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Mato Grosso

Sinfra notifica empresas para que façam manutenção imediata da MT-170

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) já notificou três empresas responsáveis por trechos da rodovia MT-170 devido a não conformidades identificadas nas obras executadas na via.

As empresas foram formalmente acionadas para realizar os reparos necessários. Duas delas, inclusive, já iniciaram os serviços de correção nos pontos considerados críticos.

O secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, destacou que a Sinfra mantém fiscalização constante sobre as obras em andamento no estado.

“A secretaria acompanha de perto a execução dos contratos e cobra das empresas a qualidade dos serviços prestados. Nosso compromisso é garantir que a população tenha uma rodovia em boas condições de trafegabilidade”, afirmou.

Com o fim do período chuvoso, será realizada uma nova avaliação completa das condições da rodovia, a fim de verificar a efetividade dos reparos executados.

Caso as irregularidades não sejam sanadas dentro do prazo estabelecido, poderão ser adotadas outras medidas administrativas, incluindo a aplicação de sanções previstas em contrato.

 

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Mato Grosso

Ex-governador e deputado se tornam réus por corrupção em concessão de rodovia

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu receber, de forma parcial, a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa e o deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho. Com a decisão, os dois passam a responder, respectivamente, pelos crimes de corrupção passiva e ativa.

O processo apura um suposto esquema de pagamento de R$ 7 milhões em propina pela concessionária Morro da Mesa para viabilizar a assinatura do contrato de concessão da rodovia MT-130, em 2011. Segundo o MPF, o valor teria sido repassado por meio de 21 cheques, usados para quitar dívidas pessoais do então governador.

Durante a sustentação oral, a subprocuradora-geral da República Luiza Frischeisen apresentou os detalhes da investigação e afirmou que os fatos ocorreram entre janeiro e julho de 2001. Nesse período, o ex-deputado e o então diretor da concessionária, Eloi Bruneta, teriam procurado Silval Barbosa no Palácio Paiaguás para pedir agilidade na assinatura do contrato.

“Em reunião reservada, Silval pediu ajuda para quitar dívidas pessoais em troca da referida concessão e, posteriormente, Bortolini ofereceu o pagamento de R$ 7 milhões, que foram aceitos”, relatou a subprocuradora.

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Por unanimidade, os ministros aceitaram a denúncia no trecho referente aos crimes de corrupção, mas afastaram a acusação de lavagem de dinheiro. Segundo o entendimento da Corte, não há indícios suficientes de que tenha havido tentativa de ocultar a origem dos valores supostamente obtidos de forma ilícita.

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