Muitos duvidaram, mas eu não sei explicar. Eu sentia que isso ia dar certo. Os fornecedores falavam dos desafios em se fazer as formas e caixas no tamanho que eu precisava. Sem falar dos meios para a entrega, os quais também precisei pensar e construir caixas térmicas maiores para o delivery. E para levar a Big Quaqua precisei adaptar uma Fiorino”, lembra.
Toda essa história aconteceu de forma muito rápida, desde o sonho se passaram apenas dois anos. No início, as pizzas eram feitas em casa pela esposa e Wellington saia entregando de bicicleta. “Para comprar meu primeiro forno tive que pedir dinheiro emprestado e parcelei em seis vezes. Hoje tenho forno de R$ 40 mil. É algo que eu nunca imaginei ter”, lembra.
Além dos fornos, Wellington conseguiu a tão sonhada casa própria, comprou um carro, montou uma clínica de estética para uma das filhas, enquanto a outra trabalha com ele. Mas não pense que o empresário visa apenas o lucro. “O que eu mais prezo é que minha equipe mantenha a qualidade, não importa se vamos vender cem ou mil pizzas. Quero continuar trabalhando com pessoas que também não sabiam nada, mas que tem vontade de crescer”.
E como cresce. Além da lanchonete e do delivery, Wellington trabalhou nos últimos seis meses na construção de um novo espaço, onde atenderá pedidos para festas, empresas, entre outros. “A gente nunca pode parar de sonhar, quero deixar coisas para minhas filhas. O que eu quero agora é comprar um casa grande para que elas possam administrar”, finaliza.
Generosidade
É dando que se recebe. Essa reflexão faz parte do dia-a-dia do Wellington. Mesmo com os dias corridos e o movimento constante no seu estabelecimento, o empresário não mede esforços para ajudar ao próximo. Prova disso, são as inúmeras doações que o mesmo tem feito na comunidade. Na última semana, doou 600 massas pizzas para um jovem que precisa pagar um tratamento contra um câncer. Na última festa da igreja vizinha à sua residência, foram outros 600 cachorro-quentes.
Wellington também é presença constante em policlínicas e Pronto-Socorro, locais onde ele leva suas pizzas para aqueles que prestam atendimento a população. “Fico pensando em tudo o que essas pessoas já passaram até chegar ali. E o que estão passando. É bom a gente fazer isso, porque eu já tive vontade comer um cachorro-quente e não podia. Já tive vontade de presentear minhas filhas e não podia. Não tenho pretensões políticas. Eu sou mão aberta mesmo. Sou assim”.
Neste mês de dezembro, Wellington já avisa a vizinhança. “Vou fazer um barulho aqui, estou programando uma festinha de Natal, quero fechar a rua, por pula-pula, enfim, estou organizando”.
Recorde
Atualmente a pizza produzida no Quaqua é considerada a maior do mundo, uma vez que, não há registros de restaurantes que sirvam diariamente pizzas nesses tamanhos. “Já fizeram pizzas maiores, mas foram produzidas em ocasiões especiais, o que torna a minha a maior do mundo. É só chegar, fazer o pedido e em menos de uma hora o meu cliente está saboreando uma pizza de 1,20 m”. Hoje um advogado está trabalhando e recolhendo toda a documentação necessária para que a pizza sonhada por Wellington entre para o “The Guinness World Records”.
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Morre a menina baleada por engano por agentes da PRF
Morreu, na manhã deste sábado (16.09), a menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada na coluna e na cabeça durante uma ação equivocada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.
Na última quinta-feira (14.09), Heloísa sofreu uma parada cardiorrespiratória, que foi revertida pela equipe de saúde após seis minutos. Ela estava internada no Hospital Adão Pereira Nunes.
A família da criança fazia uma viagem em um carro de passeio, que começou a ser perseguido por uma equipe da PRF. Dentro do veículo estavam Heloísa, os pais dela, a tia e uma irmã. O carro foi perseguido e alvejado por disparos feitos por policiais.
Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados da corporação, que iniciou uma investigação interna. O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça a prisão preventiva dos três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos.
Também é investigada a atuação de um dos policiais que chegou a visitar a vítima no CTI do hospital. O procurador Eduardo Benones representou pela prisão dos agentes Fabiano Menacho Ferreira — que admitiu ter feito os disparos —, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva.
Na peça, Benones afirma que 28 agentes da PRF foram até o hospital logo após o incidente “numa tentativa inequívoca de intimidar” a família e lembra que um deles, à paisana, conseguiu chegar até a emergência pediátrica e falar com o pai da menina.
“A presença de 28 inspetores no hospital, no dia do ocorrido, em contato visual e às vezes verbal, com as vítimas demonstra uso indevido da força corporativa”, escreveu Benones na justificativa.
Segundo a polícia, o carro em que a família estava era roubado. O pai de Heloísa disse que tinha adquirido o veículo recentemente e não sabia da situação irregular.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a PRF terá que acelerar a “revisão da doutrina policial e manuais de procedimentos”.
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