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Conheça o cartão Ultravioleta do Nubank

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Uma das dúvidas das pessoas, ainda mais nessa era da digitalização, é se vale a pena abrir conta Nubank, afinal esta fintech vem se destacando no mercado por conta dos seus serviços.

Existem vários cartões oferecidos pelo Nubank, cada um com suas especificidades que combinam com as necessidades.

Um dos cartões, no entanto, é o cartão ultravioleta do Nubank. Já ouviu falar dele? Essa opção chamou a atenção desde o seu lançamento, mas alguns usuários reclamaram da presença da anuidade.

Se você está curioso sobre como funciona esse cartão e como solicitá-lo, continue lendo aqui!

O que é o cartão Ultravioleta do Nubank?

O cartão Ultravioleta do Nubank é um cartão da categoria premium da fintech. Isso quer dizer que ele tem como objetivo reinventar o conceito de premium por meio de benefícios especiais aos clientes.

Entre esses benefícios propostos, o destaque vai para o 1% de cashback em todas as compras realizadas no crédito usando o cartão Ultravioleta.

O cashback é instantâneo e, se preferir mantê-lo parado, saiba que ele crescerá a 200% do CDI.

Caso queira acumular esse cashback para outros fins, é possível. Você pode trocá-lo depois por investimentos, pagamentos variados, como viagens e restaurantes, por exemplo, assim como por outras pontuações.

Não há limite de tempo de uso do cashback, então não se preocupe com a validade.

Outro detalhe importante no cartão Ultravioleta do Nubank é sua estética. A composição é de metal, por isso ao toque ele é mais pesado (os outros cartões, como você deve saber, são de plástico). O tom roxo é mais escuro, o que lembra os cartões black.

Há o novo logo e a mensagem secreta no cartão que só pode ser lido, pasme, com luz ultravioleta!

Algumas informações só ficam disponíveis pelo aplicativo do banco para sua segurança, como é o caso do próprio número do cartão, data de validade e outros dados.

Conheça a NuTap, a maquininha de cartão do Nubank direto no celular!

Como ter o cartão Ultravioleta do Nubank?

Qualquer brasileiro tem direito a solicitar o cartão Ultravioleta do Nubank, porém é preciso ter mais de 18 anos e CPF regularizado. O pedido passará por análise de crédito pela fintech, que aprovará ou não a solicitação de cada um.

Você precisa registrar seu interesse no site oficial do Nubank e entrar em uma lista de espera até ter a resposta da fintech.

Faça o seguinte:

1– Acesse o site do cartão Ultravioleta,

2– Em “Quer ser uma das primeiras pessoas a receber o Ultravioleta”, digite o seu CPF e clique em “Continuar”,

3– Faça o preenchimento do formulário com as informações necessárias e confira tudo antes de enviá-lo.

Logo, agora é momento de aguardar o retorno com aprovação ou não do seu novo cartão Ultravioleta do Nubank.

Lembrando que caso seja aprovado, é necessário pagar uma anuidade (R$ 49 por mês). No entanto, você pode tê-la gratuitamente caso tenha um gasto mensal mínimo de R$ 5 mil em compras na fatura do cartão de crédito ou se tiver R$ 150 mil investidos no Nubank ou na Easynvest by Nubank.

 

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economia

Comércio de Mato Grosso perde espaço na internet e consumidores gastam bilhões em outros estados

Pesquisa do Sebrae/MT aponta que três em cada cinco empresários do estado ainda não possuem site; enquanto isso, mato-grossenses gastaram R$ 3,5 bilhões em compras online de empresas de fora

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Foto: Freepik

As vendas de empresas de Mato Grosso pela internet caíram 19% no último ano, passando de R$ 630 milhões para R$ 510 milhões. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, com base em informações da Receita Federal.

O número chama atenção porque o movimento contrário também cresceu: os consumidores do estado compraram R$ 3,5 bilhões pela internet de empresas de outros estados, um aumento de 9,3% em relação ao ano anterior.

Na prática, isso significa que o dinheiro do mato-grossense está saindo do estado. As pessoas compram cada vez mais pela internet, mas compram de empresas de São Paulo, Minas Gerais e de outras regiões porque não encontram os comerciantes locais no ambiente digital.

Uma pesquisa do Sebrae/MT chamada “Maturidade Digital dos Pequenos Negócios em Mato Grosso” ajuda a entender por que isso acontece. O levantamento mostrou que três em cada cinco empresários do estado não possuem um site.

