Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

SUA SAÚDE AQUI

Saiba aqui o que é o AIT (Acidente Isquêmico Trânsitório) que levou Renato Aragão, o eterno Didi dos Trapalhões, para o hospital

Publicados

em

Renato Aragão, o eterno Didi dos Trapalhões, foi internado nesta quarta-feira (7.12) no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro depois de ter um AIT (Acidente Isquêmico Trânsitório). O humorista, de 82 anos, passa bem, mas deve ficar em vigilância neurológica até a sexta-feira.

O AIT é quando uma artéria cerebral entope ou se rompe, deixando o cérebro sem de receber sangue e oxigênio o que provoca perda de sensibilidade em alguma parte do corpo, enjoo, fala enrolada, dificuldade de expressão, incontinência urinária, desequilíbrio, síncope, paralisia nos membros inferiores e superiores e visão dupla.

HÁ UM ANO AQUI

Celular no bolso: taxa de fertilidade humana caiu pela metade nos últimos anos

Os AITs em si geralmente não são graves, mas é preciso acudir com rapidez e encaminhar a pessoa com os sintomas acima imediatamente para um hospital. Isso porque as pessoas que sofreram um AIT têm muito mais probabilidade de sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) do que as demais.

Segundo os médicos, o risco de AVC é maior durante as primeiras 24 a 48 horas após um AIT. Outra característica o AIT do VC é que os acidentes vasculares cerebrais isquêmicos não causam lesões cerebrais permanentes. Os sintomas do AIT são passageiros muitas vezes nem provocam alterações no cérebro que possam ser detectadas por diagnóstico por imagem.

Outro detalhe é que tanto o AIT, quanto o AVC – e por isso o socorro em qualquer caso deve ser rápido – têm a mesma causa. A maior parte dos AITs ocorre quando um fragmento de um coágulo de sangue (trombo) ou de material gorduroso (ateroma ou placa), devido à aterosclerose, se solta do coração ou da parede de uma artéria, entra no fluxo sanguíneo (convertendo-se num êmbolo) e se aloja numa das artérias que irrigam o cérebro.

Se as artérias para o cérebro já estiverem estreitadas (como em pessoas com aterosclerose), outros quadros clínicos ocasionalmente causam sintomas semelhantes aos dos AITs. Esses quadros clínicos incluem um nível muito baixo de oxigênio no sangue (como pode resultar de uma doença pulmonar), uma deficiência grave de glóbulos vermelhos (anemia), envenenamento por monóxido de carbono, sangue espesso (como na policitemia) ou pressão arterial muito baixa (hipotensão) etc.

Já o AVC geralmente mata instantaneamente ou em poucas horas. Em média, no Brasil, 12 pessoas morrem de AVC a cada hora. Quem sobrevive fica com sequelas como dificuldade em movimentar o corpo, andar, deitar ou sentar, perda de força, de músculo e de equilíbrio de um dos lados do corpo. Alterações na face – boca torta, testa sem rugas e olho caído de apenas um dos lados da face, dificuldade em engolir alimentos, seja sólidos ou líquidos, conhecido por disfagia, o que aumenta o risco de engasgamento.

Dificuldade para falar, alterações visuais, incontinência urinária e fecal, confusão e perda de memória, depressão e sentimentos de revolta
causada por alterações hormonais influenciada pelas lesões no cérebro.

No caso do AVC, há dois tipos, o isquêmico, que ocorre quando falta sangue em alguma área do cérebro e corresponde a 80% ou 85% dos casos; e o hemorrágico – chamado “derrame”, quando um vaso arterial se rompe.

