Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

POLÍTICA NACIONAL

Pontes vai presidir Subcomissão sobre Desenvolvimento de Vacinas

Publicados

em

Foi instalada nesta quarta-feira (2) a Subcomissão sobre Desenvolvimento de Vacinas. O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) foi eleito presidente do colegiado.

A subcomissão — vinculada à Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática do Senado (CCT) — tem como objetivo monitorar o avanço científico no setor.

Para Pontes, a vacinação deveria ser valorizada sempre, e não apenas durante pandemias. Nesse sentido, o senador ressaltou a importância da prevenção (o que, segundo ele, exige mudanças estruturais na biossegurança do país).

Ao lembrar das medidas adotadas no Brasil para o enfrentamento da pandemia de covid-19, ele destacou que na época foram ampliadas as estruturas de 18 laboratórios para lhes garantir o nível de biossegurança 3 (categoria que indica o grau de contenção e segurança necessário em um laboratório para a manipulação de agentes biológicos, como vírus e bactérias, que podem oferecer riscos à saúde).

O senador também lembrou que está em construção o Orion, primeiro laboratório do Brasil com nível de biossegurança 4 — que é o nível máximo. Ele observou que a previsão é que o Orion, localizado na cidade de Campinas, fique pronto em 2027.

Leia mais:  Câmara aprova indicação do senador Rodrigo Pacheco para ministro do TCU

Pontes reconheceu que esses empreendimentos têm alto custo, mas salientou a importância de se salvar vidas. 

— O laboratório de nível de biossegurança 4, que está em construção, é caro, sim. A gente estava falando de um custo em torno de R$ 2 bilhões. Mas quanto é que custa a vida de uma pessoa?

Ao ressaltar que esses investimentos colocam o país na vanguarda do setor, o senador destacou que o Orion estará conectado a um acelerador de partículas — o que, de acordo com ele, vai acelerar a produção de vacinas e medicamentos, além de gerar conhecimento e empregos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Aprovado uso de veículos do transporte escolar rural por professores

Publicados

em

O Senado aprovou nesta quarta-feira (2) projeto que permite a professores e outros estudantes ocupar vagas disponíveis em veículos do transporte escolar rural, desde que não seja prejudicado o atendimento aos alunos da educação básica pública que vivem no campo. A proposta, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), volta à Câmara dos Deputados, porque foi modificada pelos senadores.

O Projeto de Lei (PL) 743/2023 foi aprovado na forma do substitutivo (texto alternativo) da relatora, senadora Jussara Lima (PSD-PI), que havia recebido o aval da Comissão de Educação (CE) em agosto.

Pelo texto, o compartilhamento também poderá ocorrer em veículos da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e de outras escolas federais. A versão aprovada pelo Senado mantém e atualiza dispositivo da Lei 12.816, de 2013, que trata do uso desses veículos, em vez de revogá-lo, como previa o texto aprovado pela Câmara.

Nos casos previstos no texto, estados, Distrito Federal e municípios deverão regulamentar a medida e definir os trechos em que o uso compartilhado será permitido.

Leia mais:  Debatedores pedem liberação de medicamento para distrofia muscular

Otimização da frota

O projeto altera a Lei 10.880, de 2004, que dispõe sobre o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate). Na avaliação de Jussara, a mudança pode facilitar o deslocamento de professores que trabalham em comunidades rurais e de estudantes de localidades com pouca oferta de transporte regular.

A relatora argumenta que a medida também pode reduzir a necessidade de frotas paralelas e permitir melhor aproveitamento dos veículos já disponíveis, sem desvirtuar a finalidade social do programa.

Uma emenda do senador Camilo Santana (PT-CE) incluiu expressamente os estudantes dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia entre os possíveis beneficiários. Jussara ampliou o alcance da medida para toda a rede federal de educação profissional, científica e tecnológica.

Conforme o relatório, a rede reúne 39 institutos federais, dois centros federais de educação tecnológica, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná, o Colégio Pedro II e 22 escolas técnicas, entre elas colégios agrícolas vinculados a universidades federais.

 

Continue lendo

Polícia

MATO GROSSO

Política Nacional

AGRO & NEGÓCIOS

ESPORTES

VARIEDADES

CIDADES

Mais Lidas da Semana