AGRO & NEGÓCIO
Shopping de Cuiabá adere à campanha Semana Brasil e oferece descontos especiais
O Goiabeiras Shopping participa da campanha Semana Brasil, de 3 a 13 de setembro, evento que busca estimular a economia, após a retomada do comércio. Durante o período, os visitantes do mall poderão aproveitar ofertas em lojas de diversos segmentos, como vestuário e calçados adulto e infantil, cosméticos e eletrônicos, entre outros.
Segundo a gerente de Marketing do Goiabeiras, Aline Ferraz, a expectativa é a de que os consumidores aproveitem as promoções da Semana Brasil e visitem o shopping, que está preparado com todas as medidas de segurança já estabelecidas para receber os clientes.
“Estamos ansiosos pela Semana Brasil que oferece promoções especiais aos consumidores e possibilita a retomada da economia local e nacional. Os lojistas estão animados para aquecer as vendas no período. Temos um rígido protocolo de segurança e limpeza para garantir a saúde dos nossos colaboradores, lojistas e clientes”, ressalta a gerente.
Lojas como Hope, Pezinho e Cia, O Boticário, Lojas Avenida, Victor Hugo, Lança Perfume, Raphael Benetti, VR Collezioni, Renner, John John, Recco, Blend, Pezinho, Dom Manuel, Tutee, Brooksfield e Capodarte já aderiram à campanha e estarão com ofertas.
Sobre a Semana Brasil
A Semana Brasil acontece desde o ano passado e tem como referência à data da Independência do Brasil (7 de setembro). O slogan deste ano, “Todos juntos com segurança pela retomada e o emprego”, reflete a primeira data comemorativa do varejo após a reabertura do comércio, que sofre restrições desde março devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A campanha é coordenada pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), com apoio do Governo Federal.
Serviço
Semana Brasil no Goiabeiras Shopping
Data: 03 a 13 de setembro
Horário: Lojas, quiosques e praça de alimentação abertos de segunda a sábado, das 11h às 22h. Aos domingos e feriados a praça de alimentação funciona das 11h às 16h.
AGRO & NEGÓCIO
China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado
A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.
O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.
Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.
A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.
Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.
É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras
No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.
Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.
Fonte: Pensar Agro
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