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Especial de literatura: Vinte autoras de/em Cuiabá

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"As Bugras" de Neide Silva

Por Divanize Carbonieri

No aniversário de 302 anos de Cuiabá, preparei um especial com 20 autoras que nasceram ou vivem na cidade. Tal lista não se pretende exaustiva nem muito menos completa. Alguns critérios a nortearam: autoras vivas com pelo menos um livro solo (ou em coautoria) publicado ou no prelo. De qualquer forma, apresento aqui apenas um ponto de partida para quem quer conhecer um pouco mais da produção literária de mulheres de/em Cuiabá.

1) ANDREZA PEREIRA

Andreza Pereira vê na travessia a palavra escrita como algo bo­nito a ser visto. Tem trabalhado com palavras no jornalismo, na pesquisa acadêmica, se exercitando na literatura. Nasceu em Cuiabá, cresceu tendo os ouvidos amaciados pelas palavras da­qui, espiando os calorosos afetos cuiabanos. Na luz desse Brasil do meio, escreve como quem compartilha. É autora de Água não tem galho (2020), em coautoria com Aldi Nestor, Loreci Demeneghi, Rose dos Anjos e Santiago Santos.

 

https://www.carliniecaniato.com.br/livro/aguanaotemgalho

 

2) ÂNGELA CORADINI

Ângela Coradini é poeta, realizadora audiovisual e pesquisadora. Realizadora com o curta-metragem O Conto da Perda (2019). Pesquisadora com Doutorado em Estudos de Cultura Contemporânea e tese publicada no livro Imagens-espectro de futuridades no Amplo Presente (2019) pela Edufmt. É editora na revista eletrônica Ruído Manifesto e compõe o Coletivo Audiovisual Miraluz. É autora do livro de poemas Já não podem ser amanhã (2020). Também foi selecionada no Edital Estevão de Mendonça de Literatura, com a obra Quatro nós (no prelo).

 

https://loja.tantatinta.com.br/produto/ja-nao-podem-ser-amanha/

 

3) CRISTINA CAMPOS

Cristina Campos é doutora em Educação (USP, 2007); mestra em Educação (UFMT, 1999); especialista em Língua Portuguesa (UFMT, 1989), Semiótica (UFMT, 1995) e Semiótica da Cultura (UFMT, 1996). Professora aposentada de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, pelo IFMT – Campus Cuiabá. Ocupa a Cadeira 16 na Academia Mato-grossense de Letras. É autora das seguintes obras: Pantanal mato-grossense: o semantismo das águas profundas (Cuiabá: Entrelinhas, 2004), Conferência no Cerrado (Tanta Tinta, 2008), Manoel de Barros: o demiurgo das terras encharcadas (Carlini & Caniato, 2010), O falar cuiabano (Carlini & Caniato, 2014), Bicho-grilo (Carlini & Caniato, 2016) e Papo cabeça de criança travessa (Tanta Tinta, 2017).

 

https://loja.tantatinta.com.br/produto/bicho-grilo/

 

4) DANIELA FREIRE

Daniela Freire é psicóloga, nasceu e cresceu em Cuiabá e gosta de inventar novos jeitos de falar sobre a vida para as crianças. É professora do departamento de psicologia da UFMT, coordenadora do grupo de pesquisa de psicologia da infância e atua no programa de pós-graduação em Educação. Publicou os livros infantis Bugrinho: que menino é esse?, com a biografia do seu pai, o poeta Silva Freire, ilustrado por Marcelo Velasco, e Jeri Kurireu, o menino que se reinventou, com ilustrações de Daniele Dias, ambos pela editora Entrelinhas.
https://www.entrelinhaseditora.com.br/produtos/p.asp?id=236&produto=jeri_kurireubr_o_menino_que_se_reinventou

