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POLÍCIA

PRF recupera módulos de veículos de carga na BR-364, em Alto Garças (MT)

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou, na manhã de sábado (02), sete módulos de veículos de carga e apreendeu um automóvel no km 48 da BR-364, no município de Alto Garças (MT). A ação ocorreu após procedimento de abordagem e resultou na identificação de seis condutores vítimas de furto.

Durante fiscalização em frente à Unidade Operacional, a equipe policial emitiu ordem de parada a um veículo VW/Polo, de cor branca, com indicativo de análise de risco por suspeita de envolvimento em práticas ilícitas na região. O condutor desobedeceu à sinalização, o que deu início a um acompanhamento tático. Durante o deslocamento, o veículo realizou manobras que geraram risco à segurança viária.

Após o acompanhamento, o veículo saiu da pista e os ocupantes evadiram-se em direção a uma área de vegetação, não sendo localizados durante as buscas iniciais. Durante a verificação veicular, os policiais localizaram no porta-malas cinco módulos da marca Scania, dois módulos da marca Volvo e ferramentas diversas, além de dois aparelhos celulares.

Dando continuidade à ação, a equipe identificou seis motoristas de veículos de carga que tiveram os componentes removidos. Os envolvidos foram encaminhados à Polícia Judiciária Civil de Alto Garças para a formalização do registro e restituição dos bens recuperados. O automóvel utilizado na prática delituosa e os materiais apreendidos também foram entregues à autoridade policial para as providências legais.

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Com esta ação, a PRF reafirma seu compromisso com a segurança pública e a proteção da sociedade, mantendo atuação permanente nas rodovias federais para o combate aos crimes contra o patrimônio e a preservação da ordem.

Fonte: PRF – MT

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POLÍCIA

Operação contra o tráfico de fauna resulta na apreensão de 25 aves silvestres em Nova Xavantina

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A Polícia Civil, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Polícia Militar Ambiental realizaram, nessa terça-feira (05.05), a Operação Canto da Liberdade, em que foram apreendidas 25 aves silvestres mantidas irregularmente em cativeiro, em Nova Xavantina.

Durante a ação, foram localizados pássaros das espécies bicudo e curió, aves silvestres de alto valor no comércio ilegal e que demandam de especial proteção ambiental, inclusive por integrarem grupos de espécies ameaçadas ou sob forte pressão do tráfico de fauna.

Conforme apurado, os animais eram mantidos em desacordo com a legislação ambiental vigente, sem a devida autorização dos órgãos competentes e em condições incompatíveis com o bem-estar animal.

Muitas aves apresentavam sinais de maus-tratos, com indícios de sofrimento, ferimentos e manutenção em ambiente inadequado, situação que reforça a gravidade da conduta investigada.

Além da manutenção irregular dos animais em cativeiro, foram encontrados indícios de falsificação e adulteração de sinais públicos de identificação, especialmente relacionados a anilhas e registros utilizados para controle oficial da criação de aves silvestres.

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A suspeita é de que tais mecanismos fossem empregados para dar aparência de legalidade à circulação e comercialização irregular dos animais, com possível finalidade de tráfico de fauna silvestre.

As aves foram apreendidas e ficaram sob responsabilidade da equipe do Ibama, que adotará as providências necessárias para avaliação, cuidados, recuperação e destinação adequada dos animais.

Os suspeitos não foram localizados no momento da ação. Segundo as informações levantadas, eles já vinham sendo monitorados pelos órgãos ambientais e teriam adotado condutas para dificultar a fiscalização.

O delegado Flávio Leonardo Santana Silva destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos envolvidos.

“A integração entre as forças de segurança e os órgãos de proteção ambiental é fundamental para combater crimes contra a fauna, reprimir o tráfico de animais silvestres e garantir a preservação do meio ambiente. A Polícia Civil já identificou os suspeitos e segue com as investigações para apurar a responsabilidade dos envolvidos pelos crimes ambientais, maus-tratos aos animais e eventuais crimes contra a fé pública”, afirmou o delegado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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