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Tradição mato-grossense brilha no Festival de Cururu e Siriri

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O céu de Cuiabá ganhou brilho e um colorido especiais na noite ontem (28.10) causados pela queima dos fogos de artifício da abertura da maior festa da cultura popular do Estado de Mato Grosso. As primeiras apresentações do 10º Festival de Cururu e Siriri encheram os olhos do público presente na arena do Parque de Exposições da Associação dos Criadores de MT (Acrimat).

Após a entrada da procissão que marcou a cerimônia de abertura A programação do evento foi conduzida pelos personagens Totó Bodega e Cumadre Pitu, que conduziram com graça e alegria o evento. Fazendo jus ao tema desta edição, “Fitas e Chitas” decoram o ambiente ao lado de grandes violas de cochos e outros elementos da cultura cuiabana. Além disso, a feira de artesanato e uma vasta opção em alimentação estavam disponíveis para o público.

A luz de velas, o público abençoou a arena e o espetáculo. Uma roda de cururueiros dos municípios de Nossa Senhora do Livramento, Cáceres e Várzea Grande se reuniuram para fazer o som do ganzá e o batuque ritmado do mocho, juntamente com a viola-de-cocho. Em seguida foram os grupos de siriri: Raízes Cuiabana (Cuiabá), Unidos da Fronteira (Santo Antonio de Leverger), Passo Miudinho (Crianças de Várzea Grande), Bacuri (nossa Senhora do Livramento) e Tradição (Cáceres).

Ao final mais uma atração cativou o público, as apresentações de Fabrício e Fernando e Bruna Viola encerraram o primeiro dia do 10º Festival Cururu Siriri de Mato Grosso, provando que a diversidade cultural pode sim dividir o mesmo palco.

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Morre a menina baleada por engano por agentes da PRF

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Morreu, na manhã deste sábado (16.09), a menina Heloísa dos Santos Silva, de 3 anos, baleada na coluna e na cabeça durante uma ação equivocada da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Na última quinta-feira (14.09), Heloísa sofreu uma parada cardiorrespiratória, que foi revertida pela equipe de saúde após seis minutos. Ela estava internada no Hospital Adão Pereira Nunes.

A família da criança fazia uma viagem em um carro de passeio, que começou a ser perseguido por uma equipe da PRF. Dentro do veículo estavam Heloísa, os pais dela, a tia e uma irmã. O carro foi perseguido e alvejado por disparos feitos por policiais.

Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados da corporação, que iniciou uma investigação interna. O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça a prisão preventiva dos três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) envolvidos.

Também é investigada a atuação de um dos policiais que chegou a visitar a vítima no CTI do hospital. O procurador Eduardo Benones representou pela prisão dos agentes Fabiano Menacho Ferreira — que admitiu ter feito os disparos —, Matheus Domicioli Soares Viegas Pinheiro e Wesley Santos da Silva.

Na peça, Benones afirma que 28 agentes da PRF foram até o hospital logo após o incidente “numa tentativa inequívoca de intimidar” a família e lembra que um deles, à paisana, conseguiu chegar até a emergência pediátrica e falar com o pai da menina.

“A presença de 28 inspetores no hospital, no dia do ocorrido, em contato visual e às vezes verbal, com as vítimas demonstra uso indevido da força corporativa”, escreveu Benones na justificativa.

Segundo a polícia, o carro em que a família estava era roubado. O pai de Heloísa disse que tinha adquirido o veículo recentemente e não sabia da situação irregular.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, disse que a PRF terá que acelerar a “revisão da doutrina policial e manuais de procedimentos”.

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