5) DINÁ VICENTE

Diná Vicente é filha de agricultores, Olindino Vicente e Benayr da Rocha, natural de Rondonópolis-MT, mas reside em Cuiabá desde os 14 anos. Sempre teve inclinação para as artes, mas trilhou outros caminhos. Formou-se em Geografia (UFMT, 1997), pós-graduou-se em educação (UFMT, 2000). Voltou aos bancos da faculdade com a filha Carolina Nogueira e, juntas, conquistaram a Carteira da Ordem dos Advogados (2010). Professora, mãe, advogada, esposa e criadora, nunca deixou de escrever suas impressões. Poeta, tem vários poemas escritos (ainda não publicados). Compositora (com algumas músicas registradas na Biblioteca Nacional). Admiradora e estudante de piano. Seu primeiro livro de poemas se encontra no prelo.

http://ruidomanifesto.org/cinco-poemas-de-dina-vicente/

http://www.sermulherarte.com/2020/05/leveza-poetica-em-quatro-poemas-de-dina.html

6) HELENA WERNECK

Helena Werneck é cuiabana, formada em Secretariado no IFMT, e vencedora do prêmio Mato Grosso de Literatura em 2017, na categoria revelação, com a obra de título Nu.
https://www.entrelinhaseditora.com.br/produtos/autor.asp?id=174&autor=helena_werneck

 

7) JADE RAINHO

Jade Rainho (Tucuruí, PA, 1985) é poeta, pesquisadora cultural, documentarista audiovisual, educadora e ativista pelos direitos humanos e da natureza. Coloca seus dons em movimento para servir à transformação amorosa da consciência humana e à preservação e defesa das culturas indígenas. Autora do livro Canção da Liberdade (2017), alguns de seus poemas concorreram a prêmios no Brasil e seu documentário de estreia, Flor Brilhante e as cicatrizes da pedra, foi exibido em 21 países e premiado no Brasil, Bolívia, Peru e México. Vive atualmente em Cuiabá.
http://www.jaderainho.com/

8) JANETE MANACÁ

Janete Manacá é atriz, escritora e poetisa. Integra o Coletivo Literário Maria Taquara – Mulherio das Letras/MT e o site Parágrafo Cerrado. É bacharel em Serviço Social, Comunicação Social e Filosofia, com especialização em semiótica da cultura pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). É autora de Deusas Aladas; A Última Valsa; Quando a Vida Renasce do Caos; Sinfonias do Entardecer; Tecelã de memórias; Valentina, a menina que brinca com o vento; Outono para além da janela; GAIA – A poética silenciosa do amor e A sabedoria dos caminhos: poesia em tempos de pandemia.

 

https://www.facebook.com/jmanaca.manaca

9) JUÇARA NACCIOLI

Juçara Naccioli é graduada em Letras – Literatura e Especialista em Teoria e Prática da Língua Portuguesa, ambos pela Universidade Federal de Mato Grosso. Atua como professora de Linguagem há 23 anos. Poeta integrante do Coletivo Literário Maria Taquara – Mulherio das Letras/MT e do Coletivo Parágrafo Cerrado, pelo qual faz leituras de cenas de peças teatrais. Atriz. Professora de Oratória e expressão pessoal. Foi finalista do Prêmio Off Flip 2019 (poesia). É autora de Chão batido (no prelo), selecionado no editoral MT Nascentes da Lei Aldir Blanc.

https://www.facebook.com/jucara.naccioli

https://ruidomanifesto.org/cinco-poemas-de-jucara-naccioli/

10) LUCIENE CARVALHO

Luciene Carvalho é escritora e poeta. Publicou Conta-gotasSumo da lascíviaAquelarre ou o livro de MadalenaPortoCururu e Siriri do Rio Abaixo (Instituto Usina); Caderno de caligrafia (Cathedral); Teia (Teia 33); Devaneios poéticos: coletânea (EdUFMT); Insânia (Entrelinhas); Ladra de flores (Carlini & Caniato); Dona (Carlini & Caniato) e Na pele (Carlini & Caniato). Essas obras conquistaram prêmios e condecorações. Parte importante do seu trabalho, como declamadora, se faz em shows poéticos em que une figurino, efeitos cênicos e trilhas musicais para oferecer sua poesia viva e colocá-la a serviço da emoção da plateia. Luciene ocupa a cadeira nº 31 da Academia Mato-grossense de Letras.