Além disso, 52,20% dos entrevistados afirmaram que não têm sequer o cadastro no Google Meu Negócio, ferramenta gratuita que faz a empresa aparecer no Google Maps e nas buscas locais.

Cenário nacional vai na direção oposta

Enquanto o comércio digital de Mato Grosso encolhe, o cenário nacional mostra um caminho bem diferente. Segundo o MDIC, as vendas de micro e pequenas empresas brasileiras pelo comércio eletrônico cresceram quase 1.200% nos últimos cinco anos.

O valor saltou de R$ 5 bilhões em 2019 para R$ 67 bilhões em 2024. No total, o comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 225 bilhões no ano passado.

Os dados mostram que o problema não é falta de mercado. Os brasileiros estão comprando pela internet com frequência cada vez maior. A questão é que muitos comerciantes, especialmente os de estados do Centro-Oeste, ainda não se posicionaram no digital.

Em Mato Grosso, mais de 96% das empresas abertas em 2024 foram de micro e pequeno porte, segundo a Junta Comercial do estado. São negócios que poderiam se beneficiar da internet para vender mais, mas que na maioria dos casos ainda dependem apenas do movimento de rua.

O que o comerciante pode fazer

Especialistas em marketing digital apontam que o primeiro passo é ter um site, mesmo que simples. Um site com informações básicas como endereço, telefone, produtos e horário de funcionamento já coloca o negócio no radar das buscas do Google.

O segundo passo é investir para que esse site seja encontrado. Existem dois caminhos para isso. O tráfego pago, feito por meio de anúncios no Google e nas redes sociais, traz resultados rápidos e permite que o comerciante apareça para pessoas da sua cidade que estão pesquisando por produtos ou serviços naquele momento.

Já o tráfego orgânico é o resultado de um trabalho contínuo de produção de conteúdo e de otimização do site para os mecanismos de busca, o chamado SEO.

Dentro do SEO, uma das estratégias mais importantes é a conquista de backlinks, que são links de outros sites apontando para o seu. Funciona como uma indicação: quando portais de notícias, blogs e sites de referência linkam para o endereço de uma empresa, o Google entende que aquele site tem credibilidade e passa a posicioná-lo melhor nos resultados.

No mercado brasileiro, a busca por backlinks brasileiros tem crescido entre pequenos e médios empresários que querem melhorar o posicionamento dos seus sites e perfis nas buscas.

É importante que o empresário saiba escolher bem quem vai fazer esse trabalho. Uma agência de backlinks séria trabalha com portais reais, de boa reputação, e oferece transparência sobre onde os links serão publicados.

Nesse ponto, vale um alerta: é preciso ter cuidado com backlinks baratos oferecidos na internet. Links vindos de sites de baixa qualidade ou de redes de spam podem prejudicar o posicionamento do site em vez de ajudar. O Google identifica esse tipo de prática e pode penalizar a empresa nos resultados de busca.

Redes sociais também aparecem no Google

Outro ponto que muitos comerciantes não sabem é que os perfis do Instagram e do Facebook também podem ser encontrados nas buscas do Google.

Com um trabalho bem feito de otimização e de construção de autoridade digital, é possível fazer com que o perfil da loja nas redes sociais apareça quando alguém pesquisar pelo nome do negócio ou pelo tipo de produto que ele vende.

As redes sociais, aliás, continuam sendo uma das ferramentas mais acessíveis para o pequeno comerciante. Publicar fotos dos produtos, mostrar o dia a dia da loja, responder perguntas e divulgar promoções são ações simples que ajudam a manter o negócio na lembrança dos clientes.

Um problema que tem solução

Os números mostram que o comércio de Mato Grosso está deixando dinheiro na mesa. O consumidor do estado está comprando pela internet, só que está comprando de fora.

Para mudar esse cenário, não é preciso investir fortunas. Um site bem feito, um cadastro no Google Meu Negócio, presença nas redes sociais e um trabalho de posicionamento nas buscas já fazem diferença.

Isso vale também para quem vive do campo, já que o marketing no agronegócio ajuda a atrair compradores, fechar parcerias e fortalecer a marca regional sem depender só de indicação.

O Sebrae/MT oferece programas de apoio à digitalização dos pequenos negócios, como o “Move Mais Vendas” e consultorias de marketing digital. Informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 570 0800.

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