Fatores de risco – Os fatores de risco também são os mesmos para AITs e AVC:

Níveis altos de colesterol
Hipertensão arterial
Diabetes
Resistência à insulina (resposta inadequada à insulina), que ocorre no diabetes tipo 2
Tabagismo
Obesidade, particularmente se o excesso de peso estiver ao redor do abdômen
Consumo excessivo de álcool
Falta de atividade física
Dieta pouco saudável (como aquelas que apresentam um teor elevado de gorduras saturadas, gorduras trans e calorias)
Depressão ou outros tipos de estresse mental.
Doenças cardíacas
Endocardite infecciosa (infecção do revestimento do coração e, geralmente, das válvulas do coração)
Uso de cocaína ou anfetaminas
Inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite)
Distúrbios coagulatórios que resultem em coagulação excessiva
Uso de terapia com estrogênio, incluindo contraceptivos orais
Os fatores de risco que não podem ser modificados incluem
Ter sofrido um acidente vascular cerebral anteriormente
Ser homem
Ter mais idade
Ter familiares que sofreram um acidente vascular cerebral
Sintomas de AITs

Propaganda

SUA SAÚDE AQUI

Como treinar ombro em casa: guia de exercícios

Descubra como treinar ombros em casa com exercícios eficazes para ganhar força e definição. Este guia completo oferece dicas práticas e técnicas para resultados visíveis.

Publicados

em

 

É muito importante treinar os ombros para ter força e estabilidade. Você pode fazer isso em casa, sem precisar de equipamentos caros.

Basta usar o seu corpo e objetos simples, como garrafas de água. Praticar exercícios de ombro em casa ajuda a fortalecer esses músculos. Isso melhora a postura e diminui o risco de lesões.

Você pode fazer elevações laterais, remadas inversas e flexões de ombros, ajustando o peso e as repetições conforme sua capacidade.

A importância do treino de ombros para a saúde e estética

O treino de ombro em casa é essencial para a saúde e beleza do corpo. Ele ajuda a prevenir lesões como osteoartrite e tendinite. Também melhora a capacidade de levantar pesos e aumenta a força muscular.

“Para começar, é fundamental compreender a anatomia do ombro, incluindo seus músculos e articulações. Com as orientações adequadas, é possível personalizar o treino de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Treinar os ombros não só melhora a postura, mas também reduz significativamente o risco de lesões”, comentou um dos melhores ortopedistas de ombro em Goiânia.

Benefícios do fortalecimento dos ombros

Fortalecer os ombros traz muitos benefícios. Melhora a força e a flexibilidade do corpo. Também ajuda a ganhar massa muscular e aumenta a amplitude de movimento.

Anatomia básica do ombro

A anatomia do ombro envolve músculos e articulações. Conhecer essa anatomia é crucial para fazer exercícios seguros e eficazes. Isso permite adaptar o treino para cada pessoa.

Por que treinar ombros em casa é eficaz?

O treino de ombros em casa é eficaz porque se ajusta a cada pessoa. Exercícios simples, como a elevação lateral com halteres, são muito eficazes. Com as dicas certas, é possível melhorar a saúde e a estética do corpo.

Como treinar ombro em casa: exercícios básicos sem equipamentos

Para começar o treino de ombro em casa, o ideal é iniciar com exercícios simples que não exigem equipamentos especiais.

Movimentos como elevações laterais, frontais e rotacionais são excelentes opções e podem ser realizados com pesos leves, como mochilas preenchidas com arroz ou feijão.

Por exemplo, a elevação lateral pode ser feita com pesos de 1 ou 2 kg, utilizando mochilas com arroz ou feijão. Já a elevação frontal pode ser executada com pacotes de 1 kg, como os de arroz ou feijão.

Para quem prefere um exercício sem peso, a prancha com elevação de braço é uma ótima alternativa, focando no fortalecimento dos deltoides.

Para um treino eficaz, recomenda-se realizar 2 a 3 séries de 10 a 12 repetições, de 2 a 3 vezes por semana. Escolha de 3 a 4 exercícios por sessão e ajuste a intensidade e o volume ao longo do tempo, conforme sua evolução.

Após o treino, não se esqueça de alongar os braços para relaxar a musculatura e prevenir tensões.

Com essas orientações, você pode montar um treino de ombro em casa, sem a necessidade de equipamentos específicos, contribuindo para o fortalecimento e a definição muscular.

Lembre-se sempre de manter a postura correta e priorizar a segurança durante a execução. Em caso de dúvidas, consulte um profissional de saúde ou um personal trainer para orientações personalizadas.

Técnicas avançadas para maximizar seus resultados

Para ter um treino de ombro eficaz em casa, é essencial usar técnicas avançadas. Isso inclui exercícios variados, ajustes de intensidade e progressão. Também é importante cuidar do tempo de descanso e recuperação.