 

https://www.carliniecaniato.com.br/livro/napele

11) LUCINDA NOGUEIRA PERSONA

Lucinda Nogueira Persona é escritora, poeta, professora e membro da Academia Mato-grossense de Letras. Nasceu em Arapongas, PR, e vive em Cuiabá, MT. Estreou na poesia em 1995 com o livro Por imenso gosto. Publicou, entre outros: Ser cotidiano (1998), Sopa escaldante (2001), Leito de Acaso (2004), Tempo comum (2009), Entre uma noite e outra (2014) e O passo do instante (2019).
https://www.entrelinhaseditora.com.br/produtos/p.asp?id=262&produto=o_passo_do_instante

12) MARILZA RIBEIRO

Marilza Ribeiro nasceu em Cuiabá, em 27 de março de 1934. Graduou-se em Psicologia, pela Faculdade de Ciências e Letras São Marcos, em São Paulo-SP. Foi presidente da Associação de Mulheres de Mato Grosso. É facilitadora de Biodança, escritora, desenhista e poeta. Foi homenageada na Literamérica (2006), em Cuiabá-MT. Publicou seis livros de poesia, entre eles: As aves e poetas ainda cantam (2014), Balaio amarelo (2016) e Acordes para uma menina cantar (2016).
https://www.carliniecaniato.com.br/livro/acordesparaumameninacantar

13) MARLI WALKER

Marli Walker nasceu em Santa Catarina, de onde saiu aos dezoito anos para o sertão de Mato Grosso, região em que viveu por mais de vinte anos. Hoje reside em Cuiabá, onde escreve e leciona no Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). A autora publicou os livros de poemas Pó de serra (2006/2017); Águas de encantação (2009), selecionado pelo edital da prefeitura de Sinop; Apesar do amor (2016), contemplado pelo edital do MEC para o PNLD/2018 e pela Prefeitura de São Paulo (2019); Jardim de ossos, premiado em 2020 pelo edital da Biblioteca Estevão de Mendonça – MT; e o romance Coração Madeira (2020).
https://www.carliniecaniato.com.br/livro/coracaomadeira

14) MARTA HELENA COCCO

Marta Helena Cocco é natural de Pinhal Grande-RS, formada em Letras, doutora em Letras e Linguística, professora de Literaturas da Língua Portuguesa na graduação e na pós-graduação da UNEMAT-MT. Faz parte do grupo de pesquisa LER: Leitura, literatura e ensino – UNEMAT/CNPq. Ganhadora de vários prêmios literários, já publicou cinco livros de poemas (DivisasPartidoMeiosSete Dias e Sábado ou Cantos para um dia só), dois de crítica literária (Regionalismo e identidades: o ensino da literatura produzida em Mato Grosso, Mitocrítica e poesia), um de contos (Não presta pra nada) e sete infantis (Lé e o elefante de lataDoce de formiga, SaBichões, Meu corpo é uma fabricazinha, Escrituras animais, As coisas cansadas das mesmas coisas e A menina Capu e as tintas mágicas).
15) NEIDE SILVA
Neide Silva mora em Cuiabá-MT, onde nasceu e cresceu. É psicóloga e autora de livros infantis. CigamiguinhoSabina, a sapinha bailarinaKaike e Iribi Sabiá são alguns de seus títulos publicados, este último selecionado em um edital da prefeitura de São Paulo para ser distribuído em bibliotecas públicas e escolas do município. Seus livros têm sido trabalhados em várias escolas e bibliotecas do estado, tanto públicas, quanto privadas. Trabalhou em escolas publicas, utilizando as histórias infantis como espaço e dispositivo para a expressão da linguagem e do pensamento da criança. A vulnerabilidade socioeconômica que fez parte de sua infância contribui, hoje, para que promova as artes como intervenção sociocultural. Como artista plástica, empresta seu talento para pequenas esculturas e telas, sendo que, do último livro publicado, foi a própria ilustradora. Seu novo livro, Elvis e Lola, foi lançado em 2020, também ilustrado pela autora. Em 2021, está previsto ainda o lançamento de O reino ruiu, selecionado no edital da Lei Aldir Blanc do município de Cuiabá. Atua no coletivo Maria Taquara que promove discussões acerca da literatura escrita por e para mulheres. A tela “As bugras”, que ilustra essa matéria, é de sua autoria e integra a exposição “Mulheres do Mato”, selecionada no edital MT Nascentes da SECEL-MT/Lei Aldir Blanc, que será inaugurada em 14 de abril de 2021.
16) NEUSA BAPTISTA PINTO
Neusa Baptista Pinto, é jornalista e desenvolve ações culturais e educacionais com o uso de seu livro Cabelo Ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar (TantaTinta, 2007). Neusa atua em produção cultural e participa de iniciativas de valorização da negritude e de combate à discriminação racial.
17) NIARA TERENA

Niara Terena é estudante e natural de Cuiabá. Entre suas atividades favoritas, estão escrever e gravar vídeos. As aventuras de Angelina e o bruxo do sofrimento é o segundo livro lançado, sendo Amor essencial a primeira obra publicada. A publicação de As aventuras de Angelina… foi realizada através do financiamento coletivo e solidariedade de amigos leitores, que doaram recursos que auxiliaram em pelo menos 70% da publicação.

https://editorasustentavel.com.br/as-aventuras-de-angelina-e-o-bruxo-do-sofrimento-o-tempo-em-que-a-terra-pousou-na-escuridao/

18) PATY WOLFF
Paty Wolff (1989, Cacoal – RO) é artista visual, textual e mestre em geografia (UFMT, 2015).  Vive e trabalha atualmente em Cuiabá (MT). Pesquisa a decolonização da representação e do olhar sobre corpos pretos em diáspora e povos indígenas brasileiros. Seus trabalhos transitam entre pintura, cerâmica e literatura. Premiada como escritora revelação no Edital Estevão de Mendonça de Literatura Matogrossense 2020, terá seu primeiro livro publicado, a coletânea de contos Como pássaros em céu de Aruanda, com previsão de lançamento em 2021. Possui contos em antologias nacionais em vias de publicação.  Coordena o Centro Cultural Casa da Pretas e integra o Coletivo Literário Maria Taquara – Mulherio das Letras (MT).
19) STÉFANIE SANDE
Stéfanie Sande é escritora e doutoranda em escrita criativa na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). É autora dos romances O último verso, vencedor do Prêmio Mato Grosso de Literatura na categoria Revelação, e Virgínia.
20) WALESKA CASSUNDÉ
Waleska Cassundé é cuiabana, residente em Campo Grande-MS. Formada em direito pela FUCMT. Advogada por opção e criminalista por vocação. Poeta por catarse, libertação física e purgação espiritual. Em março de 2017, lançou Confissões Essenciais, pela Ed. Gráfica Ruy Barbosa.
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cultura

Projeto Teatreiras em Cena encerra atividades refletindo sobre acesso e acessibilidade cultural

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O Projeto Teatreiras em Cena encerrou suas oficinas no Instituto Federal de Mato Grosso, trazendo para a equipe e também para o público uma reflexão sobre acesso e acessibilidade cultural.

Foram realizadas cinco oficinas, nas quais o teatro se tornou uma ferramenta eficaz para que os participantes desenvolvessem experiências socioemocionais e também obtivessem mais instrumentos para suas práticas profissionais.

