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Prefeito Clodoaldo Monteiro nomeia parte do novo secretariado

Mudanças já estavam programadas e previstas para o início deste ano.

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Assessoria

Prefeito de Acorizal Clodoaldo Monteiro

Prefeito do município de Acorizal, Clodoaldo Monteiro

O prefeito de Acorizal, Clodoaldo Monteiro (PSDB), nomeou na quinta-feira (15.02) parte de seu novo staff de coordenadores e secretários. As mudanças já estavam programadas e previstas para o início deste ano.

 

O ex-secretário de finanças do município, Nilton Geraldino, agora vai gerir a Secretaria de Educação de Acorizal, na Secretaria de Finanças ficará Rangel Luiz da Silva Marques.  A secretária Deizy Fátima continuará respondendo pela pasta da Assistência Social. Na coordenadoria do gabinete de Saúde do município ficará a cargo de Márcio Luiz, popularmente conhecido como Márcio Preto.

 

Irá responder pela Coordenadoria Distrital de Aldeia, Gilson Benedito Ceríaco e na Coordenadoria Distrital de Baús, Hermínio Pinto de Figueiredo. No Controle Interno à responsável será a servidora Vera Lúcia e Fernando Monteiro, foi nomeado para a função de motorista do prefeito.

 

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TCE-MT aprova Contas de Gestão do Instituto Previdenciário de Acorizal

O conselheiro interino Luiz Carlos Pereira destacou que seu parecer pela aprovação seguiu o que dispõe o artigo 193 da Resolução Normativa n.º 14/2007

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Thiago Bergamasco | TCE-MT

Conselheiro interino ouvidor-geral - Luiz Carlos Pereira

Conselheiro interino do TCE-MT, Luiz Carlos Pereira

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) julgou regulares com recomendações e determinações legais, na sessão ordinária realizada em 17 de fevereiro, as Contas de Gestão do Fundo Municipal de Previdência Social de Acorizal, referentes ao exercício de 2018.

 

ASSISTA AO JULGAMENTO

 

Em seu voto, o conselheiro interino Luiz Carlos Pereira destacou que seu parecer pela aprovação seguiu o que dispõe o artigo 193 da Resolução Normativa n.º 14/2007, segundo o qual as contas serão julgadas regulares, com recomendações, e/ou determinações legais, quando evidenciarem impropriedades ou quaisquer outras falhas que não resultem em dano ao erário ou à execução do programa, ato ou gestão.

 

“No caso dos autos, as irregularidades remanescentes não possuem o condão de macular gravemente a gestão e ensejar seu julgamento irregular, não obstante a necessidade de melhorias, diante das falhas detectadas no desempenho dos atos de gestão, no exercício de 2018”, argumentou o relator.

 

Dentre as determinações feitas por Luiz Carlos Pereira, por sua vez, está a de que a atual gestão realize a discriminação dos gastos administrativos, visando refletir a realidade das despesas efetuadas pelo fundo previdenciário, observando a limitação de despesa de até 2% do valor total das remunerações, proventos e pensões dos assegurados.

 

O relator determinou ainda que, em virtude da declaração de que não houve a realização do recenseamento nos últimos cinco anos, o atual gestor promova, no prazo de 90 dias, o censo previdenciário, o recadastramento, e/ou a prova de vida dos segurados do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS).

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