Para mulheres, exercícios como o military press e o side raise são muito bons. Eles ajudam a fortalecer os deltoides.

Variações de exercícios para diferentes níveis

Exercícios como o military press e o side raise podem ser ajustados para todos. Para o military press, faça 4 séries de 10 repetições. Isso ajuda muito na hipertrofia.

O side raise é ótimo para trabalhar a cabeça medial do deltóide. Faça 4 séries de 10 repetições. Essas mudanças são cruciais para um treino de ombro bem-sucedido em casa.

Ajustes de intensidade e progressão

É muito importante ajustar a intensidade e a progressão do treino. Isso ajuda a evitar lesões e traz melhores resultados.

Para mulheres, um bom protocolo é fazer 4 séries de 10 repetições no military press e no side raise. Com o tempo, aumente a carga ou o número de repetições. Isso fará o treino mais eficaz.

Tempo de descanso e recuperação

O descanso e a recuperação são essenciais para um treino de ombro bem-sucedido. Deixe 1 a 2 minutos de descanso entre as séries. Evite usar técnicas avançadas demais para não sobrecarregar os músculos.

Além disso, faça o treino de ombro em dias diferentes do treino de peito. Isso ajuda a melhorar o desempenho.

Erros comuns e como evitá-los no treino de ombro

Para evitar lesões e fazer um treino de ombro bem em casa, é essencial saber os erros comuns. É importante não fazer mais de 4 séries de desenvolvimento e elevações frontais se fizer mais de 8 séries de supino/paralela.

Também é bom esperar pelo menos 3 dias para treinar ombros depois de fazer treino de peito.

Outro erro comum é não aquecer bem ou fazer os exercícios de forma errada. Para evitar isso, faça 8 a 12 repetições com uma cadência de 1 segundo subindo e 2 segundos descendo. Isso ajuda a isolar o deltoide médio corretamente.

Faça exercícios de rotação interna e externa para estabilizar o ombro e evite a ‘fatiga’ no final do exercício. Para encontrar os melhores exercícios para ombro em casa, mude os exercícios e não faça a mesma rotina.

Varie os métodos de desenvolvimento, como usar cabos e máquinas. Faça exercícios de rotação interna e externa. Com essas dicas, você evita lesões e faz um treino de ombro seguro e eficaz.

Montando sua rotina personalizada de treino

De acordo com especialistas em ortopedia da clínica COE, localizada em Goiânia, para fazer uma rotina de treino de ombro em casa, é importante pensar bem na frequência e nos exercícios. A rotina deve se ajustar ao seu nível de condicionamento e objetivos.

Exercícios como elevação lateral e remada aberta são bons para o ombro. Também é essencial fazer alongamentos para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Frequência ideal de treinos

A frequência de treinos de ombro em casa varia conforme o seu nível e objetivos. Em geral, 2-3 treinos por semana são o suficiente para ver resultados.

Combinando exercícios efetivamente

Para combinar exercícios, várias opções que trabalhem diferentes músculos do ombro são necessárias. Também é crucial dar tempo de descanso e recuperação entre os treinos.

Adaptando o treino ao seu nível

Adaptar o treino ao seu nível envolve ajustar a intensidade e duração dos exercícios. Incluir exercícios de aquecimento e alongamento é fundamental para evitar lesões e melhorar a movimentação.

Transforme seus ombros com dedicação e consistência

Para melhorar seus ombros, é essencial ser dedicado e consistente. Faça os exercícios regularmente para ver resultados.

É importante fazer 2-3 sessões por semana, com um dia de descanso. Cada exercício deve ser feito em 3 séries. Faça 8-15 repetições em cada série.

O treino em casa pode ser tão bom quanto em academia. Mantenha-se motivado e focado. Defina metas alcançáveis e veja seu progresso.

Se necessário, mude o treino. Com esforço, seus ombros vão ficar fortes e definidos. Você vai se sentir mais elegante.

Não desista quando enfrentar desafios. Mantenha o foco e celebre cada pequena vitória. Seus ombros fortes mostram seu esforço e dedicação. Comece agora e veja seus ombros mudarem!

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana