Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

BRASIL E MUNDO

Fávaro comemora reconhecimento da China e destaca força da pecuária brasileira; veja vídeo

Ex-ministro da Agricultura e Pecuária afirma que a decisão abre mercados, fortalece Mato Grosso e confirma protagonismo do Brasil no fornecimento mundial de proteína

Publicados

em

O senador Carlos Fávaro comemorou o reconhecimento oficial da China de todo o território brasileiro como livre de febre aftosa sem vacinação. Para o ex-ministro da Agricultura e Pecuária, a decisão representa um marco histórico para a pecuária nacional e confirma a credibilidade sanitária do Brasil diante de seu maior parceiro comercial.

A medida tem forte impacto econômico. A China é o principal destino da carne bovina brasileira e, no ano passado, recebeu mais da metade das exportações do produto. Além disso, o reconhecimento encerra uma negociação sanitária de cerca de 20 anos e amplia as possibilidades de venda de produtos bovinos e suínos ao mercado chinês.

“É uma notícia que nos enche de alegria. É a confirmação, vinda do nosso maior parceiro comercial, daquilo que a Organização Mundial de Saúde Animal já havia atestado. Um marco histórico para a pecuária do Brasil”, afirmou Fávaro.

Segundo o senador, a decisão abre portas, derruba barreiras sanitárias e fortalece toda a cadeia produtiva, com reflexos para pecuaristas, frigoríficos, transportadores e trabalhadores do setor. Para Mato Grosso, maior força do agro brasileiro, o avanço significa mais renda, emprego e oportunidades.

Leia mais:  Câmara aprova fim da escala 6x1 e fixa jornada semanal em 40 horas

Fávaro também lembrou que, mesmo diante do tarifaço imposto pelo governo Trump, o Brasil manteve uma agenda internacional ativa para proteger o agro e ampliar mercados. De acordo com o senador, foram abertos 555 novos mercados para produtos brasileiros, resultado de diálogo, convencimento e trabalho técnico.

“Esse é o tamanho da responsabilidade que carrego e que o povo de Mato Grosso me confiou. Sigo no Senado para que o Brasil continue sendo protagonista no mundo e para que o nosso estado colha os frutos dessa posição. O trabalho segue e tem muito mais por vir”, concluiu.

Propaganda

BRASIL E MUNDO

Operação apura suspeita de fraude em contrato de R$ 108 milhões com ONG ligada à produtora de filme sobre Bolsonaro

Publicados

em

A Polícia Civil de São Paulo deflagrou na manhã desta segunda-feira a Operação Wi-Fi Livre, tendo como principal alvo o Instituto Conhecer Brasil, ONG ligada a Karina Ferreira da Gama, proprietária da produtora Go UP, responsável pelo filme Dark Horse, obra sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. A ação investiga suspeitas de fraude em um contrato de R$ 108 milhões firmado com a prefeitura paulistana para a instalação de internet gratuita em comunidades da capital.

As apurações conduzidas pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil apontam que a organização assumiu a obrigação de instalar 5 mil pontos de acesso públicos em áreas periféricas no prazo de 12 meses. Segundo os investigadores, porém, apenas 3.200 pontos teriam sido colocados em funcionamento até o momento. Também há suspeita de que pelo menos R$ 16,5 milhões em notas fiscais irregulares tenham sido apresentados para justificar despesas do contrato.

Ao longo da operação, além do instituto, outras empresas subcontratadas também são alvos de diligências. Os agentes cumprem buscas ainda na Secretaria Municipal, onde procuram contratos, prestações de contas e documentos ligados ao termo de colaboração. Ao todo, oito mandados de busca e apreensão foram expedidos para recolher arquivos físicos e digitais, equipamentos eletrônicos, registros financeiros e outros materiais considerados relevantes para a investigação.

Leia mais:  Câmara aprova fim da escala 6x1 e fixa jornada semanal em 40 horas

A operação repercutiu no meio político. Em evento no Rio de Janeiro, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que a ação “não tem nada a ver com o filme”, em referência ao longa Dark Horse. O parlamentar havia pedido R$ 61 milhões ao empresário Daniel Vorcaro para financiar a produção.

Em nota, a prefeitura de São Paulo afirmou que “repudia veementemente ilações de desvio de recursos públicos” e sustentou que o contrato com o Instituto Conhecer Brasil seguiu “rigorosamente os princípios da legalidade, transparência e economicidade”. O município também informou que colabora com as investigações.

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana