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Republicanos homologa candidatura de Maysa Leão a deputada estadual

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A candidatura de Maysa Leão a deputada estadual foi oficialmente homologada nesta terça-feira (04), durante a convenção do Republicanos, realizada no Ginásio Dom Aquino, em Cuiabá. O ato consolidou o nome da vereadora na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nas eleições deste ano. Na ocasião, a legenda também homologou a candidatura do governador Otaviano Pivetta, que buscará um novo mandato à frente do Governo do Estado.

A convenção reuniu lideranças políticas, filiados, apoiadores e representantes de diversas regiões de Mato Grosso, marcando o início oficial da campanha eleitoral do Republicanos. Atualmente, o partido é a maior bancada da Assembleia Legislativa, com cinco deputados estaduais, e também confirmou seus candidatos à Câmara dos Deputados.

Em seu pronunciamento, Maysa Leão agradeceu a confiança do partido e reafirmou o compromisso de ampliar para todo o estado o trabalho desenvolvido ao longo do mandato como vereadora de Cuiabá. “Recebo essa homologação com muita gratidão e senso de responsabilidade. Essa candidatura nasce do diálogo com a população e do compromisso de transformar necessidades em políticas públicas que façam diferença na vida das pessoas. Quero levar essa experiência para todo Mato Grosso”, afirmou.

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Ao longo do mandato como vereadora, Maysa Leão transformou em atuação parlamentar a experiência de quem vive diariamente os desafios da inclusão e da maternidade atípica. Suas principais bandeiras são a defesa das pessoas com deficiência e neurodivergentes, dos direitos das mulheres e das crianças, o fortalecimento das famílias atípicas, a educação inclusiva e o apoio a mães e cuidadores. Agora, leva esse compromisso para a disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa, com a proposta de ampliar essas políticas para todo Mato Grosso.

“Esse é um desafio que abraço com o coração e com muita responsabilidade. Sigo movida pelo propósito de representar as famílias, fortalecer a inclusão e trabalhar por um Mato Grosso mais humano, mais justo e com oportunidades para todos. Essa campanha será construída ao lado da população, ouvindo, dialogando e apresentando soluções para os desafios do nosso estado”, finalizou Maysa Leão.

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POLÍTICA MT

Justiça arquiva ação contra senador Carlos Fávaro; autora desiste após condenação em honorários

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Senador Carlos Fávaro

A Justiça de Mato Grosso colocou um ponto final em uma tentativa de desgaste político contra o senador Carlos Fávaro (PSD). A ação judicial que tentava associar o nome do parlamentar a supostas irregularidades trabalhistas e termos graves como “escravidão” foi extinta pela 4ª Vara Cível de Cuiabá. Após o andamento do processo e a decisão judicial que excluiu Fávaro da lide, a própria autora, Patrícia Cristina da Silva, protocolou a desistência total da ação, admitindo não ter mais interesse no prosseguimento do feito.

A decisão da juíza Ana Cristina Silva Mendes foi categórica ao reconhecer a “ilegitimidade passiva” de Carlos Fávaro. Segundo a magistrada, o conjunto de provas demonstrou de forma “robusta e conclusiva” que o senador, como pessoa física, não possuía qualquer relação jurídica com o pedido indenizatório. O contrato em questão havia sido firmado entre o Partido Social Democrático (PSD) e uma empresa de serviços publicitários, sem qualquer vínculo direto com o parlamentar.

Além de excluir Fávaro do processo, a sentença condenou a autora ao pagamento de honorários advocatícios, fixados em 10% sobre o valor da causa. Diante da derrota judicial e da obrigação de arcar com os custos do processo, a autora optou por desistir da ação em 1º de agosto de 2026, confirmando que a demanda não possuía sustentação jurídica.

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Para a defesa do senador, o desfecho comprova que a ação nunca buscou um direito legítimo, mas sim a criação de um “factoide político-eleitoral” para manchar a imagem de Fávaro. O caso agora serve de base para representações na Justiça Eleitoral contra veículos de comunicação que utilizaram manchetes sensacionalistas e informações sabidamente inverídicas para propagar ataques ao senador, ignorando o dever básico de apuração jornalística e o contraditório.

Com a extinção do processo e a desistência da autora, a verdade prevalece, reafirmando que o senador Carlos Fávaro foi vítima de uma aventura jurídica sem fundamentos, desenhada apenas para gerar impacto negativo em período eleitoral.

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