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POLÍTICA NACIONAL

Seminário debate tratamento humanizado para pacientes com câncer; participe

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As comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Saúde da Câmara dos Deputados realizam, na terça-feira (26), seminário sobre o tema “Pacientes com câncer: como tratar com humanidade?”. O foco do encontro será o tratamento de câncer de cabeça e pescoço. O evento será realizado às 16 horas, no plenário 13, e será interativo.

O seminário atende a pedido dos deputados Geraldo Resende (União-MS) e Silvia Cristina (PP-RO). A proposta é promover reflexão e diálogo, além de discutir estratégias que articulem o cuidado clínico, a reabilitação funcional e a dimensão humana do tratamento oncológico.

Segundo os parlamentares, os cânceres de cabeça e pescoço representam um desafio para a saúde pública, tanto pelo número de casos esperados quanto pelo diagnóstico frequente em fases avançadas, o que aumenta a complexidade do tratamento e reduz as chances de cura.

Eles destacam que a adoção de tecnologias avançadas, como a cirurgia robótica assistida, pode melhorar os desfechos cirúrgicos e contribuir para um atendimento mais humano, seguro e eficaz. No entanto, reforçam que o tratamento vai além da remoção do tumor e da busca pela sobrevida, pois envolve a fala, a deglutição, a imagem corporal e a reinserção social e profissional dos pacientes.

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“A assistência ao paciente oncológico deve ser ampliada para incluir a fonoaudiologia especializada em reabilitação da fala e deglutição, a fisioterapia voltada à função respiratória e motora, o apoio nutricional especializado e o suporte psicossocial contínuo”, escrevem os deputados no requerimento em que pedem o debate.

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Damares destaca nova lei de prevenção ao suicídio entre jovens

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Em pronunciamento no Plenário nesta sexta-feira (22), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) destacou a lei, a  publicada nesta semana, que amplia as obrigações do Sistema Único de Saúde (SUS) no enfrentamento à automutilação e ao suicídio entre crianças e adolescentes. Segundo a parlamentar, autora do projeto que originou a Lei 15.413, de 2026, a norma foi criada em resposta ao aumento dos casos de sofrimento psíquico entre jovens brasileiros.

A senadora alertou para o crescimento das notificações de automutilação, depressão e suicídio entre adolescentes e afirmou que o poder público precisa ampliar urgentemente a rede de atendimento psicológico e psiquiátrico no país.

— Estou feliz pela lei, mas eu não tenho muitos motivos para celebrar. Meu coração está em alerta, porque essa lei nasce do luto de milhares de famílias brasileiras que perderam seus meninos e meninas para um inimigo invisível, implacável e silencioso. Com a nova lei, o SUS tem o dever legal, inegociável, de agir preventivamente. O poder público não pode mais cruzar os braços e atuar como um mero espectador, um mero contador de tragédias. O SUS é obrigado a acolher, a estruturar e a financiar redes de apoio psicológico contínuo — disse.

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Durante o discurso, Damares também cobrou a ampliação do número de centros de atenção psicossocial (Caps), a contratação de profissionais especializados e a implementação de políticas públicas permanentes voltadas à saúde mental infantojuvenil.
— A todos os prefeitos, a todos os governadores, em especial ao Governo do Distrito Federal: cumpram a lei, abram Caps, contratem psicólogos, coloquem profissionais de saúde mental nas escolas. Olhem com bons olhos as nossas comunidades terapêuticas — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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