AGRO & NEGÓCIO
Cerveja exclusiva da Opa Bier chega a Mato Grosso
Uma das principais paixões do brasileiro, a cerveja, ganha novas versões para conquistar os paladares mais exigentes. A nova aposta do mercado é a Opa Parque Premium Lager. Produzida pela tradicional cervejaria catarinense Opa Bier, de Joinville, a nova cerveja é uma exclusividade da rede Fort Atacadista e já pode ser encontrada nas gôndolas das lojas em Cuiabá e Várzea Grande.

A novidade atende ao nicho de mercado dos pequenos negócios que lucram com compras no atacarejo e também aos clientes que preferem consumir a bebida em casa, principalmente diante da pandemia da Covid-19.
Desenvolvida com matéria-prima nobre, a cerveja Premium Lager, passa por um maior tempo de fermentação e controle minucioso de todo o processo produtivo, além de optar por uma rigorosa seleção de ingredientes.
A Opa Parque Premium Lager apresenta amargor médio e seco, mas agradável no paladar, sem deixar a boca ácida. É refrescante, com notas florais e teor alcoólico mais alto do que uma cerveja Pilsen comum.
“A rede Fort Atacadista está apostando na ampliação da variedade de mercadorias disponíveis e a nova cerveja é mais um produto de alta qualidade que oferecemos aos nossos clientes. São cervejas que chegam para agregar às marcas exclusivas, dos mais variados itens, e com excelente custo-benefício”, informa a coordenadora de Marketing Regional do Fort Atacadista, Rafaellen Duarte.
A cervejaria Opa Bier é uma homenagem aos primeiros colonizadores de Joinville, que encontraram água pura para a produção de cerveja, e aos cervejeiros que por muito tempo deram fama à cidade, fabricando a melhor cerveja do Brasil.
Onde encontrar
Na rede Fort Atacadista, que possui duas lojas em Cuiabá, nas Avenidas Miguel Sutil e Fernando Corrêa da Costa, e uma em Várzea Grande, na Avenida da FEB. O cliente pode aproveitar as ofertas exclusivas com o Cartão Vuon, com facilidades de pagamento.
AGRO & NEGÓCIO
Estado amplia produção de grãos em 61% e consolida nova força do agro
Tradicionalmente reconhecida pela força na produção de café, leite, frutas e hortaliças, Minas Gerais vive uma transformação silenciosa no campo e avança também como potência nacional na produção de grãos. Em dez anos, o estado elevou sua produção de soja, milho, feijão e sorgo de 11,8 milhões para 18,9 milhões de toneladas, crescimento de 61% que colocou Minas na sexta posição entre os maiores produtores do país.
Os dados fazem parte de estudo da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e mostram uma mudança importante no perfil do agro mineiro, historicamente mais associado à cafeicultura e à pecuária leiteira.
O avanço foi puxado principalmente pela expansão da soja e pelo crescimento do milho segunda safra, a chamada safrinha, movimento que aumentou a produtividade das áreas agrícolas sem necessidade proporcional de abertura de novas fronteiras de cultivo.
A produção de soja praticamente dobrou na última década, passando de 4,7 milhões para 9,2 milhões de toneladas, consolidando o grão como o segundo principal item da pauta exportadora mineira, atrás apenas do café.
Segundo o secretário estadual de Agricultura, Thales Fernandes, a intensificação tecnológica nas lavouras foi decisiva para o avanço da produção. “Muitos produtores passaram a trabalhar com duas safras na mesma área, utilizando soja no verão e milho na segunda safra. Isso trouxe ganho de eficiência e aumento significativo da produção estadual”, afirmou.
O crescimento também reflete a expansão da agricultura de precisão, o avanço da irrigação e o desenvolvimento de cultivares mais adaptadas às mudanças climáticas, especialmente nas regiões do Triângulo Mineiro, Alto Paranaíba e Noroeste de Minas, hoje entre os principais polos de grãos do estado.
As pesquisas vêm sendo conduzidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, que trabalha no desenvolvimento de variedades mais resistentes ao clima e com maior produtividade.
Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento, Minas deverá colher na safra 2025/26 cerca de 9,1 milhões de toneladas de soja, 7 milhões de toneladas de milho, 1,6 milhão de toneladas de sorgo e quase 500 mil toneladas de feijão.
Apesar do avanço, o cenário para a próxima safra ainda inspira cautela. O setor monitora os impactos climáticos do avanço do El Niño, além das incertezas provocadas pelos juros elevados e pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio, que podem afetar os custos dos fertilizantes importados pelo Brasil.
“A questão climática preocupa muito. Existe risco de atraso nas chuvas e o mercado acompanha também os impactos logísticos da guerra na região do Estreito de Ormuz, importante rota mundial para fertilizantes”, disse Thales Fernandes.
Mesmo diante das incertezas, Minas Gerais segue ampliando seu protagonismo no agronegócio nacional. Além da expansão nos grãos, o estado lidera a produção brasileira de café, leite, alho, batata e equinos, além de ocupar posições de destaque em culturas como cana-de-açúcar, feijão, banana, tomate, cebola e tilápia.
A diversificação produtiva transformou Minas em um dos estados mais equilibrados do agro brasileiro, combinando tradição em culturas históricas com avanço acelerado em segmentos ligados à segurança alimentar e às exportações de commodities agrícolas.
Fonte: Pensar Agro
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