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Em janeiro, preço real é o maior da série para o mês
O preço do leite pago ao produtor em janeiro (referente ao volume captado em dez/19) foi de R$ 1,36835/litro na “Média Brasil” líquida, alta de 1,1% frente ao mês anterior e 2,2% acima do observado em jan/19
Da Assessoria
O preço do leite pago ao produtor em janeiro (referente ao volume captado em dez/19) foi de R$ 1,36835/litro na “Média Brasil” líquida, alta de 1,1% frente ao mês anterior e 2,2% acima do observado em jan/19
Este é o maior preço real da série histórica do Cepea para um mês de janeiro. A alta é decorrente da competição entre laticínios para garantir a compra de matéria-prima no campo num contexto de oferta limitada – o que é atípico para o período, geralmente caracterizado pelo aumento da produção puxada pelo Sudeste e Centro-Oeste e estabilidade na captação do Sul do País.
A pesquisa do Cepea demonstrou que o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 1,2% de novembro para dezembro na “Média Brasil”. O resultado está atrelado à queda de 7,3% no RS, 1,4% em MG e 0,5% em GO.
A lenta recuperação da produção na primavera, em decorrência do atraso das chuvas, limitou o crescimento da oferta no Sudeste e no Centro-Oeste, sustentando os preços em patamares altos. No Sul do País, o recuo da produção foi maior do que o esperado, devido aos menores volumes de precipitações. No Rio Grande do Sul, especificamente, as altas temperaturas e a estiagem impactaram negativamente a atividade leiteira, por conta do aumento do estresse calórico enfrentado pelos animais e da diminuição de alimentos para o rebanho – devido à menor disponibilidade de pastagem e também aos prejuízos no plantio de milho para silagem.
Combinado a isso, deve-se destacar que o aumento dos custos de produção (em especial do preço do concentrado) e o abate de vacas leiteiras, estimulado pelos elevados preços no mercado de gado de corte, também prejudicaram a produção de leite no último trimestre de 2019. A oferta restrita, portanto, levou a curva de preços a fugir do padrão sazonal (ver Figura 1).
Da Assessoria
Produção leiteira
A dificuldade de recuperação da captação leiteira no Sudeste e no Centro-Oeste em plena safra e o encarecimento dos custos de produção preocupam agentes do setor. Os estoques de derivados seguem enxutos, o que estimulou a alta de 5% no preço do leite spot em MG em janeiro. A média parcial de janeiro (até o dia 28) da muçarela negociada no atacado paulista subiu 2,5%, enquanto a do UHT caiu 1,5%, devido à pressão dos canais de distribuição. Assim, a expectativa é de que os preços do leite no campo se mantenham firmes no 1º trimestre de 2020.
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Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos
Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.
Metais preciosos: um exemplo de estabilidade
Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.
Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.
Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.
Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.
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