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Sérgio Ricardo destaca emenda constitucional e reforça trabalho do TCE para reduzir desigualdades

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Presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo | Foto Tony Ribeiro

A promulgação da PEC da Essencialidade foi destacada pelo presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, como um avanço institucional que fortalece o controle externo e amplia a capacidade de atuação do órgão no enfrentamento das desigualdades regionais em Mato Grosso. A Emenda Constitucional nº 139/2026, promulgada nesta terça-feira (5) no Senado Federal, reconhece os Tribunais de Contas como permanentes e essenciais à fiscalização da administração pública, vedando sua extinção.

Segundo o presidente, o reconhecimento constitucional reforça a atuação do TCE-MT para garantir políticas públicas mais eficientes, especialmente em áreas críticas como saúde, educação e infraestrutura, que impactam diretamente as desigualdades entre regiões do estado. “É um reconhecimento legal que demonstra o compromisso com o controle externo no Brasil. Em Mato Grosso, isso se traduz em mais capacidade de atuação para garantir que os recursos públicos cheguem onde são mais necessários, contribuindo para reduzir desigualdades e promover desenvolvimento equilibrado”, afirmou.

Sérgio Ricardo também ressaltou que os Tribunais de Contas são fundamentais para a fiscalização da aplicação dos recursos públicos e reforçou o compromisso da instituição com o desenvolvimento justo. “Os Tribunais de Contas são as instituições mais importantes da República Brasileira e temos que garantir, como sempre fizemos e agora mais do que nunca, o cumprimento do nosso papel, que é fiscalizar e garantir o desenvolvimento justo para o povo brasileiro”, disse.

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O conselheiro do TCE-MT Antonio Joaquim participou da sessão solene no Senado Federal.

A sessão solene de promulgação da emenda contou com a presença do conselheiro Antonio Joaquim, que representou o TCE-MT no Plenário do Senado Federal. Para ele, a medida comprova o papel dos Tribunais de Contas no Estado Democrático de Direito e afasta, de forma definitiva, iniciativas que busquem enfraquecer ou extinguir esses órgãos de controle.

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“Trata-se de uma vitória da democracia, pois não existe democracia sem controle externo. Os Tribunais de Contas são pilares fundamentais do Estado de Direito, assegurando a legalidade e a fiscalização necessárias à boa governança. Essa conquista é da sociedade brasileira, pois fortalece a atuação em defesa do interesse público, na correta aplicação dos recursos, no combate à corrupção e na responsabilização de irregularidades”, afirmou o conselheiro.

O papel dos Tribunais de Contas no fortalecimento da gestão pública também foi destacado pelo presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre, ao assinar a Emenda. “Os Tribunais de Contas são nossa principal linha de defesa no setor público contra a ineficiência e o desperdício. Eu tive a honra de participar ativamente dessa conquista ao longo desses 10 anos. Foi uma década não só de debate, mas de amadurecimento dessa proposta.”

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A Emenda Constitucional nº 139/2026 foi promulgada nesta terça-feira (5).

Da mesma forma se manifestou o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta. “Não há República sem controle, democracia sem fiscalização e boa governança sem transparência. Essa Emenda Constitucional corrobora o compromisso permanente da Câmara dos Deputados e do Senado Federal com a transparência e a responsabilidade na gestão dos recursos públicos. Os Tribunais de Contas são parceiros indispensáveis nessa missão.”

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Participou ainda da solenidade o presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas (Atricon), conselheiro Edilson de Sousa e Silva, que agradeceu o reconhecimento dado à instituição. “Hoje o Estado brasileiro reconhece por meio da Constituição da República que os Tribunais de Contas são essenciais ao funcionamento da República Federativa do Brasil e à preservação dos direitos e garantias do cidadão. Ser essencial não é um privilégio, é uma missão.”

A PEC nº 302/2017 foi apensada à PEC nº 39/2022 em setembro de 2025, após decisão do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, garantindo celeridade na tramitação das matérias. Já em novembro daquele ano, a Câmara aprovou a proposta com 414 votos. A promulgação desta terça-feira sela a última etapa do processo legislativo da emenda.

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Tribunal de Contas cobra cumprimento de prazos e medidas após decreto de emergência ambiental de 2026

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Presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo | Foto: Tony Ribeiro

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) alerta gestores estaduais e municipais quanto ao cumprimento rigoroso das determinações e dos prazos estabelecidos no Decreto nº 2.015/2026, que declarou estado de emergência ambiental em Mato Grosso diante do risco de incêndios florestais. Por meio da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade (COPMAS), que é liderada pelo presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, o órgão enfatiza que a adoção de medidas preventivas e a estruturação de planos de contingência não são facultativas, mas obrigações da gestão pública, sobretudo em cenários de risco já previstos.

O decreto, publicado pelo Governo do Estado nesta terça-feira (28), estabelece que o estado de emergência segue até dezembro e proíbe o uso de fogo para limpeza e manejo de áreas entre 1° de julho e 30 de novembro, em razão das condições climáticas críticas.

Para o presidente do TCE-MT e da COPMAS, conselheiro Sérgio Ricardo, a recorrência de eventos extremos exige atuação antecipada e efetiva por parte dos gestores. “Não se trata mais de situações imprevisíveis. As queimadas e demais eventos extremos vêm se repetindo, o que impõe ao Poder Público a responsabilidade de planejar, agir preventivamente e cumprir as normas estabelecidas. O Tribunal está atento e continuará acompanhando essas ações”, afirmou.

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Nesse contexto, o TCE-MT reforça que já vem atuando na indução de boas práticas, como a capacitação “Proteção e Defesa Civil – Plano de Contingência”, realizada em maio de 2025, que reuniu mais de 400 gestores e representantes de 62 municípios. A iniciativa teve como foco a estruturação de equipes locais de defesa civil, a elaboração de planos baseados em dados concretos e o acesso a fontes de financiamento.

Como reflexo, até setembro de 2025 foram registrados 2.294 focos de calor no estado, redução de 88% em relação ao mesmo período de 2024. “O planejamento não pode ser tratado como medida secundária. Ele é determinante para reduzir danos, preservar vidas e otimizar recursos públicos. O gestor que se antecipa consegue responder melhor; o que não se prepara, agrava o problema”, acrescentou o presidente.

O Tribunal também integra o Comitê Estadual de Gestão do Fogo, coordenado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), que atua na prevenção, monitoramento, controle e responsabilização de incêndios florestais.

Além disso, o Decreto nº 2.015/2026 institui a Sala de Situação Central (SSC), vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), que funcionará de 1º de julho a 30 de novembro como instância estratégica para monitoramento, deliberação técnica, otimização de recursos e resposta rápida às queimadas ilegais.

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