POLÍCIA FEDERAL
FICCO/AM atua contra núcleo financeiro de organização criminosa
Manaus/AM. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Amazonas (FICCO/AM) deflagrou, nessa quarta-feira (22/4), a Operação Torre 7, que visa à desarticulação do núcleo financeiro de organização criminosa atuante no estado do Amazonas.
A operação Torre 7 é desdobramento de fases anteriores, nas quais foram identificadas e presas lideranças da organização criminosa, bem como investigados atuantes, especificamente, em lavagem de dinheiro.
Nesta fase, destaca-se a utilização de criptomoedas como ativo para o pagamento de ilícito, bem como para a lavagem dos recursos obtidos. Até o momento, foram apreendidos cerca de 5 milhões de dólares nesses ativos.
Na investigação, identificou-se uma casa de câmbio pertencente aos investigados, que operava sem autorização do Banco Central, e que movimentou milhões de reais na lavagem de recursos do grupo criminoso.
Ao todo, estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva, além da efetivação de medidas de sequestro de bens. Os mandados são cumpridos na cidade de São Paulo/SP.
A FICCO/AM é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Rodoviária Federal, pela Secretaria de Estado e Segurança Pública, pela Polícia Civil do Amazonas, pela Polícia Militar do Amazonas, pela Secretaria Executiva-Adjunta de Inteligência, pela Secretaria de Administração Penitenciária e pela Secretaria Municipal de Segurança e Defesa Social.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
[email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF, CGU e MPF atuam contra fraudes em contratos de hospitais no Pará
Belém/PA. Nesta quinta-feira (23/4), a Polícia Federal, em apoio ao Ministério Público Federal (MPF) e à Controladoria-Geral da União (CGU), participou da deflagração da Operação Fratria, com o objetivo de investigar indícios de irregularidades na gestão de recursos públicos em contratos firmados com organização social de saúde (OSS) com atuação no estado do Pará.
As investigações, iniciadas pelo MPF, contaram com apoio operacional da PF e com a análise técnica da CGU, que examinou o processo de qualificação da OSS, identificando indícios de fraude processual e de irregularidades na execução contratual.
A operação visa aprofundar as apurações envolvendo possíveis fraudes em processos administrativos, improbidade administrativa e dano ao erário. A organização social investigada recebeu recursos que superam R$ 642 milhões, sendo apontadas suspeitas iniciais de irregularidades que podem alcançar, ao menos, R$ 48 milhões.
No âmbito da operação, estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, em endereços residenciais e comerciais localizados nos municípios de Belém e de Ananindeua.
Comunicação Social da Polícia Federal no Pará
[email protected]
@pf.para
Fonte: Polícia Federal
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