Tais instrumentos e ferramentas não foram oportunizados apenas ao público participante, mas também à equipe, que se envolveu em um aprendizado mais aprofundado sobre acesso e acessibilidade cultural — tema presente no âmbito da Aldir Blanc, por meio da Instrução Normativa (IN) MinC nº 10, de 28 de dezembro de 2023 —, explica Naine Terena, uma das “Teatreiras em Cena”.

Terena integrou a equipe do Ministério da Cultura, comandando a diretoria responsável pela coordenação de acesso e acessibilidade cultural, com foco nas diferentes maneiras de atuar junto a pessoas com deficiência. Para ela, a presença dessas medidas nos editais do PNAB é essencial para que equipes de projetos possam se preparar e ampliar a participação de pessoas com deficiência, tanto como público quanto como realizadoras culturais. “Estamos caminhando, ainda que lentamente, para ter essa equipe mais diversa, mas seguiremos firmes neste objetivo”, pondera.

Nesse sentido, Alicce Oliveira, atriz que conduziu as oficinas, aponta que uma das principais reflexões foi a urgência de ampliar projetos que garantam a participação integral das pessoas com deficiência (PCDs). Ela explica que as oficinas de jogos teatrais desenvolvidas no projeto foram cuidadosamente adaptadas para esse público. Entre os desafios, destacou-se a condução de uma mesma oficina para um grupo diverso, com necessidades específicas em cada proposta apresentada.

Para Alicce, ainda que o processo seja inicial, ficou evidente a troca potente e o aprendizado significativo entre os participantes. “Fica claro que nós, produtores culturais, ainda temos muito a aprender e a aprimorar no atendimento às pessoas com deficiência. Com o fortalecimento de políticas públicas como a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), esse movimento de inclusão vem sendo ampliado no setor cultural, abrindo caminhos importantes para uma atuação mais democrática e diversa.”

No Teatreiras em Cena, algumas ações foram direcionadas para o campo da formação da equipe e para o apoio ao fortalecimento das políticas de acessibilidade — especialmente a arquitetônica, atitudinal e comunicacional.

Em relação ao preparo da equipe, ocorreram aulas focadas na formação para as políticas de acessibilidade atitudinal e comunicacional, abordando pontos específicos sobre as relações estabelecidas com pessoas com deficiência.

Foram ofertadas 4 horas de atividade, divididas em dois dias de encontros online. O projeto também abriu vagas nas oficinas, recebendo pelo menos uma pessoa com deficiência em suas atividades. Já no campo da acessibilidade arquitetônica e comunicacional, o projeto ofereceu aos locais que receberam as atividades: um par de placas em braile para banheiros feminino e masculino, seis capas de encosto de cadeira (prioritário) e 19 adesivos em vinil de sinalização para cadeirantes e Libras.

O projeto é financiado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio do Governo de Mato Grosso/SECEL-MT, via Edital Viver Cultura.

Sobre os desafios, Mazé Oliveira, produtora executiva, avalia que há diversos aspectos a serem considerados — desde questões práticas, como visitas aos espaços para compreender as necessidades de cada um, até desafios logísticos e financeiros, como onde encontrar itens que atendessem às demandas e coubessem no orçamento.

“Tudo isso foi pensado e negociado para que pudéssemos fazer as entregas da melhor forma, tanto aos espaços quanto ao projeto, respeitando a legislação vigente. Penso que iniciamos uma caminhada mais consciente, entregando capacitação à equipe, kits de acessibilidade arquitetônica aos espaços e uma oficina mais inclusiva para o público PcD participante. No entanto, quando o assunto é acessibilidade, temos muito o que melhorar e aprender — e nada como a prática cotidiana para entendermos isso. Projetos bem planejados e executados têm muito a contribuir nesse quesito, mas ainda carecemos de mais conscientização, mais políticas públicas estruturantes e perenes e mais orçamento realista”, finaliza.

 

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