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POLÍCIA FEDERAL

PF investiga desvio de recursos públicos e financiamento eleitoral irregular

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Manaus/AM. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (24/9), a Operação Combustão, com o objetivo de cumprir seis mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Eleitoral no âmbito de investigação que apura a possível prática dos crimes de desvio de recursos públicos, lavagem de capitais e financiamento eleitoral irregular relacionados às eleições de 2022.

As investigações apontam para a existência de um suposto esquema de utilização de recursos oriundos de contratos firmados pela Associação Amazonense de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental (AADESAM), com posterior circulação de valores entre pessoas físicas e jurídicas vinculadas aos fatos apurados.

Por determinação da Justiça Eleitoral, além do cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foi decretado o bloqueio de R$ 17 milhões em bens e valores.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro, corrupção eleitoral, falsidade ideológica eleitoral.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
Contato: (92) 3655-1563
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF combate esquema de fraude previdenciária em Presidente Prudente/SP

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Presidente Prudente/SP. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (24/9), uma operação para cumprir medidas judiciais no âmbito de investigação que apura fraudes na concessão de benefícios previdenciários.

A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão nas cidades de Presidente Prudente/SP, Cerqueira César/SP e Osasco/SP, além do afastamento cautelar de um servidor público do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspeito de envolvimento nas fraudes.

A operação é resultado de investigação conjunta com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP) do Ministério da Previdência Social (MPS), que subsidiou a apuração com dados técnicos utilizados na instauração do inquérito policial.

Segundo as investigações, o investigado teria se valido de acesso privilegiado aos sistemas do INSS para promover alterações indevidas nos cadastros de segurados, inserindo vínculos empregatícios e remunerações sem lastro documental, de forma a simular períodos de contribuição inexistentes.

A investigação também aponta para a possível atuação de intermediários na captação de segurados beneficiados pelo esquema. Levantamento preliminar estima prejuízo potencial aos cofres públicos de, aproximadamente, R$ 1.026.715,53.

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As condutas apuradas podem configurar, em tese, os crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações, estelionato contra a Previdência Social, falsidade ideológica e organização criminosa, sem prejuízo de outras tipificações que venham a ser identificadas no curso das investigações.

Comunicação Social da Delegacia de Polícia Federal em Presidente Prudente/SP
(18) 3344-3041

Fonte: Polícia Federal

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