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Sefaz lança boletim com dados sobre cenário econômico de Mato Grosso

Documento foi elaborado por servidores fazendários com base nas expectativas de mercado

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Meneguini

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Sefaz lança boletim com dados sobre cenário econômico de Mato Grosso

A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) lançou o Boletim Econômico, apresentando as principais variáveis macroeconômicas do Estado e do País. O boletim é uma inciativa para divulgar estudos relacionados à gestão e política fiscal, avaliando os riscos fiscais e a arrecadação de Mato Grosso. Ele será disponibilizado mensalmente, podendo ser acessado no site da Sefaz, no banner “Gestão Fiscal”.

 

O documento traz a evolução da conjuntura econômica, dos principais indicadores utilizados nas projeções do orçamento e de acompanhamento da gestão fiscal como, por exemplo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que é parâmetro da Emenda Constitucional nº 81/217, que instituiu o teto de gastos em Mato Grosso. A variação dos índices Geral de Preço-Disponibilidade Interna (IGP-DI) e Geral de Preços de Mercado (IGP-M) também é apresentada no boletim.

 

Em relação aos parâmetros regionais, o boletim traz informações que possibilitam a vinda de novos investidores para o Estado como, por exemplo, a perspectiva do comércio, do emprego e do rendimento. Nas próximas edições, o documento trará novas variáveis regionais, como o Produto Interno Bruto (PIB) e indicadores do comércio varejista.

 

O Boletim Econômico foi elaborado com base nas expectativas de mercado, disponíveis no site do Banco Central do Brasil (Bacen), e estimado pelos analistas da Unidade de Estudos e Política Fiscal (UEPF-Sefaz).

 

Rogério de Oliveira e Sá, chefe da UEPF explica que essas previsões já são acompanhadas pelas Secretaria há algum tempo. “Estas previsões são realizadas pela Secretaria de Fazenda há algum tempo. Sentimos a necessidade de colocar em prática a divulgação para a sociedade com a possibilidade de incrementar uma política fiscal no Estado, diante do plano fiscal, para o mercado e para o consumo interno, pois, boa parte das operações de crédito do Estado são rastreadas nestes indicadores”, afirma ele.

 

De acordo com Rogério Oliveira, a intenção do Boletim Econômico é ajudar a indicar formas de manter o Estado equilibrado, e eficiente. “Para isto tem que fazer uma boa gestão fiscal, manter o equilíbrio entre receita e despesas”, explica.

 

A Unidade de Estudos e Política Fiscal (UEPF) é um setor criado recentemente pela Secretaria de Fazenda com o objetivo de acompanhar as informações políticas fiscais, portanto precisa estar antenada as possíveis oscilações nas despesas e nas receitas do Estado.

 

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Metais preciosos, commodities e criptomoedas: o mundo dos investimentos alternativos


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Os investimentos alternativos são instrumentos financeiros que permitem diversificar o portfólio além dos tradicionais mercados de ações e imobiliário. Embora ações e imóveis estejam entre as escolhas mais comuns, investir em ativos alternativos pode oferecer maior estabilidade em períodos de volatilidade. Esses instrumentos incluem, entre outros, metais preciosos, criptomoedas e commodities, setores que apresentam dinâmicas diferentes dos investimentos convencionais. A diversificação em ativos alternativos atende à necessidade de equilibrar o portfólio e mitigar os riscos associados a um mercado que, em certos momentos, pode se tornar extremamente instável.

Metais preciosos: um exemplo de estabilidade

Os metais preciosos, como ouro e prata, representam uma das categorias mais populares entre os investimentos alternativos. O ouro, em particular, é considerado um ativo de refúgio: em situações de incerteza econômica ou alta inflação, tende a manter ou aumentar seu valor. O desempenho do ouro é frequentemente indicado no Forex com o símbolo xauusd e, conforme ilustrado nesta página informativa online, pode oferecer aos investidores uma proteção contra a instabilidade dos mercados tradicionais. Esse símbolo reflete a taxa de câmbio entre o ouro e o dólar americano, um parâmetro acompanhado por quem deseja investir em um ativo seguro durante períodos de crise.

Commodities e agricultura: um mundo de recursos
Além dos metais preciosos, outras categorias de investimentos alternativos incluem commodities como petróleo, gás natural e produtos agrícolas. Investir em commodities significa participar de um mercado onde os preços são determinados não apenas pela oferta e demanda, mas também por fatores geopolíticos, climáticos e tecnológicos. Esses ativos têm uma função estratégica na gestão do portfólio, pois oferecem um potencial de crescimento independente das flutuações dos mercados de ações. As commodities agrícolas, em particular, são influenciadas pelas condições climáticas e inovações no setor alimentar, representando assim uma oportunidade para investidores com interesse em sustentabilidade e agroalimentação.

Criptomoedas: entre inovação e volatilidade
As criptomoedas são um dos investimentos alternativos mais recentes e representam um setor em constante crescimento. Essas moedas digitais, baseadas em tecnologias descentralizadas como o blockchain, são consideradas investimentos de alto risco, mas também de alto potencial de retorno. Sua natureza digital e a ausência de regulamentação central as tornam particularmente voláteis, mas, ao mesmo tempo, capazes de oferecer novas oportunidades financeiras. As criptomoedas oferecem uma visão inovadora do mundo econômico, desvinculada das lógicas dos bancos centrais e das autoridades governamentais, atraindo investidores que desejam diversificar o portfólio com ativos de perfil não convencional.

Arte e bens colecionáveis: um patrimônio tangível
Outra forma de investimento alternativo está nos bens colecionáveis e nas obras de arte. Esses investimentos, muitas vezes menos líquidos e vinculados a um crescimento de longo prazo, são escolhidos por quem deseja diversificar com um patrimônio tangível. A arte pode representar não apenas um investimento, mas também um valor cultural e estético, e seu valor tende a se manter independente dos mercados financeiros tradicionais. Desde pinturas clássicas até modernas obras digitais, o colecionismo pode oferecer uma proteção ao portfólio e enriquecer o patrimônio pessoal com um toque de exclusividade.

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