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Ladrões de banco são presos por força tarefa no interior de Mato Grosso

Cinco pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa foram presas em flagrante no momento em que tentavam entrar no banco. A ação resultou ainda na apreensão de três veículos e em dois adolescentes conduzidos.

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Força tarefa frustra furto em agência bancária de Pedra Preta

Uma tentativa de furto a agência do Banco de Brasil do município de Pedra Preta (238 km  ao Sul), ocorrida durante a madrugada deste sábado (24.11), foi frustrada em uma ação integrada da força-tarefa composta pela Polícia Judiciária Civil, Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), Gerência de Operações Especiais (GOE) Polícia Militar, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

 

Cinco pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa foram presas em flagrante no momento em que tentavam entrar no banco. A ação resultou ainda na apreensão de três veículos e em dois adolescentes conduzidos.

 

Maikon Douglas Alves dos Santos, 22, José Augustinho Souza, 50, Allan Deveny Nogueira Ludwing ,25, Leonardo Martins Leandro, 23, Bruno Greve, 28, responderão por associação criminosa, corrupção de menores e tentativa de furto qualificado.

 

A força-tarefa composta Polícia Federal de Rondonópolis, Delegacia de Pedra Preta, Gerência de Operações Especiais (GOE) e Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) recebeu informações sobre o possível furto na agência do Banco do Brasil de Pedra Preta. Diante da denúncia a região passou a ser monitorada até que um dos suspeitos chamou atenção dos policiais.

 

Durante o trabalho de monitoramento, os policiais identificaram três veículos (um Toyota Corolla, um Volkswagem Gol e um Ford EcoSport) envolvidos na ação criminosa. Diante das suspeitas, foi possível identificar o momento em que os criminosos se reuniram nos fundos da agência bancária para tentar arrombar o prédio.

 

Os policiais montaram uma estratégia para realizar a prisão dos suspeitos, que tentaram fugir, mas foram detidos em pontos distintos, nas proximidades do banco. Com eles foram apreendidas os veículos suspeitos e ferramentas utilizadas em arrombamentos de bancos.

 

O flagrante foi lavrado no plantão regionalizado da Polícia Judiciária Civil.

 

*Com informações da Assessoria de Comunicação da PJC | MT

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Cuiabá

Maysa Leão cobra Prefeitura sobre fila de 24 mil pessoas à espera de atendimento em saúde mental

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Vereadora Maysa Leão

A vereadora Maysa Leão (Republicanos) cobrou, durante a sessão desta terça-feira (29), na Câmara de Cuiabá, respostas da Prefeitura para a fila de cerca de 24 mil pessoas que aguardam atendimento psiquiátrico e psicoterápico no município. Por meio de requerimento de informação, a parlamentar questionou a Secretaria Municipal de Saúde sobre quais medidas serão adotadas para reduzir a espera e ampliar o atendimento em saúde mental.

No encerramento do Setembro Amarelo, Maysa alertou que o sofrimento psíquico acontece durante todo o ano e relatou o caso de uma jovem de 23 anos, com transtorno bipolar e depressão profunda, que procurou ajuda na Policlínica do Coxipó, em unidade básica de saúde e no CAPS. Segundo o relato recebido pelo gabinete, mesmo após buscar atendimento em diferentes pontos da rede, a jovem não recebeu a assistência necessária e acabou tirando a própria vida.

“Essa menina procurou ajuda. Passou por vários pontos da nossa rede, pediu socorro e não teve o atendimento de que precisava. A mãe guarda até hoje os prontuários e as cartas da filha. A minha filha tem 22 anos. Eu não consigo imaginar o tamanho da dor dessa mãe. E não consigo olhar para uma fila de 24 mil pessoas e tratar isso apenas como um número”, afirmou Maysa.

A vereadora também citou o caso da mãe da jornalista Janaiara, que morreu por suicídio e, segundo o relato apresentado por Maysa, recebeu uma mensagem da Prefeitura informando sobre sua consulta dois anos depois da morte. “Não estamos falando apenas de uma fila. Estamos falando de pessoas que estão sofrendo e procurando o poder público porque precisam de ajuda. Depressão é doença e precisa ser tratada como doença. Quem tem diabetes ou um problema cardíaco procura atendimento e não é questionado. Quem tem depressão também precisa ser acolhido, atendido e respeitado”, destacou.

Maysa reforçou que o debate sobre saúde mental não pode terminar com o Setembro Amarelo. “A depressão, o sofrimento psíquico e o risco de suicídio acontecem nos 365 dias do ano. Eu quero saber o que o município de Cuiabá está fazendo para resolver essa fila de 24 mil pessoas que esperam por atendimento psiquiátrico e psicoterápico. Essa é a pergunta que eu faço hoje e que precisa de uma resposta”, finalizou.

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