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Município lidera ranking de gestão eficiente e recebe elogios do TCE

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Marcos Bergamasco/Agência Phocus

Prefeitura municipal da Cidade de Nova Mutum - 02.jpg

Prefeitura de Nova Mutum

Primeiro lugar no ranking do Índice de Gestão Fiscal dos Municípios (IGFM) em 2016, com pontuação 0,87, e classificado no conceito A (Gestão de Excelência), Nova Mutum não poderia obter outra decisão do Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso que não fosse o parecer favorável à aprovação das contas anuais de governo.

 

Na sessão ordinária do Pleno realizada nesta terça-feira (05.09), a gestão do município recebeu elogios do presidente do TCE-MT em exercício, conselheiro Valter Albano, e do procurador do Ministério Público de Contas, Willian de Almeida Brito Júnior, que afirmou que a administração de Nova Mutum deve servir de exemplo para os demais municípios, principalmente nesse momento da história brasileira em que a gestão fiscal é um problema para a maioria dos gestores, seja da União, estados ou municípios.

 

Segundo o procurador do MPC, o IGFM foi criado com o objetivo de estimular a cultura da responsabilidade administrativa entre os gestores, por meio de indicadores que medem a qualidade da administração pública. Esse índice foi adotado pelo TCE e analisa, entre outros itens, receita própria, gasto com pessoal, liquidez, investimentos, custo da dívida e resultado orçamentário do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS). Em 2016, o município alcançou o índice de 0,87, ficando em 1º lugar entre os municípios mato-grossenses.

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“Nota-se que o município apresentou discreta melhora se comparado aos indicadores verificados nos anos de 2014 e 2015 e melhoras substanciais se comparados aos anos de 2012 e 2013”, destacou o procurador. Na avaliação dele, isso demonstra a adoção de uma política de gestão fiscal sólida e eficiente, “na qual não cabe fazer qualquer ressalva ou recomendação, diante da louvável situação fiscal demonstrada pelo município durante o exercício”, pontuou.

 

O presidente em exercício, conselheiro Valter Albano, considerou merecido o elogio do procurador do MPC à administração de Nova Mutum e repetiu uma frase que costuma mencionar em muitas sessões do Pleno: “Não existe unidade federada pobre e unidade federada rica. Existe unidade federada bem gerida e unidade federada mal gerida”, reforçou.

 

Valter Albano observou que se a autoridade pública municipal, referindo-se ao exemplo de Nova Mutum, é uma pessoa ciosa, com uma equipe igualmente ciosa, com capacidade para planejar, estabelecer restrições em momentos de crise, o município caminha sempre pela sustentabilidade fiscal. E lembrou que, no momento, exemplo semelhante vem de um estado brasileiro, o Espírito Santo. “Um governador altamente competente, sério, cioso, responsável, que impõe um modelo de gestão eficiente, com enormes restrições orçamentárias, o Espírito Santo é hoje um estado sustentável”, afirmou.

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Nova Mutum em números

 

A Prefeitura de Nova Mutum, sob a gestão de Adriano Xavier Pivetta, aplicou ano passado R$ 31.269.642,21 em ações e serviços de saúde, que corresponderam a 28,60% da receita base de R$ 109.335.325,68, quase o dobro do que determina a Constituição, que é 15%. Na educação os investimentos também superaram o mínimo disposto na Carta Magna, que é de 25%. Foram investidos R$ 31.703.813,98, que correspondem a 28,99% da receita base.

 

Os gastos com pessoal do Poder Executivo totalizaram o montante de R$ 61.371.201,16, o que correspondeu a 41,26% da Receita Corrente Líquida (RCL), observando-se o limite máximo de 54% estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal. Os gastos com pessoal do Poder Legislativo totalizaram a quantia de R$ 2.403.961,53, o que correspondeu a 1,61% da RCL, assegurando também o cumprimento do limite máximo de 6% previsto na LRF.

 

O relator do Processo n° 258946/2015, referente às contas anuais de governo de Nova Mutum, foi o conselheiro Gonçalo Domingos de Campos Neto.

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Cuiabá

Defesa Civil mantém área isolada após queda de reboco em prédio no Centro de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Defesa Civil, mantém isolado o trecho da Rua Cândido Mariano, próximo à esquina com a Rua Pedro Celestino, onde parte do reboco da marquise do sétimo andar do Edifício Maria Joaquina se desprendeu. A medida foi adotada para preservar a integridade física de pedestres e motoristas, enquanto o condomínio providencia os reparos e a estrutura permanece sob monitoramento técnico. O incidente ocorreu na tarde de sábado (27).

Segundo o secretário municipal de Defesa Civil, coronel Alessandro Borges, a ocorrência foi registrada por volta das 18h15, após acionamento do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp). Equipes da Defesa Civil foram deslocadas imediatamente ao local e realizaram o isolamento de aproximadamente 25 a 30 metros da área abaixo da fachada para evitar novos acidentes.

Durante o incidente, parte do revestimento e fragmentos do piso atingiram um veículo estacionado, quebrando o para-brisa. Conforme a Defesa Civil, o desprendimento ocorreu em uma faixa de aproximadamente dois a três metros da fachada. Desde então, o local permanece interditado como medida preventiva até a conclusão dos serviços.

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“O objetivo foi garantir a segurança dos pedestres e evitar acidentes. A construtora responsável iniciará os reparos, enquanto a Defesa Civil continuará acompanhando a situação e monitorando a estrutura até que a manutenção seja concluída”, afirmou o secretário Alessandro Borges.

O síndico do condomínio, o arquiteto Júlio César Silva Ribeiro, informou que o isolamento atende às determinações da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros e permanecerá até que o risco seja eliminado. Segundo ele, o condomínio está reunindo propostas para contratação da empresa que executará os serviços, com expectativa de iniciar as intervenções ainda nesta semana. Além do reparo no ponto onde ocorreu o desprendimento, será realizada uma avaliação de toda a fachada para prevenir novos problemas.

“Vamos proteger toda a fachada para que não haja risco de novos desprendimentos. A decisão é manter a área isolada até que os órgãos técnicos considerem o local seguro”, explicou o síndico.

A interdição alterou temporariamente a rotina de comerciantes e de quem circula diariamente pela região central. O vendedor Alison Aurélio Rodrigues de Souza acredita que a restrição pode reduzir o movimento das lojas e defende rapidez na execução dos reparos.

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“Espero que seja resolvido o mais rápido possível. O isolamento foi importante para a segurança, mas agora é preciso agilizar a obra”, afirmou.

Entre os pedestres, a principal preocupação é com a segurança. A autônoma Rosemeri Priori considera que a manutenção preventiva é essencial em prédios antigos.

“É uma área de grande circulação. O importante é que as providências sejam tomadas rapidamente para evitar acidentes e garantir o bem-estar de todos”, disse.

A Prefeitura reforça que o isolamento permanecerá enquanto houver risco e orienta pedestres e motoristas a respeitarem a sinalização instalada no local. A Defesa Civil seguirá acompanhando a execução dos reparos para assegurar que a área seja liberada somente após avaliação técnica que comprove a segurança da estrutura.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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