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Saúde com uso de ozônio medicinal

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Angelo Varela-ALMT

 Reunião da Câmara Setorial Temática da Ozonioterapia Angelo Varela-ALMT

Reunião da Câmara Setorial Temática da Ozonioterapia

 

A Câmara Setorial Temática (CST)  da Ozonioterapia realizou, nesta segunda-feira (11), o último encontro antes da apresentação do relatório final do trabalho que busca  regulamentar o tratamento de saúde com uso de ozônio medicinal. Após quatro reuniões para debater o tema com representantes de todas as esferas de poder, da sociedade civil e também profissionais da medicina que utilizam o tratamento, a CST deverá propor um projeto de Lei para regulamentar  a técnica e viabilizar sua implantação no Sistema Único de Saúde (SUS). A próxima reunião está marcada para 13 de agosto de 2016.

 

A iniciativa da Assembleia Legislativa pelo reconhecimento da alternativa de tratamento e sua inserção no Sistema Único de Saúde (SUS) é inédita em todo o País e poderá abrir portas para o reconhecimento da técnica que já é utilizada em  países como Alemanha, Suíça, Áustria, Espanha, Portugal, Itália, China, Cuba, Ucrânia, Rússia, Grécia, Turquia e Egito. No Brasil,  a ozoniaterapia começou a ser adotada na década de 70, mas até hoje é considerada prática experimental pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

 

No penúltimo encontro realizado pela CST, médicos que aplicam a terapia puderam apresentar suas experiências a representantes do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e do Ministério Público do Estado (MPE). O médico Valdirson Coelho revelou que adota a ozonioterapia e que pode ver os resultados no dia a dia. “Trabalho com medicina de resultados, e a ozonioterapia é comprovadamente um tratamento eficaz. Um paciente ortopédico ficou submetido a tratamento tradicional por dois anos sem registrar melhorias. Após o uso de ozônio medicinal, em pouco tempo ele apresentou significativo avanço”, justificou.

O auditor do TCE, Bruno Santos, afirmou que até então  não conhecia o método de tratamento, mas destaca que considera fundamental dar alternativas de tratamento para a população e para o SUS, reduzindo os custos e assim alcançando um maior número de pessoas. “Passamos por um processo grave de judicialização da saúde porque o Estado não consegue  arcar com os custos. A implantação de meios alternativos, mais baratos e que permitam tratar e prevenir doenças é muito importante”.

Um dos exemplos citados foi de um paciente com diabetes, do doutor Marco Aurélio Silva Ribeiro. Ele possuía recomendação para amputar uma perna e, com um mês de aplicação do ozônio medicinal, teve o quadro revertido. “Ver uma pessoa que ia perder um membro se recuperar a ponto de reverter uma amputação não tem explicação. Temos que produzir saúde, mas atualmente só produzimos doença”, desabafou o médico.

A presidente da Associação Brasileira de Ozonioterapia e relatora da CST, Maria Emilia Gadelha Serra, explicou que o tratamento com o ozônio medicinal tem duas linhas principais. Um seria o uso tópico para acelerar a cicatrização e evitar infecções em casos de ferimentos, queimaduras e até de pés diabéticos. Ou por meio sistêmico, para doenças hepáticas, circulatórias, intestinais, entre outros. “Há cem anos o método é utilizado em  países como Alemanha, com comprovação em pesquisas e estudos, mas até hoje não foi regulamentada no Brasil. Considerar uma metodologia eficaz como experimental nos impede de avançar em mais pesquisas e aplicações da Ozonioterapia”.

 

O presidente da CST da Ozonioterapia, José Lacerda, afirmou que a agora os membros da  Câmara vão reunir toda documentação levantada até o momento, as pesquisas que comprovam a eficiência do tratamento e também sobre a economia que poderá gerar para o setor público de saúde para propor uma lei que regulamente a Ozonioterapia em âmbito estadual.

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Assembleia apoia projeto de combate à violência contra a mulher

Meta do projeto da ALMT é reunir 10 mil voluntários nos 43 municípios onde ele será implantado inicialmente

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Projeto pretende combater os casos de violência no estado a partir da formação de um “exército” de voluntários, orientados com base na Lei Maria da Penha

A Assembleia Legislativa firmou parceria com a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) para desenvolvimento do projeto “Exército de Marias da Penha”, que visa combater a violência contra a mulher em Mato Grosso. A parceria foi assegurada pelo presidente da Assembleia, deputado Guilherme Maluf (PSDB), e será executada pela Sala da Mulher e TV Assembleia.

 

O projeto pretende combater os casos de violência no estado a partir da formação de um “exército” de voluntários, que serão capacitados e disseminarão em suas comunidades informações acerca dos tipos mais comuns de violência contra a mulher, fatores relacionados às ocorrências e detalhes da Lei n° 11.340, conhecida popularmente como Lei Maria da Penha.

 

A meta do projeto é reunir 10 mil voluntários nos 43 municípios onde ele será implantado inicialmente. “Começaremos pelos locais que apresentam maior vulnerabilidade no que se refere à violência contra a mulher, mas queremos alcançar o maior número de pessoas possível, chegando até os 141 municípios mato-grossenses”, frisou a idealizadora do projeto e superintendente de Políticas para as Mulheres de Mato Grosso, Isabel Silveira.

 

Podem participar como voluntários mulheres e homens com idades acima de 16 anos, sendo que estes serão envolvidos no projeto através do Programa “Eles por Elas”, da Organização das Nações Unidas (ONU). Para se inscrever, basta enviar um email para [email protected] ou ligar no telefone (65) 99987-5303.

 

Capacitação

 

A capacitação dos voluntários será realizada em três etapas, por meio de 21 videoaulas, gravadas nos estúdios da TV Assembleia.

 

A primeira etapa orientará os voluntários a disseminar as informações em escolas e unidades do  Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).

 

A segunda etapa irá prepará-los para abordar mulheres vítimas de violência nas comunidades urbanas e rurais e a terceira etapa, para ministrar palestras para homens em canteiros de obras, postos de gasolina, lavouras, entre outros lugares.

 

Ministrada pela juíza da 10ª Vara Criminal e da 1ª Vara da Violência Doméstica, Ana Cristina Mendes, a primeira das 21 videoaulas foi gravada nesta terça-feira (12) e abordou as formas de violência contra a mulher, os fatores econômicos que podem influenciar as ocorrências e o ciclo no qual estão incluídas as vítimas.

 

Segundo Ana Cristina, muitas mulheres acreditam ser culpadas pela agressão que sofreram. “Essas mulheres geralmente apresentam baixa auto-estima e são dependentes financeiramente e emocionalmente de seus parceiros. Elas acreditam que não merecem ser felizes ou que só conseguirão ser felizes ao lado deles”, relatou.

 

As demais videoaulas serão ministradas por juízes, promotores, defensores públicos, professores, psicólogos e outros profissionais que atuam em favor da causa. Além do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa, o Tribunal de Justiça e a Defensoria Pública também participam do projeto.

 

Realidade de MT

 

Mato Grosso foi o primeiro estado do país a implantar a Lei Maria da Penha, que completará 10 anos no dia 7 de agosto. Apesar disso, segundo Isabel Silveira, nos últimos 10 anos houve um aumento de 32% de homicídios contra a mulher registrados no estado.

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